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Olá, leitores do ClickUS – Acontecimentos Mundiais. Hoje temos o prazer de receber um convidado que é referência em gestão e desenvolvimento humano: Aguinaldo Oliveira.

Com uma trajetória marcada pelo programa “Café Corporativo” e pela autoria do “Manual Completo de Empreendedorismo”, Aguinaldo traz uma visão pragmática e profunda sobre como transformar inspiração em resultados concretos. Em um momento de transição tecnológica e conflitos geracionais, nossa conversa foca no que realmente sustenta o sucesso de uma equipe no longo prazo.

Confira a entrevista exclusiva:


Olá, Aguinaldo Oliveira! Seja muito bem-vindo ao Jornal Digital ClickUS.

Agradecemos muito por aceitar o nosso convite para esta entrevista. Sua participação é muito importante para nós e para nossos leitores, trazendo uma expertise valiosa sobre liderança e o cenário corporativo atual.

Confirmamos que todas as suas respostas serão publicadas em nosso portal, com a devida autorização e sob sua total responsabilidade.

Vamos começar?


1. Aguinaldo, você é conhecido por defender o conceito de “motivar com conteúdo”. Em um mercado saturado de discursos puramente emocionais, como equilibrar a inspiração técnica e a estratégia para garantir que uma equipe não saia apenas motivada, mas capacitada para enfrentar os desafios reais do dia a dia?

Resposta: Motivação, técnica e estratégia não competem entre si, elas se completam. Quando uma delas falta, o resultado não se sustenta no tempo. A motivação é o impulso inicial (força), aquilo que faz a equipe sair do lugar. A técnica é o que dá segurança e consistência na execução (capricho). E a estratégia é o direcionamento, a inteligência aplicada (sabedoria) para que o esforço gere resultado.

O problema é que muita gente para na motivação. E motivação sem método gera frustração. No meu trabalho, eu conecto esses três pilares com exemplos práticos, histórias e metáforas que fazem sentido para o dia a dia da empresa. Não basta sair empolgado de uma palestra, mas sim sair diferente, com uma nova forma de pensar e agir.


2. Com a experiência de ter entrevistado quase 400 líderes e gestores no seu programa “Café Corporativo”, quais são as dores e tendências mais comuns que você identifica nas empresas brasileiras hoje, especialmente no que diz respeito ao atendimento e às novas tecnologias, como a Inteligência Artificial?

Resposta: O empresário brasileiro vive hoje um cenário curioso: falta gente e sobra tecnologia. E isso muda completamente a forma de liderar.

De um lado, temos profissionais mais jovens que buscam propósito, velocidade e sentido no que fazem. Do outro, profissionais experientes que carregam conhecimento valioso, mas muitas vezes resistem à mudança, principalmente quando envolve tecnologia. No meio disso tudo, está o líder, tentando equilibrar essas forças.

A Inteligência Artificial ampliou ainda mais esse desafio. Ela acelera processos, mas também escancara falhas humanas, principalmente em comunicação, atendimento e tomada de decisão. O que tenho visto nas empresas é que não basta adotar tecnologia. É preciso adaptar a linguagem de liderança. Traduzir o propósito para os mais jovens e atualizar o repertório dos mais experientes. Quando isso acontece, a tecnologia deixa de ser ameaça e passa a ser aliada.


3. No seu livro “Manual Completo de Empreendedorismo”, você aborda a base para o sucesso nos negócios. Olhando para o futuro, qual é o principal conselho que você daria para o líder que precisa gerir diferentes gerações — desde o jovem da Geração Z até o profissional sênior — mantendo o engajamento e a cultura da empresa elevados?

Resposta: As pessoas não trabalham apenas por dinheiro. Elas trabalham por significado, mesmo que nem sempre tenham clareza disso. O grande papel do líder é ajudar o colaborador a enxergar que o trabalho pode ser um caminho para realizar seus próprios objetivos. Quando isso acontece, o engajamento deixa de ser imposto e passa a ser natural.

