Entrevista Exclusiva: Professor Virgílio Nelson de Carvalho.                                                 

O Legado e o Futuro do Turismo e da Hotelaria no Brasil

Por Luiz Maggio

Em uma conversa franca e repleta de memórias, o jornalista Luiz Maggio recebe o Professor Virgílio Nelson de Carvalho, ícone vivo da hospitalidade brasileira, para analisar a evolução do setor, os desafios da qualificação profissional e por que o cliente de hoje não quer apenas ser atendido, mas sim compreendido.

Existem pessoas que assistem à história acontecer, e existem aquelas que a escrevem com o próprio trabalho. Na hotelaria e no turismo brasileiro, o Professor Virgílio Nelson da Silva Carvalho faz parte do segundo grupo. Com mais de cinco décadas dedicadas a estruturar as bases da hospitalidade no país, ele é uma verdadeira legenda viva e uma referência que inspira gerações de profissionais.

Nascido em Lousã, Portugal, Virgílio começou sua jornada de forma simples, trabalhando na quitanda de seu pai na juventude. Formou-se em Turismo em 1974 pela Faculdade de Turismo do Morumbi — onde mais tarde lecionaria por 30 anos — e, desde então, sua assinatura técnica passou a fazer parte dos maiores marcos do setor no Brasil. Foi ele quem ajudou a consolidar o ensino hoteleiro de excelência ao dirigir o renomado CEATEL e a pioneira Escola de Hotelaria de Águas de São Pedro do SENAC-SP, trazendo ao país convênios internacionais com instituições do peso de Cornell, Lausanne e Glion.

No mercado corporativo, planejou e comandou operações de gigantes como a rede Transamérica Hotéis e Flats e o grupo Sol-Meliá. Sua visão estratégica também alcançou relevância nacional na esfera pública, onde presidiu o CODEFAT (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador) e atuou na diretoria da Confederação Nacional do Turismo (CNTur). Consagrado por sua contribuição imensurável, ocupa hoje a prestigiada Cadeira nº 40 da Academia Brasileira de Eventos e Turismo e integra a equipe diretiva da Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo.

Nesta entrevista exclusiva, o Professor Virgílio nos conduz por uma viagem no tempo: relembra o início de tudo, analisa o impacto da tecnologia nas recepções modernas e nos deixa um alerta fundamental sobre a urgência de humanizarmos os serviços. Prepare o café e aproveite esta aula de quem entende — e sente — o turismo em sua essência.

1. Professor Virgílio, sua trajetória confunde-se com a própria profissionalização do turismo no Brasil, desde a criação do CEPETUR nos anos 70 até a consolidação do CEATEL no SENAC. Olhando para essa evolução, qual o senhor considera ter sido o maior marco na transição de um turismo amador para a indústria de alta performance que temos hoje?

Prof. Virgílio Nelson: Toda a verdade da evolução do turismo, dos anos 70 até 2026, representa a importância desta cadeia produtiva que por muitos anos foi chamada de “indústria do turismo”. Eu, com efeito, não concordo com esse termo: para mim, trata-se de uma cadeia produtiva na área de serviços e de hospitalidade, que possui participantes muito diferentes do que se definia naquele tempo. Não gosto de falar em “indústria”; prefiro, cada vez mais, o termo “cadeia produtiva do turismo”, lembrando, principalmente, que já somos um dos maiores geradores de emprego e que, até 2030, teremos pelo menos um trabalhador a cada dez atuando no setor. O crescimento do tempo livre — como Domenico De Masi tão bem lembrava ao falar do ócio criativo — impulsionou essa evolução.

O setor evoluiu muito. Nos anos 70, o turismo ainda era visto como um bem de consumo supérfluo, mas foi instigado principalmente pela liderança de Guilherme Paulus com a CVC, que popularizou o turismo para a classe trabalhadora. Isso chegou a criar, inclusive, conflitos nos departamentos de Recursos Humanos no dia 1º de maio, quando tínhamos mais trabalhadores viajando do que participando das assembleias que os sindicatos gostariam de realizar.

Essa transição do turismo amador para uma cadeia produtiva de alta performance demonstra claramente a sua importância e qualidade, algo que acompanhamos de perto aqui no Estado de São Paulo. Sob a liderança do Governador Tarcísio de Freitas, dos ex-secretários Vinicius Lumertz e Roberto de Lucena, e agora da nossa secretária Ana Bizelli, o turismo caminha para alcançar o patamar de 10% do PIB do Estado.

Portanto, o maior marco dessa evolução é o crescimento no número de trabalhadores e na oferta de serviços. Inclusive, hoje já começamos a sofrer com a falta de profissionais qualificados para atender a esse mercado. Para se ter uma ideia, temos atualmente mais de 12 mil vagas em aberto na área de hotéis, restaurantes, bares e similares, sem contar as contratações temporárias em parques temáticos, eventos e afins.

Tentando resumir: estamos finalmente reconhecendo o devido valor ao setor, deixando de lado as conversas “de nós para nós mesmos” e discutindo, amplamente, o turismo e a sua relevância para toda a economia. Ele é de suma importância para a agricultura — onde não somos apenas consumidores de produtos, mas também utilizamos o meio ambiente como destino turístico — e para o setor de serviços, onde seguimos crescendo juntos. Vai, Brasil! Vai, turismo!

2. O senhor teve um papel fundamental na implantação de grandes redes hoteleiras, como Transamérica e Meliá, além de trazer referências internacionais de escolas como Cornell e Lausanne. Como essa bagagem acadêmica internacional moldou o padrão de hospitalidade brasileiro e o que ainda precisamos aprender com o mercado global?
Prof. Virgílio Nelson: Na verdade, toda a experiência que adquiri começou lá atrás, entre os anos de 1955 e 1960, como entregador de frango na quitanda do meu pai, que era um imigrante português. Depois, tive excelentes oportunidades na Bahiatursa, na Transbrasil e no Senac de São Paulo, onde ajudei a desenvolver o Hotel Escola de Águas de São Pedro e o CEATEL (Centro de Estudos de Administração Hoteleira), em convênio com instituições como Cornell, Lausanne e Glion.

Quando passei pela rede Meliá, pelo Transamérica, e atuei em conselhos e colaborações em prol do turismo, o meu objetivo sempre foi aplicar o que havia aprendido. Minha sugestão para todos é que busquemos aprender em cada momento, em cada trabalho e em cada oportunidade, para que possamos fazer melhor e transferir essas vivências aos novos profissionais. Passei 30 anos na Faculdade de Turismo da Universidade Anhembi Morumbi com o nosso líder Gabriel Mário Rodrigues, atuando como professor e coordenador de cursos, além de ter ajudado muito na implantação do campus da Mooca. Toda essa bagagem me permitiu, hoje, poder repartir, contribuir e continuar aprendendo constantemente com o mercado.

Sobre o que mudou na hospitalidade brasileira e o que precisamos aprender com o mercado global: a grande chave é a atenção ao hóspede. O cliente não quer mais apenas ser ATENDIDO; ele quer ser ENTENDIDO. Essa evolução mostra que a verdadeira hospitalidade precisa continuar tendo aquele “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite” e o “seja bem-vindo” ditos de forma calorosa por uma pessoa. Eu sou humano e quero conversar com outros seres humanos.

É claro que a hotelaria atual chega ao ponto de eliminar a recepção física: você usa o seu cartão de crédito, faz a reserva, faz o check-in automático, acessa o elevador e abre a porta do apartamento pelo celular. Isso é moderno e prova que a tecnologia ajuda, mas eu, assim como a maioria dos clientes, ainda prezo pela conexão humana. O mercado quer ser compreendido. Devemos respeitar as inovações tecnológicas — que vieram para somar, assim como a telefonia e a eletricidade evoluíram a humanidade no passado —, mas sem perder de vista o calor humano. Mãos à obra para entender melhor o mercado e o cliente: não basta apenas atendê-lo, é preciso ENTENDÊ-LO.