Gerir diferentes gerações não é tentar padronizar comportamentos, mas criar um ambiente onde todos se sintam úteis, desafiados e em evolução. O jovem quer aprender rápido e crescer. O mais experiente quer ser respeitado e continuar relevante. Quando a empresa consegue oferecer aprendizado constante, desafio na medida certa e espaço para contribuição real, ela mantém sua cultura viva. Porque, no fundo, descobrir coisas novas e evoluir continua sendo algo que motiva qualquer pessoa, independentemente da idade.


Considerações Finais

O aprendizado contínuo deixou de ser um diferencial e passou a ser uma exigência do mercado. O mundo mudou, as empresas mudaram e as pessoas também mudaram. Quem não acompanha esse movimento acaba ficando para trás, mesmo trabalhando muito.

Ao longo da minha trajetória, eu percebi que não é a informação que transforma, mas a forma como ela é aplicada. Hoje temos acesso a tudo, o tempo todo. O desafio não é mais aprender, é filtrar, interpretar e colocar em prática. Minha mensagem final é simples: não espere o mercado exigir para você se atualizar. Antecipe esse movimento. Quem cresce de forma consistente não é quem trabalha mais, é quem pensa melhor, se adapta mais rápido e tem coragem de ajustar a rota quando necessário.

Considere ter um treinador profissional desenvolvendo suas equipes, porque, no fim, não é o mais forte que permanece. É o mais adaptável.


 Luiz Maggio .’.
Jornalista MTB 62420
Editor do Jornal Digital ClickUS – Acontecimentos Mundiais
www.clickus.com.br 

Conselheiro de Turismo do Estado de SP – CONTURESP
Conselheiro de Turismo do Município de SP – COMTUR
Vice-Presidente da ABRAJET SP
E-mail: luizmaggio@gmail.com
WhatsApp: +55 (11) 98270-1536

Sobre o Jornal Digital ClickUS
O ClickUS Jornal Digital é um veículo dedicado a promover o turismo, a cultura e os negócios no Brasil e no exterior. Com uma abordagem dinâmica e informativa, destacamos iniciativas e personalidades que contribuem para o desenvolvimento do setor.

Aguardo seus comentários e contribuições para enriquecer esta entrevista!

Atenciosamente,
Luiz Maggio – EDITOR

 

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 Luiz MAGGIO do Jornal CLICKus Entrevista:  Rubens Alves Cahin, Diretor de Comunicação na Associação Pró Centro

 

                                   

Rubens  Cahin     1- Qual o motivo por trás da escolha do nome “Pró Centro” para a associação?

Mostrar que a associação trabalha a favor e em defesa do Centro de São Paulo. Que é a união de pessoas que trabalham e pensam em prol do Centro. Apesar da semelhança, não há ligação com o antigo programa Pro Centro da prefeitura.

2- Como você se sente sendo parte de uma associação com a proposta de promover o desenvolvimento e valorização da região central de São Paulo? Qual é a proposta de trabalho do Pró Centro?

O objetivo da Associação Pró Centro é promover o desenvolvimento e valorização do Centro de São Paulo, através de projetos e ações que buscam crescimento econômico sustentável aumentando as oportunidades de negócios, a qualidade de vida da população e emprego. Temos como propostas: desenvolvimento socioeconômico, intervenções urbanísticas, geração de emprego e renda, desburocratização e zeladoria. O trabalho voluntário em favor a comunidade, é muito gratificante. Sinto muito orgulho de ser um associado e diretor do Pró-Centro.

3- Como foi o processo de desenvolvimento do Pró Centro desde sua fundação até os dias atuais?

Em 2019, o Pró Centro foi idealizado por um grupo de empresários e empreendedores do Centro de São Paulo, que sentiam falta de representatividade nos temas que envolviam da região. No decorrer do tempo, o grupo foi tomando corpo e surgiu a necessidade de formalização e maior organização, para que a atuação fosse mais eficiente. Em razão disso, em julho de 2021, esse grupo decidiu constituir a Associação. Importante dizer que, desde a sua fundação, a Associação acompanha de perto todos os processos legislativos que envolvem temas da região central, e pauta demandas junto ao poder executivo. Todas essas atuações sempre são respaldadas em fundamentos técnicos, estudos e análises de viabilidade, e isso certamente, tanto perante o poder público, quanto à sociedade civil, fez com que o Pró-Centro criasse a representatividade que tem hoje.