3. Atualmente, o senhor ocupa cargos estratégicos na Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo e em diversos conselhos. Em um cenário com o avanço de novas tecnologias, quais são as prioridades do Estado para manter São Paulo como o principal hub de eventos e negócios da América Latina?
Prof. Virgílio Nelson: Hoje, considero-me um eterno aprendiz. Afinal, diante de tudo o que acompanhei na evolução dos serviços, hoje temos novas ferramentas que precisam ser encaradas com muita honestidade e responsabilidade para que o mercado continue crescendo de forma sustentável.

Atualmente, vivemos na capital e no Estado de São Paulo um perfil de ocupação hoteleira totalmente inédito. Lembro-me de quando comecei a lecionar na faculdade de turismo em 1972: o perfil da hotelaria paulistana era estritamente “cinco por dois”, ou seja, os hotéis ficavam lotados de segunda a sexta-feira e praticamente vazios nos finais de semana. Essa realidade mudou completamente. Hoje, em feriados prolongados, São Paulo registra ocupação próxima de 100% devido a uma vasta gama de eventos religiosos, culturais, de negócios e do segmento LGBTQIA+. O perfil é outro.

Quando me perguntam sobre as prioridades para São Paulo, afirmo que a principal delas é bem acolher o VISITANTE e orientar todos aqueles que vivem na cidade e no Estado a terem esse compromisso com o bem receber. Um exemplo prático disso é o policiamento na Avenida Paulista em feriados prolongados: eles precisam ter um olhar acolhedor e um atendimento muito especial. A segurança e a recepção têm melhorado significativamente, e agora o caminho é focar na orientação.

Resumindo a experiência que trago para a equipe da secretária Ana Bizelli na Secretaria de Turismo do Estado: nossa missão é conscientizar os 645 municípios paulistas sobre a importância de acolher bem quem nos visita. Às vezes, por mero acaso, um viajante fura o pneu do carro em uma cidade que nem sequer possui atrativos turísticos tradicionais, mas, au ser muito bem acolhido pelo borracheiro local, ele leva uma imagem inesquecível daquele lugar.

Minha mensagem essencial é que todos nós nos dediquemos, diariamente, à hospitalidade e ao bem receber, pois é isso que fará o turismo continuar prosperando em São Paulo e no Brasil.

Mãos à obra! E lembrem-se de uma máxima que trago das minhas origens e que sempre recordo: nós, padeiros portugueses, “fazemos sonhos todos os dias com os pés no chão e a cabeça erguida, mas o mais importante é atacar no bolo e defender a massa”.

Mãos à obra, vai TURISMO, vai Brasil!

Considerações Finais do Editor (Por Luiz Maggio)
Ouvir o Professor Virgílio Nelson é, antes de tudo, compreender a alma da hospitalidade brasileira. Em uma era onde algoritmos e inteligência artificial tentam prever cada passo do consumidor, o mestre Virgílio nos recorda da mais elementar das verdades: a tecnologia é um meio, nunca o fim. A essência do turismo permanece ancorada na empatia, no olho no olho e na capacidade humana de acolher e “entender” o outro.

Como companheiro de jornada na comunicação e nos conselhos de turismo paulistas, vejo em Virgílio o verdadeiro exemplo do profissional de alta performance que nunca perdeu sua essência de acolhimento. Seu conselho final — inspirado na belíssima metáfora dos padeiros portugueses que fabricam sonhos mantendo os pés no chão — serve como guia de navegação para a nova geração de gestores e turismólogos que herdarão o mercado brasileiro nos próximos anos.

As políticas públicas de fomento que hoje desenhamos nos conselhos de turismo paulistas buscam, justamente, garantir a infraestrutura para que essa cadeia produtiva continue a gerar riqueza, dignidade e milhares de empregos em nosso Estado. Que a lição deste eterno e brilhante aprendiz ecoe em cada um dos nossos 645 municípios. Muito obrigado, Professor Virgílio Nelson!

Sobre o Entrevistador:

 Luiz Maggio .’.
Jornalista MTB 62420
Editor do Jornal Digital ClickUS – Acontecimentos Mundiais
www.clickus.com.br 

Conselheiro de Turismo do Estado de SP – CONTURESP
Conselheiro de Turismo do Município de SP – COMTUR
Vice-Presidente da ABRAJET SP 2024 /2026
E-mail: luizmaggio@gmail.com
WhatsApp: +55 (11) 98270-1536

Sobre o Jornal Digital ClickUS
O ClickUS Jornal Digital é um veículo dedicado a promover o turismo, a cultura e os negócios no Brasil e no exterior. Com uma abordagem dinâmica e informativa, destacamos iniciativas e personalidades que contribuem para o desenvolvimento do setor.

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Luiz Maggio – EDITOR

 

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É com grande satisfação que o ClickUS Jornal Digital abre espaço para uma conversa essencial, conduzida por Luiz Maggio, Editor do ClickUS, com uma das vozes mais ativas e dedicadas do interior paulista: a Vereadora Bete do Broa.

Em um cenário onde o Turismo se consolida como vetor de desenvolvimento social e econômico, entender a visão e os projetos de quem atua diretamente no Legislativo é fundamental.

A Vereadora Bete do Broa não apenas representa sua base, mas carrega em sua trajetória o compromisso de transformar cidades por meio de políticas públicas eficazes no setor. Nesta entrevista exclusiva, ela compartilha seus desafios, as estratégias para atrair investimentos e o caminho para colocar o interior do estado no mapa dos grandes destinos turísticos do Brasil.

IMPORTANTE: As respostas e declarações contidas nesta entrevista são de total e exclusiva responsabilidade da entrevistada.

Acompanhe a seguir a visão de uma líder que faz da paixão pelo Turismo sua principal bandeira.

 Bete. Obrigado por receber a reportagem do ClickUS. Vamos direto às perguntas.

1. O “Broa” no seu nome é mais do que um apelido, é uma identidade política. Como a senhora traduz a luta em defesa da Represa do Broa e do meio ambiente para a prática legislativa na Câmara Municipal, especialmente com sua formação em Gestão Ambiental?
O ‘Broa’ no meu nome não é um apelido, é a minha identidade política e a razão de grande parte da minha luta. A Represa do Broa representa muito mais do que um cartão-postal para Itirapina: ela é um patrimônio ambiental, social, econômico e turístico que precisa ser defendido diariamente.
Como vereadora e profissional formada em Gestão Ambiental, eu traduzo essa luta para a prática legislativa de três formas claras:
1. Fiscalização firme e sem medo
Acompanho de perto tudo o que envolve o Broa, da gestão da portaria e do pedágio às condições de manutenção, saneamento, segurança e uso adequado do espaço. Quando encontro irregularidades, eu denuncio. Quando identifico riscos ambientais, eu cobro soluções. Essa é a minha obrigação enquanto fiscal do povo, e faço isso com total transparência.
2. Propostas e políticas públicas voltadas ao meio ambiente e ao turismo sustentável
Minha formação me dá base técnica para propor projetos e requerimentos que garantam o uso responsável da represa, a proteção da biodiversidade, o estímulo ao turismo organizado e o fortalecimento do comércio local. Luto para que o Broa seja visto como eixo de desenvolvimento e não apenas como fonte de arrecadação.
3. Defesa da comunidade que vive, trabalha e depende do Broa
Minha atuação é sempre construída com diálogo com moradores, comerciantes, trabalhadores, turistas e quem ama o Broa tanto quanto eu. Essa escuta permanente orienta minhas ações na Câmara e fortalece minha luta contra injustiças, arbitrariedades e decisões que prejudicam a região.
Portanto, quando me chamam de Bete do Broa, reconhecem a vereadora que não se esconde, que tem lado, que tem história e que defende com coerência aquilo que acredita, um Broa preservado, respeitado e tratado com responsabilidade ambiental e social.
2.  Itirapina busca se consolidar no circuito do turismo estadual. Na sua visão, quais são os principais incentivos e ações necessárias para atrair investimentos em hotelaria e infraestrutura de hospedagem para a cidade, de forma a reter os turistas por mais tempo?
Itirapina vive um momento importante para se consolidar no circuito do turismo estadual, e para atrair investimentos em hotelaria e infraestrutura de hospedagem é fundamental que o poder público demonstre planejamento, segurança jurídica e visão de longo prazo. Na minha atuação como vereadora, entendo que alguns incentivos e ações são indispensáveis para que os investidores enxerguem Itirapina como um destino sólido e atrativo:
1. Marco regulatório claro e estímulo ao empreendedor
Tenho defendido a atualização e a simplificação de normas municipais, especialmente as que envolvem uso e ocupação do solo, licenciamento e regularização de empreendimentos turísticos. Quando o investidor encontra regras claras, transparência e agilidade, ele se sente seguro para aplicar seu capital na cidade.
2. Incentivos fiscais e programas de fomento
É possível trabalhar, em parceria com o Executivo, políticas de incentivo, como redução temporária de ISS para novos meios de hospedagem, facilitação no IPTU progressivo para quem constrói ou amplia hotéis e pousadas, além de fomentar parcerias público-privadas para obras de apoio ao turismo.
3. Infraestrutura adequada, com prioridade para o Broa
Tenho atuado firmemente na cobrança de melhorias no entorno da represa do Broa, pois sabemos que infraestrutura de qualidade (acessos, iluminação, saneamento, segurança e sinalização turística) é determinante para que hotéis e pousadas vejam potencial de retorno. Um turista só permanece mais tempo onde encontra conforto, mobilidade e opções de lazer.
4. Fortalecimento do turismo sustentável e de experiências
Incentivar roteiros culturais, gastronômicos, esportivos e ambientais, muitos já existentes, mas pouco estruturados, é essencial para ampliar o tempo de permanência do visitante. Como representante da comunidade, venho trabalhando para que os atrativos locais sejam valorizados e integrados a um calendário municipal forte.
5. Promoção e marketing territorial
Investimentos em divulgação, participação em feiras e integração de Itirapina aos roteiros regionais do Estado são ações que venho cobrando e apoiando. Cidade que se promove bem atrai naturalmente empreendedores interessados em hotelaria e hospedagem.
6. Segurança jurídica, transparência e fiscalização eficiente
A credibilidade da gestão municipal, e é exatamente por isso que exerço meu papel de fiscalização com firmeza, é crucial para atrair grandes investimentos. Nenhum empresário coloca recursos em lugares onde há dúvidas sobre contratos, concessões ou licenças.
Em resumo: Itirapina tem potencial extraordinário, especialmente no Broa, e meu compromisso é continuar defendendo condições reais para que o turismo se torne uma matriz econômica forte: infraestrutura, incentivos, organização e seriedade na gestão pública. Assim, atrairemos hotéis, pousadas e empreendimentos capazes de manter o turista aqui por mais tempo, gerando emprego, renda e desenvolvimento sustentável para toda a cidade.
3. A Medalha de Honra ao Mérito na ALESP e a criação do “Encontro de Empoderamento da Mulher Itirapinense” destacam seu ativismo pela causa feminina. Na sua trajetória, quais foram os maiores obstáculos que a senhora enfrentou por ser mulher na política e como essas experiências moldam suas propostas de igualdade e empoderamento hoje?
A Medalha de Honra ao Mérito na ALESP e a criação do Encontro de Empoderamento da Mulher Itirapinense representam muito mais do que homenagens: são marcos de uma caminhada construída com coragem, enfrentamento e compromisso com a defesa das mulheres.
Na minha trajetória política, os maiores obstáculos que enfrentei estiveram, sim, ligados ao fato de ser mulher em um espaço ainda dominado por práticas machistas e por estruturas de poder que tentam desestimular a nossa presença. Sofri tentativas de silenciamento, perseguições políticas e violações graves que nenhuma mulher deveria enfrentar.
Tenho, inclusive, medida protetiva contra dois vereadores por violência política de gênero e também medida protetiva contra o marido da prefeita, atual secretário de Serviços Públicos, por perseguição política. Esses episódios mostram como, quando uma mulher ocupa o seu lugar de fala e exerce sua função com firmeza, muitas vezes o sistema tenta reagir com violência e intimidação.
Atualmente, respondo a uma CPI arbitrária, criada com o claro objetivo de tentar cassar meu mandato, a mesma estratégia que já enfrentaram antes, quando meu mandato anterior foi cassado injustamente, mas em apenas 15 dias a Justiça reconheceu o abuso e determinou minha reintegração. Tudo isso porque exerço, sem medo, minhas prerrogativas de fiscalização e denúncia.
Mas nenhuma dessas tentativas me fez recuar. Ao contrário, moldaram ainda mais o meu compromisso com a igualdade, a transparência e o empoderamento feminino.
É por isso que:
•criei o Encontro de Empoderamento da Mulher Itirapinense, que se tornou um espaço de formação, acolhimento e fortalecimento das lideranças femininas;
•atuo para que mais mulheres participem da política com segurança e respeito;
•defendo políticas públicas que garantam autonomia econômica, proteção e oportunidades para mulheres;
•incentivo o empreendedorismo feminino e a criação de redes de apoio;
•e mantenho forte articulação com movimentos estaduais como a Virada Feminina, fortalecendo nossa voz e ampliando nosso alcance.
Cada violência que tentei calar minha atuação apenas reforçou minha missão: garantir que nenhuma mulher passe pelo que eu passei. Minha luta é coletiva, é justa e é necessária. E enquanto eu estiver na política, estarei ao lado das mulheres, defendendo verdade, justiça e empoderamento.
4. Itirapina busca o título de “Capital do Cerrado Paulista”. Como a senhora enxerga o equilíbrio necessário entre o incentivo ao turismo, que gera desenvolvimento econômico, e a preservação absoluta do bioma Cerrado, que é fundamental para os recursos hídricos da região, inclusive da Represa do Broa?
Para mim, desenvolvimento só faz sentido quando respeita e preserva a nossa maior riqueza: o bioma Cerrado. Itirapina vive um momento muito especial, e inclusive já está tramitando na Alesp, a meu pedido, por meio do mandato da Deputada Estadual Márcia Lia, o projeto que reconhece nosso município como a Capital do Cerrado Paulista. Esse pedido não foi feito por acaso, pesquisas e estudos científicos comprovaram que Itirapina é hoje a cidade com a maior área de Cerrado preservado em toda a região.
Por isso, eu defendo que turismo e preservação não são opostos, mas complementares. O turismo que queremos para Itirapina é o turismo sustentável, responsável, que valoriza o nosso patrimônio natural e gera renda sem destruir aquilo que nos torna únicos. A Represa do Broa, por exemplo, é um dos nossos maiores bens ambientais e hídricos, e precisa ser cuidada com rigor absoluto.
Equilibrar tudo isso significa ter planejamento, fiscalização séria e políticas públicas que protejam o Cerrado enquanto impulsionam atividades econômicas que respeitam os limites ambientais. Se queremos ser a Capital do Cerrado Paulista, temos que ser também referência em preservação e gestão ambiental. E eu estou comprometida com isso.
Considerações Finais do(a) Entrevistado(a):
Quero dedicar minhas considerações finais ao Distrito de Itaquerí da Serra, um território que pertence à nossa querida Itirapina e que carrega um valor imensurável para a história do Brasil, por ser o berço de Ulisses Guimarães. Itaquerí é um distrito histórico, cultural, turístico e ambiental, um verdadeiro patrimônio que precisa e merece ser preservado, cuidado e valorizado como tal.
Infelizmente, muitos espaços públicos do distrito encontram-se deteriorados, quando poderiam, e deveriam estar reformados, revitalizados e até transformados em museus e centros de memória, porque história ali não falta. Cada rua, prédio antigo e manifestação cultural guarda capítulos importantes da identidade do nosso povo.
Também é fundamental evidenciar a potência do nosso Parque de Ecoturismo Cachoeira do Saltão, onde temos uma das mais belas quedas d’água da região, com seus 75 metros de altura. Um lugar que, além de sua exuberância natural, produz o delicioso Café Saltão e abriga atividades de turismo rural e de aventura, movimentando a economia local e fortalecendo nosso potencial turístico.
Quero ainda reforçar meu compromisso com o meio ambiente, que faz parte da identidade de Itaquerí e de toda Itirapina. Há 14 anos trabalho como voluntária na Cooperei – Cooperativa dos Recicladores de Itirapina, onde cuidamos de 15 famílias que vivem da reciclagem. Esse trabalho mostra, na prática, que cuidar da Mãe Natureza é cuidar do futuro, das questões climáticas e da sustentabilidade do nosso município. A reciclagem é um processo essencial, justo e necessário para construirmos uma cidade mais consciente, inclusiva e ambientalmente responsável.
Reafirmo meu compromisso com Itaquerí da Serra e com toda Itirapina. Preservar nossa história, valorizar nossa cultura, fortalecer o turismo e proteger o meio ambiente é garantir desenvolvimento com dignidade e respeito para as próximas gerações.