4- Houve mudança de liderança ou gestão no Pró Centro ao longo do tempo? Como você enxerga essas transições?

Em julho do ano passado ocorreu a primeira eleição na associação. Mantiveram-se o Presidente Marcone Moraes, o Vice-Presidente Fábio Redondo e alguns diretores. Eu não fazia parte do quadro da diretoria da gestão anterior, mas fui convidado a compor a chapa eleita, como Diretor de Comunicação. Enxergo com bons olhos essas transições, porque além de novas ideias, como somos voluntários, dependendo do momento de vida de cada um dos diretores, uns podem se dedicar mais, outros menos. Com as eleições pode se renovar o quadro, com pessoas com maiores disponibilidades de tempo para o trabalho na associação.

5- O Pró Centro sempre esteve concentrado nos distritos Sé e República ou já teve atuação em outras áreas? Se houve mudança, qual foi o motivo?

Sim, sempre foram os distritos Sé e República nossa área de atuação.

6- Qual era sua ocupação profissional antes de se envolver com o Pró Centro? Esse tipo de iniciativa sempre foi um objetivo seu?

Trabalho no mercado imobiliário desde 2017. No final do ano passado, virei sócio da empresa Fest Desenvolvimento Imobiliário, que atua com mais força na Zona Norte de São Paulo, mas atualmente estamos prospectando novos negócios no Centro também. Desde criança, meus pais me ensinaram a importância de um trabalho complementar voluntariado em favor da comunidade. Quando conheci o Pró Centro, vi que os ideais e princípios se alinham aos meus, por isso resolvi me associar. Aprendo muito na associação. Através dela, conheci muitas pessoas boas, moradores do centro, empresários, advogados, artistas, jornalistas, deputados estaduais, vereadores, secretários municipais e estaduais, entre outros. Todos têm uma história especial com o centro e em todos esses relacionamentos eu aprendo algo novo.

7- A associação conta com uma base de membros estável e engajada ou ela varia conforme diferentes períodos ou circunstâncias?

Os associados e diretores são muito plurais, mas o engajamento é evidente. Cada um contribui de acordo com sua disponibilidade e, principalmente, aptidão. Como lidamos com temas diversos, isso é muito interessante e produtivo!

8- Existe algum programa ou projeto do Pró Centro que se destaca ou faz sucesso? Qual é a inspiração por trás dessas iniciativas?

Algumas se destacam, como as articulações que fizemos na elaboração da Lei do Retro fit e o PIU Central. Mas para mim, a que mais se destaca é a nossa iniciativa para o Programa Ruas Abertas – Av. São João. Foi idealizada por nós, levamos a ideia para prefeitura, onde foi bem recepcionada. Foi um longo processo, muitas reuniões com secretarias e órgãos municipais. Participamos de todas as consultas e audiência pública a respeito deste projeto. Já foi realizado um teste no domingo, 21 de janeiro deste ano, o qual foi um sucesso. Houve repercussão positiva na mídia e chegou a ser capa de um jornal de grande circulação. Neste momento, este projeto está ainda em trâmite na prefeitura. Torço para que seja aprovado o quanto antes.

9- Em sua experiência, qual é o período do ano ou momento em que o Pró Centro costuma ter mais atividades ou movimento?

O Pró Centro está em constante trabalho, com a agenda sempre cheia, e projetos em andamento.

10- Quais são os maiores desafios enfrentados atualmente para manter as atividades e iniciativas do Pró Centro em constante desenvolvimento e benefício para a região central de São Paulo?

É nítido que o Centro de São Paulo, está melhor, mais seguro, mais limpo, mais iluminado e mais cuidado. Acredito que o maior desafio hoje é a divulgação do Centro. Mostrar para a população que o centro não é só a Cracolândia, mas sim, divulgar a cultura, a gastronomia, o entretenimento e os diversos passeios que existem na região central. Precisamos resgatar mais os turistas e novos moradores, mostrar que no Centro, eles irão se sentir seguros e confortáveis. Da mesma forma, com os empresários e investidores, precisamos resgatar a credibilidade do Centro de São Paulo, para que eles invistam na região, tanto para novos negócios, quanto para que tragam de volta suas sedes.

 

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