Agradecemos a todos pela BOA leitura e participação!


 Luiz Maggio .’.
Jornalista MTB 62420
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Sejam bem-vindos ao Jornal Digital ClickUS.

Entrevistador: Luiz Maggio (ClickUS Jornal Digital)

Agradecemos por dedicar seu tempo a esta leitura importante, onde vamos explorar os detalhes do movimento “NÓS QUEREMOS”, lançado pela ABRASEL (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes). Este movimento, que ganhou destaque após o evento realizado em 06/10/2025, busca fortalecer a cadeia produtiva nacional e proteger o setor de alimentação fora do lar dos desafios econômicos e tarifários internacionais. No final da leitura, deixe seu comentário, é muito importante para nós!

Esta entrevista, em sua íntegra, é de responsabilidade exclusiva do Dr. Percival Maricato , que autoriza e anui com sua publicação nos termos aqui apresentados.


 

O Entrevistado: Dr. Percival Maricato 

O Dr. Percival Maricato é uma liderança multifacetada no cenário empresarial, jurídico e de serviços do Brasil. Sócio-titular do escritório Maricato Advogados Associados há mais de 40 anos, ele iniciou sua carreira em 1976.

Sua vasta experiência o levou a ocupar cargos de destaque como:

  • Fundador, ex-presidente e atual Diretor Institucional da ABRASEL SP – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes – Seccional São Paulo.
  • Vice-Presidente Jurídico da CEBRASSE – Central Brasileira do Setor de Serviços.
  • Sócio nº 2 e Fundador da ABAGA – Associação Brasileira da Alta Gastronomia.
  • Coordenador e ex-coordenador geral do PNBE – Pensamento Nacional das Bases Empresariais.
  • Membro de Conselhos importantes como o da Fundação Padre Anchieta (TV Cultura), Conselho Curador do São Paulo Convention & Visitors Bureau e dos Conselhos Estadual e Municipal de Turismo.

Além de sua atuação jurídica e empresarial, destaca-se como jornalista, palestrante e escritor, com diversos artigos publicados nos principais veículos do país e cinco livros de sucesso. Sua voz é essencial na defesa e no fomento do setor de alimentação fora do lar e serviços.

 

VAMOS COMEÇAR?

  1. Dr. Percival, o que motivou a ABRASEL a lançar MAR E RIO o MOVIMENTO “NÓS QUEREMOS” e quais são os principais objetivos dessa iniciativa?

O objetivo é ajudar a manter sadia a cadeia produtiva do setor de pescados, suas empresas, empregos que geram e as atividades dos pescadores artesanais, ameaçados pelos impactos do tarifaço dos americanos. sem dúvida, ela, como as demais, é um patrimônio nacional. e dar exemplo, em vez de ficar chorando, fazer do limão uma limonada, como ensina o ditado popular, para que este tipo de conduta se espalhe para outras cidades e para outros setores, como deliverys, supermercados, cozinhas coletivas, etc.

  1. Como o movimento pode beneficiar o setor de alimentação fora do lar, especialmente em tempos de desafios econômicos?

Na verdade, o movimento visava inicialmente o dito acima. quanto melhor estiver o país, melhor estarão suas empresas. mas, sem dúvida, a manutenção e o fortalecimento desse setor de pescados, e até as promoções que eles podem fazer, acabam por resultar em benefícios específicos para bares e restaurantes.

  1. Quais ações específicas estão sendo planejadas para mobilizar os empresários e a comunidade em torno dessa causa?

Juntamos as entidades do setor de pescados com o setor de restaurantes e estamos estimulando o consumo de pescados, estimulando restaurantes a fazerem promoções. eles também irão ajudar com promoções, aulas para chefs , receitas de iscas de peixes, promoção do peixe da semana no CEAGESP, etc.

 

 

4. Por fim, como os consumidores podem apoiar o movimento e contribuir para a valorização do que é produzido no brasil?

Apoiando as empresas nacionais, as que foram impactadas agora e as que podem ser no futuro, principalmente vindo de um presidente desrespeitoso, injusto, mas poderoso e imprevisível. o brasil está procurando um caminho independente de desenvolvimento, vendendo a quem quer comprar, sendo protagonista na área internacional. e isto parece incomodar, mas é o caminho que temos que trilhar para deixar de vez de ser um país atrasado e colonizado. vamos em frente pelo desenvolvimento nacional.

Agora, convidamos nossos leitores para continuarem esta conversa! Vocês têm alguma pergunta para o Dr. Percival ou para a equipe da ABRASEL. Deixem seus comentários aqui embaixo – estamos ansiosos para ler cada contribuição e responder às suas dúvidas!

Agradecemos a todos pela leitura e participação!


 Luiz Maggio .’.
Jornalista MTB 62420
Editor do Jornal Digital ClickUS – Acontecimentos Mundiais
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Patty Leone (Apresentadora do “Mala Pronta” e “Patty Leone Top Travels”)

Entrevistador: Luiz Maggio (Clickus Jornal Digital)

Olá, Patty Leone!

Seja muito bem-vinda ao Jornal Digital ClickUS.

Agradecemos muito por aceitar o nosso convite para esta entrevista. Sua participação é muito importante para nós e para nossos leitores.

Confirmamos que todas as suas respostas serão publicadas gratuitamente em nosso portal, com a devida autorização e sob sua total responsabilidade.

Vamos começar?

1. Com mais de 25 anos de carreira no turismo e visitas a mais de 70 países, quais foram os destinos que mais te surpreenderam e por quê?

Destinos internacionais o que me surpreendeu foi a Antártida. E principalmente o caminho que percorri pra chegar até lá

Malvinas, South Georgia, onde pude ver várias espécies de pinguins, baleias, focas, elefantes marinhos gigantescos, e ver como somos pequenos diante da natureza.

 

No Brasil vou citar a Paraíba. A primeira vez que visitei Joao Pessoa, meus amigos me perguntaram, o que vc vai fazer na Paraíba? E eu não sabia muito bem o que responder. Hoje, é um dos destinos queridinhos dos brasileiros. Pelas suas praias, águas quentinhas, seu belo São João. Mas pra mim, o melhor são as pessoas. Que quando te conhecem, fazem de tudo pra que você se divirta.

Minha frase é:

“O paraibano não tem filtro de amor.”

 

  1. Seus programas, como “Mala Pronta” e “Patty Leone Top Travels”, unem turismo, cultura e lifestyle. Como você transforma experiências de viagem em conteúdos tão envolventes para TV e redes sociais?

Quando comecei esse trabalho, queria poder mostrar para as pessoas, o quanto é importante viajar e conhecer outras culturas. Comecei no Instagram e hoje são dois canais de tv e o Youtube também.

Eu sou uma eterna criança. Me encanto com tudo. Pra mim encontrar as pessoas do local, experimentar a comida regional ou típica, visitar lugares inusitados, tudo me encanta. E essa capacidade de se encantar com as coisas simples da vida, chega a quem está em casa. E pra mim, quando encontro alguém que me conhece e assiste o programa e me diz

“Eu viajo com você!!” Todo o esforço vale a pena

 

  1. Recentemente, você recebeu o título de Personalidade do Turismo pela Secretaria Municipal de SP e de Cidadã João Pessoense pelo Governo da Paraíba. Como esses reconhecimentos impactam sua trajetória?

Receber esses prêmios, me dá a certeza de estar seguindo no caminho certo. Minha responsabilidade como apresentadora de um programa de viagem em nível nacional é imensa. O compromisso com bons conteúdos, com a verdade, é fundamental. No início de minha carreira como produtora de conteúdo de viagem, muitas pessoas não acreditaram no poder dessa mídia e na força que isso iria ter.

Mas como sempre acreditei, trabalhei e me joguei em todo esse novo mundo.

Agora estamos pouco a pouco colhendo os resultados.

E espero que os órgãos do turismo reconheçam meu trabalho mais e mais me ajudando a mostrar o quanto o turismo é potente para o crescimento de um país.

 

  1. Além da sua formação em Educação Física e Artes Plásticas, como essas áreas influenciam sua visão sobre viagens e a criação de seus conteúdos?

Digo sempre que tudo o que fazemos, estudamos ou nos dedicamos, faz parte de nossa bagagem pessoal e sempre será usada em algum momento.

É como uma bolsa de habilidades que carregamos conosco e usamos sempre que precisamos.

Ser professora de educação física me ajuda muito na comunicação clara com meu público, me ajuda nas aventuras que adoro fazer. Artes plásticas para as visitas aos castelos, ou catedrais que encontro no mundo todo.

Eu adoro ir a museus, ver obras clássicas e modernas, abre nossa cabeça e nossa percepção do mundo.

 

  1. Diante do cenário atual, como você enxerga o futuro do turismo brasileiro e quais as maiores oportunidades que você vislumbra para o setor nos próximos anos?

O turismo é o motor propulsor de divisas, empregos, educação. O Brasil é uma potência. As praias mais bonitas você encontra aqui. Nossa gastronomia tão diversificada em cada região do país, nosso povo tão solicito.

Precisamos ter atenção a qualidade da hotelaria, dos restaurantes, e das cidades em geral.

Cidades organizadas, limpas, e principalmente seguras.

Para o estrangeiro, o que mais impossibilita a viagem para o Brasil, são as notícias de tanta violência que eles recebem.

Precisamos de políticas públicas que olhem pra isso.

Os empresários investem na hotelaria, mas o governo precisa tratar com mais carinho nossas cidades.

Temos um caminho longo a percorrer, temos em torno de 6 milhões de turistas estrangeiros em nosso país anualmente, muito pouco em comparação com o tamanho do Brasil.

 

Considerações Finais:

Minha missão com meu trabalho é despertar o olhar para cada destino que visito, e trazer alegria pra dentro da casa de cada brasileiro que para, para me assistir.

É como se neste momento o telespectador abrisse a porte de casa pra mim. E eu me sento no sofá aquela 1 hora junto com ele.

Só tenho a agradecer a oportunidade de alcançar tanta gente.

 


 Luiz Maggio .’.
Jornalista MTB 62420
Editor do Jornal Digital ClickUS – Acontecimentos Mundiais
www.clickus.com.br 

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Sobre o Jornal Digital ClickUS
O ClickUS Jornal Digital é um veículo dedicado a promover o turismo, a cultura e os negócios no Brasil e no exterior. Com uma abordagem dinâmica e informativa, destacamos iniciativas e personalidades que contribuem para o desenvolvimento do setor.

Aguardo seus comentários e contribuições para enriquecer esta entrevista!

Atenciosamente,
Luiz Maggio – EDITOR

 

Apoio Jornalístico:

 

Em uma conversa esclarecedora para o Jornal Digital ClickUS, o especialista Pablo Kling compartilha suas percepções valiosas sobre o ecossistema WordPress. A entrevista aborda desde as tendências mais recentes em desenvolvimento, como o editor Gutenberg e o Full Site Editing (FSE), até dicas cruciais sobre segurança, performance e otimização para SEO. Kling também discute a importância de criar experiências digitais robustas e como se manter relevante em um mercado em constante evolução. Uma leitura essencial para desenvolvedores, agências e todos que utilizam a plataforma para construir presenças online de sucesso.

É uma honra tê-lo como entrevistado no ClickUS Jornal Digital! O Restaurante Ancestral se destaca não apenas por sua proposta gastronômica inovadora, mas por resgatar técnicas culinárias tradicionais e conectá-las à contemporaneidade. Sua liderança à frente deste projeto e sua trajetória no universo da gastronomia trazem uma perspectiva única para esta conversa.

Agradecemos desde já por compartilhar suas experiências e visões sobre:

  • resgate de saberes ancestrais na cozinha brasileira

  • O papel da gastronomia como agente de transformação cultural e social

  • Os desafios de manter autenticidade em escala comercial

Suas respostas enriquecerão nosso conteúdo e ajudarão a destacar o Restaurante Ancestral como referência no cenário gastronômico e turístico de Socorro – São Paulo.

“Ao responder, você autoriza integralmente a publicação de suas declarações e assume total responsabilidade pelo conteúdo fornecido.”

Rafael, com sua vasta experiência de 20 anos na gastronomia e uma formação que abrange desde a cozinha ancestral até passagens por culinárias internacionais, como você vê a evolução do paladar brasileiro e como o conceito de “cozinha ancestral” se posiciona nesse cenário contemporâneo?                                                                                                                                                     

Bom levando em consideração que o paladar brasileiro é bastante aberto a novos sabores, técnicas e serviços relacionado a gastronomia graças a enorme diversidade cultural e por ter um território grande! Onde temos insumos variados , onde podemos aplicar em todo tipo de culinária, seja pra adaptar a cozinhas clássicas como a francesa ou as mais peculiares como a asiática. Tenho pra mim que o conceito de cozinha ancestral vem pra agregar além de mais sabor, que na minha opinião tudo que é feito na brasa é mais saboroso e amplia ainda mais a qualidade do insumo tanto em sabor quanto em cor e textura, e também é muito bem aceito pelo fato da experiência de quem consome esse serviço, onde normalmente se encontra uma atmosfera mais leve e descontraída sem deixar o requinte de lado quando o serviço é bem feito, é também foge um pouco do tradicional! Todos esses fatores pra mim são oque atraem em mim e o público que eu atendo diariamente.

 

O Restaurante Ancestral está localizado dentro do Parque Pedra da Bela Vista. Como essa localização privilegiada influencia o conceito e a experiência gastronômica que vocês oferecem, e de que forma a culinária do Ancestral dialoga com a beleza natural e o potencial turístico da região de Socorro?                                                                                                                               

A influência da localização e vista que temos do parque e do restaurante é do tamanho da beleza do lugar!!! Ou seja influência em total no conceito de técnicas ancestrais utilizadas no restaurante! Já que a vibe de quem chega ao parque é de quem contempla a natureza o por do sol e todo espetáculo que esse fenômeno nos oferece! Sendo assim a ideia sempre foi ter a mesma vibe do visitante em nossos preparos, com muito fogo sabor e qualidade de insumos priorizando o frescor dos produtos empratamento robustos mas mantendo um requinte de quem busca alta gastronomia, ja que técnicas de cocção em brasa ja deixou de ser apenas um ” churrasquinho” a muito tempo!

 

Considerando sua trajetória diversificada em cozinhas de diferentes estilos e a especialização em técnicas de cocção em brasa, quais são os maiores desafios e as maiores recompensas de liderar um restaurante com uma proposta tão única como a do Ancestral?         

Nossa já passei por diversos estilos gastronômicos ( cozinha clássica francesa, asiática, italiana, cozinha industrial, confeitaria clássica e contemporânea) por todas sou encantado! Mas a que faz Meu coração bater mais forte e me motiva mais que as outras é com certeza a cozinha feita em brasa sem dúvidas, consigo selecionar mais recompensar doque desafios ou frustrações desde que comecei a aplicar essas técnicas.Os desafios se resumem em espaço muitas vezes inadequados para a prática de cocção em brasa, já que necessário um sistema de ventilação eficiente para que a fumaça não atrapalhe a experiência do cliente assim como mão de obra especializada também é em muitas vezes uma dificuldade.

Agora falando das coisas boas!!! Rsrs como disse sou apaixonado

Considerações Finais ou Informações Relevantes:

    Eu gostaria de agradecer  a visita e convidar a todos para virem provar os pratos e visitar nossos eventos gastronômicos cada vez mais elaborados, com vinhos espetaculares ou um Chopp geladinho.

 

Luiz Maggio .’.
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ABRAJET-SP realizará presstrip estratégico para Araçatuba e reforçará o potencial turístico do interior paulista

Jornalistas conhecerão os atrativos de Araçatuba em ação promovida pela ABRAJET-SP

A cidade de Araçatuba, localizada no noroeste do Estado de São Paulo, será o destino da próxima ação estratégica da ABRAJET-SP (Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo – Seccional São Paulo). Entre os dias 12 e 15 de junho de 2025, jornalistas especializados em turismo de diversas regiões do estado participarão de uma presstrip que tem como objetivo destacar os principais atrativos e consolidar o posicionamento da região como destino turístico estratégico e em plena expansão.

Integrante da Instância de Governança Regional (IGR) Tietê Vivo, Araçatuba vem ganhando notoriedade por sua ampla oferta de experiências ligadas ao turismo rural, de natureza, de aventura, esportivo, cultural e gastronômico. Com infraestrutura de qualidade e projetos voltados à valorização regional, o município se prepara para se tornar um dos principais polos turísticos do interior paulista.

Durante a visita técnica, os jornalistas convidados terão a oportunidade de vivenciar a hospitalidade local, conhecer de perto projetos de turismo sustentável e participar de atividades voltadas ao fortalecimento da economia criativa regional. Será um momento de imersão e conexão direta com lideranças, empreendedores e comunidades que formam o ecossistema turístico da região.

A programação, desenvolvida em parceria com a Prefeitura de Araçatuba e a Secretaria Municipal de Turismo, também inclui o envolvimento direto da imprensa especializada com o trade turístico local, criando uma vitrine de oportunidades para apresentação de iniciativas, produtos e rotas em desenvolvimento.

Para a presidente da ABRAJET-SP, jornalista Miriam Petrone, a presstrip tem um papel fundamental na ampliação da visibilidade dos destinos emergentes: ‘A presença da ABRAJET-SP em Araçatuba reforça nosso compromisso com a promoção dos destinos do interior e com o fortalecimento do turismo como força econômica e cultural. O jornalista de turismo é agente ativo na construção de pontes entre o viajante, as experiências e as políticas públicas’.

Segundo Sildemar Paulucci, Assessor Executivo da Secretaria de Turismo de Araçatuba e Diretor Técnico de Desenvolvimento Econômico e Turismo Sustentável da IGR Tietê Vivo, a ação vai além da divulgação institucional: ‘Esse encontro será extremamente importante, especialmente por reunir jornalistas especializados, operadores e agentes de viagens. Será uma oportunidade valiosa para troca de experiências, aprendizados e construção conjunta de soluções para o fortalecimento do turismo regional’. Ainda de acordo com ele, a visibilidade será ampliada com o encontro regional da IGR no dia 14 de junho, no Speed Park: ‘Estaremos reunindo todas as estâncias e municípios que integram a nossa região turística. Será um momento único de conexão, planejamento e promoção’.

A ação está em sintonia com a missão da ABRAJET-SP de impulsionar o turismo regional, fomentar pautas de interesse público e proporcionar aos seus associados experiências práticas e networking qualificado. A aposta em Araçatuba reafirma o compromisso da entidade com a interiorização do turismo e com o Brasil que pulsa fora dos grandes centros.

A expectativa é que a presstrip fortaleça a imagem da região, amplie a circulação de informações qualificadas na imprensa e contribua para consolidar Araçatuba no roteiro do turismo paulista e nacional.

Fotos: Divulgação
Matéria: ABRAJET-SP

 

Luiz Maggio
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Ilustração : Wagner Wilson, em 2022 quando o BitCoin alcançou a alta hstórica em 06/10/2022

Ilustração : Wagner Wilson

O Mundo Real

 
💸 O dinheiro ainda é real ? 

Por Wagner Wilson

 
    Em 1994, o Brasil lançava o Plano Real e, com ele, uma nova moeda que traria estabilidade à economia após anos de hiperinflação. O nome não foi escolhido por acaso: o “Real” pretendia representar um novo tempo — sólido, confiável, palpável. Três décadas depois, o nome permanece, mas o conceito de “real” tem se dissolvido entre telas, cliques e códigos.
    Vivemos em um tempo em que a economia se virtualiza a passos largos. Dinheiro em espécie virou exceção. Pagamentos acontecem por QR Code, carteira digital ou aproximação. Investimentos são feitos por apps que cabem no bolso. E o dinheiro — antes representado em cédulas — agora é um número na tela, muitas vezes distante da realidade concreta das pessoas.
 
    O avanço tecnológico e financeiro trouxe comodidade, democratização de serviços e novas possibilidades. Mas também trouxe riscos: a desmaterialização do dinheiro impacta a percepção de valor, o controle dos gastos e até a educação financeira básica. Muitos já não sabem quanto têm, só quanto podem parcelar. O risco do “consumo sem consciência” aumenta à medida que o dinheiro deixa de ser físico.
    Além disso, a economia digital amplifica desigualdades. Quem domina as ferramentas lucra; quem não tem acesso ou formação, se distancia. A moeda Real existe, mas o “mundo real” — aquele das filas no banco, do dinheiro contado, do pequeno comércio — vai sendo empurrado para as margens da nova lógica econômica.
    A virtualização da economia é inevitável. O desafio é fazer com que ela continue servindo ao humano, e não o contrário. Que a moeda Real não se torne apenas um símbolo do passado, mas um lembrete do que realmente importa: equilíbrio, valor e conexão com a vida concreta.
    Porque no fim, o que vale mesmo é saber como usar o dinheiro — seja ele digital ou impresso — para viver melhor no mundo real.
 
 
Veja mais em : 

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✒️ ENTREVISTA VIRTUAL COM TONY – BRASILEIROS NO TURISMO ESPORTIVO
Publicação no Jornal Digital ClickUS
Site: www.clickus.com.br

Prezado Tony,

Agradecemos sua disponibilidade para esta entrevista, que será publicada no Jornal Digital ClickUS.

 Em um cenário onde o Brasil se consolida como potência no turismo esportivo global, conversamos com Tony, um dos principais nomes por trás da expansão de corredores brasileiros em eventos internacionais. Com experiência em organizar provas como a Maratona de Sorocaba e as inéditas Cocoa Brazil International Marathon e Cocoa International Marathon (Flórida), ele revela insights sobre:

  • O boom do turismo esportivo brasileiro: com recordes na Maratona da Disney e fluxo crescente para a Flórida;

  • Estratégias para inclusão: como eventos como a Cocoa Marathon democratizam o acesso a corridas no exterior;

  • Dicas essenciais para quem sonha em competir internacionalmente.

“É mais que uma corrida: é realizar um sonho com a comodidade de ser atendido em português e parcelar sua inscrição”, destaca Tonny, que também é diretor da SBS Sports LLC, sediada na Flórida.

Leia a entrevista exclusiva abaixo e descubra como o Brasil está conquistando o mundo, um quilômetro de cada vez!

Declaração de Responsabilidade:
As informações fornecidas nesta entrevista são de inteira responsabilidade do entrevistado, que autoriza expressamente sua divulgação no Jornal Digital ClickUS e plataformas associadas.

 

✒️ ENTREVISTA COM TONNY – DESTAQUE BRASILEIRO NO TURISMO ESPORTIVO
1️⃣ Tony, o Brasil é o terceiro maior emissor de turistas para a Flórida e um dos países com mais vitórias na Maratona da Disney. Como você avalia o potencial do turismo esportivo brasileiro nesse cenário?

O POTENCIAL TURÍSTICO BRASILEIRO

Entendemos que realmente temos um grande fluxo de brasileiros participando de eventos internacionais. Por exemplo:

  • Cerca de 500 brasileiros participam da Maratona da Disney todo ano (em janeiro).

  • Desde 1994, o Brasil é o país com mais sucesso no evento, acumulando 22 vitórias no masculino e 7 no feminino, além de ter os campeões com mais títulos na história da prova.

Em 20241,1 milhão de brasileiros viajaram para a Flórida, um aumento de 8% em relação a 2023. O Brasil é o terceiro maior emissor de turistas para o estado, atrás apenas de Canadá e Reino Unido.

Diante disso, acreditamos que há um potencial turístico enorme em oferecer dois eventos brasileiros na Flórida (como a Maratona da Disney e a Cocoa International Marathon), pois:

  • Abre um novo nicho para quem busca experiências internacionais.

  • Oferece atendimento especializado para brasileiros (muitos não falam inglês e precisam de assistência).

  • Cria uma oportunidade para quem já está de férias em janeiro ou julho.


2️⃣ ✒️A COCOA BRAZIL INTERNATIONAL criou a Maratona de Cocoa como uma opção para quem não consegue vaga na Disney ou busca mais desafios. Na sua opinião, como iniciativas como essa impulsionam o esporte e a economia local?   POR QUE COCOA?

Cocoa Brazil International Marathon e a Cocoa International Marathon foram pensadas para:

  1. Aproveitar o fluxo turístico:

    • Cocoa fica à beira-mar, com apenas 19 mil habitantes (Distrito de Brevard).

    • O trajeto da maratona é totalmente plano e no asfalto, com saída no Riverfront Park.

  2. Datas estratégicas:

    • 18/01/2026: Uma semana após a Maratona da Disney, ideal para quem não conseguiu se inscrever ou quer outra opção.

    • 12/07/2026: Período de férias no Brasil, facilitando a viagem.


3️⃣ ✒️Você tem uma trajetória inspiradora em corridas internacionais. Qual conselho daria aos brasileiros que sonham em participar de eventos como a Disney ou Cocoa Marathon?

 

A EXPERIÊNCIA DO PARTICIPANTE

 

Como organizadores (e também corredores), entendemos o sonho de participar de um evento internacional:

  • Correr em um cenário único, realizando o desejo de viajar e competir no exterior.

  • Oferecer facilidades como parcelamento e suporte em português, tornando a experiência mais acessível.

“É como visitar um amigo: você é recebido com familiaridade, mesmo longe de casa.”


NOSSAS MARATONAS

Além dos eventos na Flórida, organizamos a Maratona de Sorocaba desde 2017, com 8 edições de sucesso.

Contato:

  • Antonio Muknicka: +55 15 99171-7717

  • Siteproeesp.com.br

  • Sede (EUA): SBS Sports LLC – 4351 NW 50th Drive, Apt #101, Gainesville, FL 32606

  • O ClickUS Jornal Digital – Acontecimentos Mundiais agradece a Tony Muknicka, fundador da ProEsport Eventos Esportivos e diretor da SBS Sports LLC (Flórida/EUA), por compartilhar conosco sua expertise no mercado de turismo esportivo internacional.

Tony, reconhecido por criar pontes entre corredores brasileiros e competições globais, revelou nesta entrevista exclusiva:

  • O segredo do sucesso brasileiro na Maratona da Disney

  • Como a Cocoa Marathon está revolucionando o turismo esportivo

  • Estratégias para atletas amadores realizarem o sonho de competir no exterior

“Nossa missão vai além de organizar provas – criamos experiências completas, com suporte em português e facilidades financeiras”, destaca o empreendedor.

Aos leitores: Quer saber como participar desses eventos ou tem dúvidas sobre turismo esportivo? Deixe seu comentário! As melhores perguntas poderão ser respondidas pelo próprio Tony em nosso próximo conteúdo.

Tony Muknicka, agradecemos por esta conversa inspiradora e desejamos continuado sucesso à ProEsport e à SBS Sports LLC em suas iniciativas globais.

Atenciosamente,


Luiz Maggio
Jornalista MTB 62420
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Em uma conversa exclusiva para o ClickUS Jornal Digital – Acontecimentos Mundiais, o renomado diretor de marketing 

André Mozetic (CONNECTA EXPO) recebeu nosso jornalista Luiz Maggio para um diálogo inspirador sobre os 45 anos

de transformações no mercado de feiras e eventos.

Nesta entrevista especial, Mozetic revela:

  • Os bastidores da consolidação da FISPAL como referência internacional
  • Estratégias inovadoras da CONNECTA EXPO no cenário pós-pandemia
  • Conselhos valiosos para jovens profissionais do setor
  • Visões sobre o futuro dos eventos regionais no Brasil

Uma jornada fascinante pela mente de um dos maiores especialistas do segmento!”

 

✒️Entrevista com André Mozetic – Diretor de Marketing da CONNECTA EXPO

André Mozetic, conte-nos um pouco sobre sua trajetória profissional. Como você
começou no setor de feiras e eventos e o que te motivou a seguir essa carreira?

Em primeiro lugar, quero agradecer a oportunidade de conversar com os leitores do Jornal Digital ClickUS.

Ingressei no setor de feiras aos 23 anos, atuando como vendedor de montagens em grandes
eventos, como COUROMODA, FENIT, SALÃO DO AUTOMÓVEL, entre outros, a maioria
promovida pelo Dr. Caio de Alcântara Machado.
Em 1983, os proprietários da empresa de montagem onde eu trabalhava com vendas e
projetos decidiram ingressar na área de promoção de feiras. Nessa nova fase, fui convidado a
atuar na área comercial e de planejamento, participando da criação da FISPAL – Feira de
Insumos para a Indústria de Alimentos.
Com o passar dos anos, a FISPAL cresceu e minha carreira também evoluiu. Nos anos 90,
assumi a Vice-Presidência do Grupo, liderando não apenas a FISPAL, mas também outros
eventos, como a ITF – Feira Internacional do Brasil, Américas Telecom, Conferência Mundial da
UNCTAD e diversas feiras setoriais em parceria com a REED, que começava a atuar no mercado
brasileiro.

Quais foram os principais desafios que você enfrentou ao longo dos seus 45 anos de
atuação no mercado, e como eles contribuíram para o profissional que você é hoje?

Acredito que o maior desafio da minha carreira, e também o maior incentivo, foi atuar em um
mercado dominado pela Alcântara, que contava com grandes gestores como Jair Saponari,
Evaristo Nascimento e o Dr. Caio. Esses líderes lotavam o Anhembi praticamente o ano todo,
enquanto eu lutava para fazer a FISPAL crescer e migrar do Palácio das Convenções para o
grande pavilhão.
Com esses profissionais, pude compreender a verdadeira dimensão de uma feira de negócios e
sua contribuição para a cidade, o turismo e o desenvolvimento do país. Além disso, tive a
oportunidade de aprender sobre a força do trabalho associativo na UBRAFE, onde criei o
primeiro Guia de Feiras do Brasil.

Você poderia compartilhar algum momento ou projeto que considera um marco na sua
carreira? Qual foi o seu trabalho de maior destaque e por quê?

Acredito que o grande desafio foi consolidar a FISPAL também como uma feira de alimentos, e
não apenas de processos e embalagens. Já em sua sétima edição, ela se destacava como uma
das maiores feiras internacionais do setor.
A gastronomia foi fundamental para essa conquista, pois a distribuição já era atendida pela
Feira ABRAS de Supermercados. Na época, pouco se falava sobre a importância dos chefs de

cozinha para o setor. Foi então que conheci o Chef Laurent Suaudeau, e juntos iniciamos o
Gourmet Show e outras atrações voltadas ao crescente mercado da gastronomia.
Em apenas três edições, a Fispal Alimentos passou a ocupar o Expo Center Norte, sendo
realizada simultaneamente com a Fispal Tecnologia, que já lotava o Anhembi.
Essa realização simultânea resultou em um dos maiores eventos realizados em pavilhões no
Brasil, totalizando 56.700 m² de área útil ocupada.

Como você vê a evolução do setor de feiras e eventos ao longo das décadas, e qual tem
sido o seu papel nessa transformação?

A tecnologia gerou grandes avanços operacionais e técnicos para feiras e eventos . Entretanto
tenho notado que principais feiras estão diminuído no Brasil , enquanto que no exterior
continuam crescendo .
Após a venda da Fispal, me dediquei a realizar eventos regionais e prestar consultorias para
associações e investidores . Hoje participo de uma sociedade que realiza eventos em Minas
Gerais e Goiás nas áreas de Tecnologia e Agronegócio .
Hoje com a MINAS INOVATEC e UBERÂNDIA SUMMIT , conseguimos atender todos Triângulo
Mineiro e acelerando o processo de regionalização em setores como Educação , Hospitalidade
, Defesa e Segurança.

Quais são as pessoas ou profissionais que mais te inspiraram ao longo da sua carreira?

Sem dúvida, Dr. Caio de Alcântara Machado está no topo da lista, junto com seus executivos
Rafael Guagliardi, Evaristo Nascimento e Jair Saponari, no setor de feiras.
No campo institucional, destaco o Ministro Rubens Ricupero, com quem realizei a Conferência
Mundial da UNCTAD no Brasil.
Já no campo operacional, meu irmão Ronaldo Almeida, da TTI Embragem, teve um papel
essencial ao viabilizar a liberação de equipamentos, produtos e serviços de mais de 30 países
para a Fispal, Américas Telecon e outros grandes eventos que promovemos.

 Além da sua atuação profissional, o que mais te motiva e inspira no dia a dia?

Por ter três netos, sinto a responsabilidade de olhar para o futuro. Ao realizar um evento como
o MINAS EDUCATECH, que busca identificar as profissões do futuro e orientar milhares de
jovens em suas escolhas, tenho a certeza de estar contribuindo com algo significativo para o
meu país.

Qual é a sua mensagem para jovens profissionais que desejam seguir carreira no setor de
feiras e eventos?

O sucesso de um profissional do setor de feiras e eventos está diretamente ligado ao sucesso
que seu cliente alcança em uma realização sob sua responsabilidade. Ao trazer uma empresa
como expositora para uma feira, automaticamente nos tornamos parte do seu time de
marketing e vendas.  Portanto, faça sempre o melhor pelo seu cliente!

André Mozetic, como você chegou à CONNECTA EXPO e qual tem sido o seu papel como
Diretor de Marketing da empresa?

A CONNECTA EXPO nasceu da vontade de três amigos que, após 20 anos à frente de uma das
maiores feiras de Uberlândia, a MINAS EXPOMIX, decidiram retornar ao mercado,
aposentando a aposentadoria.
Começamos com eventos nas áreas de tecnologia e gestão da inovação, promovendo um
fórum com duas feiras integradas, que, segundo o Governo de Minas Gerais, já se destacam
como eventos de grande relevância no Estado.
A partir desse sucesso, estamos expandindo nossa atuação para os setores de educação,
agronegócio e defesa.

Quais são os principais serviços e diferenciais oferecidos pela CONNECTA EXPO para
organizadores de eventos e expositores?

Na CONNECTA EXPO, somos especialistas na geração de conteúdo relevante para o dia a dia
das empresas. Investimos em palestrantes renomados e especialistas nos principais temas da
atualidade.
Além disso, realizamos workshops nas Arenas do Conhecimento e promovemos feiras
integradas, oferecendo soluções alinhadas às demandas dos visitantes compradores.
Essa estratégia tem impulsionado nosso crescimento, com um aumento de 40% na área
ocupada e 70% na qualificada visitação ao ano.

 

 

Como a CONNECTA EXPO se prepara para atender às demandas do mercado de feiras e
eventos, especialmente em um cenário pós pandemia?

Ainda na FISPAL, implementei o conceito de que uma feira acontece o ano todo, e não apenas
nos dias do evento. Na CONNECTA, seguimos essa mesma abordagem, promovendo eventos
prévios, debates com associações e o meio acadêmico, fóruns setoriais e planejando as Arenas
do Conhecimento ao longo do ano.
Além disso, estamos finalizando nosso portal, que contará com palestras, cursos, radar de
oportunidades de negócios, um observatório de inovação e outras ferramentas para
impulsionar conexões e negócios.

Quais são os maiores desafios enfrentados pela CONNECTA EXPO no setor de feiras e
eventos, e como a empresa tem trabalhado para superá-los?

 

Um dos maiores desafios de um promotor de feiras é enfrentar a concorrência predatória, que
não apenas compromete a qualidade dos eventos, mas também frustra expositores em feiras
mal organizadas.

Ainda há no Brasil aventureiros que acreditam que realizar uma feira se resume à locação de
espaço, um folheto e promessas. Embora essas práticas criem desafios, também nos motivam
a oferecer sempre mais para nossos clientes, visitantes e eventos.
O sucesso de uma feira vai além da promoção – envolve montagem, logística, segurança e
serviços eficientes. Para garantir um evento de qualidade, tudo precisa funcionar com precisão
e segurança.

Como você vê o futuro da CONNECTA EXPO e do setor de feiras e eventos no Brasil?

Vivemos em um verdadeiro continente chamado Brasil, onde as oportunidades de mercado
crescem exponencialmente. Somos um país de empreendedores, com muito a desenvolver, ao
contrário de mercados já consolidados em outros países.
A regionalização é uma tendência cada vez mais reconhecida pelas empresas, que veem nas
feiras e eventos uma chance de expandir negócios e construir relacionamentos além de sua
base instalada.
Quando uma empresa sai de São Paulo e se apresenta no interior, tem a oportunidade de
demonstrar suas soluções diretamente para toda a equipe de um cliente, facilitando a decisão
de compra.
Na CONNECTA, mantemos uma comunicação e marketing de alta frequência, sempre
alinhados às demandas do mercado para oferecer o melhor atendimento..

Qual é a sua mensagem para organizadores de eventos e empresas que estão
considerando participar ou se associar à CONNECTA EXPO?

Participar de uma feira de negócios da CONNECTA EXPO oferece vantagens estratégicas para
empresas e profissionais.
Principais Benefícios:
 Novos Negócios – Conecte-se com clientes qualificados, tomadores de decisão e
expanda sua rede de contatos.
 Maior Visibilidade – Fortaleça sua marca e apresente produtos para um público
altamente segmentado.
 Conteúdo Relevante – Acesse palestras, workshops e debates com especialistas
renomados.
 Experiência Imersiva – Participe de Arenas do Conhecimento e feiras integradas,
ampliando sua visão de mercado.
 Suporte Estratégico – Eventos com planejamento, marketing contínuo e infraestrutura
para potencializar seus resultados.
A CONNECTA EXPO vai além da exposição, criando relacionamentos sólidos e oportunidades
reais de crescimento.


ClickUS Jornal Digital – Acontecimentos Mundiais agradece ao André Mozetic, diretor de marketing da CONNECTA EXPO, por esta entrevista repleta de insights valiosos sobre o mercado de feiras e eventos. 

Aos nossos leitores: se tiverem dúvidas ou quiserem debater algum ponto abordado, deixem seus comentários abaixo! Teremos prazer em responder e, quem sabe, até levar suas perguntas ao próprio André Mozetic em um próximo encontro.

André, nosso especial agradecimento por compartilhar tanto conhecimento conosco. Desejamos sucesso contínuo à CONNECTA EXPO e à sua brilhante carreira!

Atenciosamente,

Luiz Maggio .’.
Jornalista MTB 62420
Editor do Jornal Digital ClickUS – Acontecimentos Mundiais    www.clickus.com.br 

Conselheiro de Turismo do Estado de SP – CONTURESP
Conselheiro de Turismo do Município de SP – COMTUR
Vice-Presidente da ABRAJET SP
E-mail: luizmaggio@gmail.com
WhatsApp: +55 (11) 98270-1536

Sobre o Jornal Digital ClickUS
O ClickUS Jornal Digital é um veículo dedicado a promover o turismo, a cultura e os negócios no Brasil e no exterior. Com uma abordagem dinâmica e informativa, destacamos iniciativas e personalidades que contribuem para o desenvolvimento do setor.

Aguardo seus comentários ,perguntas e contribuições na matéria para enriquecer esta entrevista!

Atenciosamente,
Luiz Maggio – EDITOR

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