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Brasil terá uma política pública para promoção de Destinos Turísticos Inteligentes (DTI).
Confira todo o conteúdo no link abaixo.
https://www.programatradetur.com.br/post/brasil-ter%C3%A1-dti-destinos-tur%C3%ADsticos-inteligentes
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No dia 01/09/2021, entrou no ar a campanha ”Brasil um destino sem comparações”
Criada pelo time de voluntários do Movimento Supera Turismo Brasil a LATAM através da liderança de Jerome Cadier, fez questão de disponibilizar as telas de suas aeronaves para a exibição da campanha! Um grande feito, que com certeza fortalece nosso segmento!
A campanha enaltece as belezas do Brasil que de fato é incomparável, com tradução em inglês, espanhol, mandarim, japonês e francês todos os vídeos estão disponíveis para uso no site www.movimentosuperaturismo.com.br a intenção é atrair os turistas gringos para o Brasil, assim que as fronteiras estiverem abertas.
O Movimento que tem como objetivo fortalecer todos os elos da cadeia do turismo prova mais uma vez que com união somos mais fortes!
A mesma campanha entra no ar no break da TV Cultura, que gentilmente através de seu Diretor Comercial, Rogério Sesma, abriu espaço para o turismo, entendendo a necessidade de apoiar o segmento neste momento de retomada, para que as empresas possam voltar a investir e se comunicar.
Continuamos unidos e trabalhando forte para uma retomada segura e célere!

Brasil terá uma política pública para promoção de Destinos Turísticos Inteligentes (DTI).
Confira todo o conteúdo no link abaixo.
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Análise histórica da trajetória de o Presidente Rodrigues Alves no
CLICKus ACONTECIMENTOS MUNDIAIS por Ivan Leroy (jornalista)
Rodrigues Alves foi um político brasileiro, 5° Presidente da República do Brasil (3° presidente civil), que governou o país de 1902 a 1906, no período denominado “República Velha” (1889-1930) após o mandato de Campos Sales. Fazendeiro paulista, Alves representou uma importante figura, apoiada pelas oligarquias cafeeiras.
RODRIGUES ALVES: ESCRAVOCRATA, ABOLICIONISTA E REPUBLICANO
Francisco de Paula Rodrigues Alves, o Conselheiro do Império, o primeiro Presidente da República a ser reeleito no Brasil, casou-se com uma mulher muito feia mas com um grande dote. Era filha de uma família milionária à época.
Todo o patrimônio por Rodrigues Alves aquilatado ele delegava aos irmãos e amigos para dirigi-los, porque o Conselheiro teve muitos cargos públicos e políticos em sua vida e não lhe sobrava tempo para cuidar pessoalmente do seu imenso patrimônio.
Quanto ao fato de ele ter sido ou não escravocrata, ele foi e não foi, isto é, enquanto não havia galgado os patamares de o Império, quem cuidava de suas fazendas utilizava a mão de obra usual, de escravos. Depois que foi acolhido à Corte Imperial, como Conselheiro, foi “obrigado” a assumir as bandeiras da família real que, e’ do conhecimento geral, era abolicionista.
Antes, Rodrigues Alves, defendendo seus interesses e os de quem apoiava suas campanhas políticas, chegou a publicar na Imprensa textos a favor dos escravocratas.
Depois de adentrar à Corte foi “obrigado” a tomar posição abolicionista e o fez com muito sucesso à ponto de comemorar enfaticamente as conquistas e atos que culminaram com a Abolição total.
No entanto, como político funciona como a Moda, aderiu logo logo à forra dos fazendeiros escravocratas contra o Império, invertendo sua posição política e aderindo à República que foi proclamada em 1889.
14 anos após, em 1903, Rodrigues Alves já estava sentado na cadeira do Presidente da República como o líder máximo da Política Brasileira.
Resumindo para responder sua dúvida: Rodrigues foi escravocrata, abolicionista e republicano quando lhe convinha.
Foi genial estrategista. Soube ocupar todos os espaços políticos nos momentos cruciais. Antevia com precisão como estar no centro das atenções e como tirar o melhor proveito nas diversas posições que ocupou.
Rodrigues Alves foi um dos mais capacitados políticos da História do Brasil. Tanto que foi o primeiro Presidente a se reeleger.
Tiro o chapéu e me orgulho de ser conterrâneo do Conselheiro, um homem sábio, bem à frente do seu tempo.

Autor: Ivan Leyraud Moniz Ribeiro Filho
Diretor de Operações da ABRAJET Nacional
Diretor de Operações Especiais e Contábeis da ABRAJET Seccional São Paulo
Diretor Financeiro do Grupo Oben Prime Tax Intelligence.
Afonso Braga | REDE CÂMARA
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29ª EDIÇÃO
01 de outubro de 2020
O ESTADO DE SÃO PAULO ESTÁ PREPARADO PRA RECEBER TODO MUNDO
Em tempos de pandemia, segurança é tudo. Por isso, os protocolos adotados pelas companhias aéreas, hotéis, resorts, pousadas, bares, restaurantes e espaços para eventos são seguidos com rigor. Tudo para garantir o bem-estar e a segurança de nossos visitantes e de todos os colaboradores. Siga os protocolos e conte sempre com a gente. Assista os vídeos que preparamos para você no link abaixo.
ESTADO DE SÃO PAULO RECEBE SELO DE SEGURANÇA DO WTTC
Os protocolos de segurança previstos pelo Plano São Paulo foram reconhecidos pelo Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), que concedeu ao Estado o “Safe Travels”, selo que atesta as boas práticas dos governos e empresas quanto à higiene e segurança sanitária. Os protocolos alinham os setores público e privado por meio de padrões para garantir a segurança dos colaboradores e viajantes.
ANHEMBI VAI TER PISCINA, QUADRA E PISTA DE CAMINHADA, DIZ COVAS
O prefeito Bruno Covas afirmou que o Sambódromo do Anhembi irá virar área de lazer a partir do final de outubro. O anúncio foi feito nesta segunda-feira . Em vez de privatizar, a prefeitura anunciou a concessão do espaço e a gestão da área será responsabilidade da futura concessionária. Covas explicou a decisão. “Faltam áreas de lazer na cidade de São Paulo, e aqui é um espaço bem localizado, muito pouco utilizado fora do período de carnaval, e que agora vai poder ser utilizado pela população durante a semana e depois aos finais de semana, quando os parques reabrirem”.
AGÊNCIAS DE VIAGENS MOVIMENTAM R$ 1º BILHÕES POR ANO NO BRASIL
Com apoio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a Federação Nacional de Turismo (Fenactur) produziu um estudo especial sobre as características e particularidades do setor de agenciamento de viagens no Brasil, que reúne aproximadamente 23 mil agências de Turismo e gera cerca de R$ 10 bilhões em serviços por ano, com valor adicionado de R$ 6,3 bilhões. As passagens aéreas representam 42% das vendas das agências de viagens, seguidas por pacotes turísticos (35%) e hospedagem (13%). O estudo revela ainda que 56% das vendas são para pessoas físicas e 38% para as empresas privadas. Os destinos nacionais (55%) são a preferência da maioria dos brasileiros, em comparação com as viagens internacionais (45%).
COMO VAMOS VIAJAR? OS IMPACTOS DA PANDEMIA EM AVIÕES, FRONTEIRAS E TURISMO
Setembro marca os seis meses desde que a Organização Mundial da Saúde classificou o novo coronavírus como pandemia. De lá para cá, o mundo do turismo foi seriamente afetado pela covid-19, que causou fechamentos de fronteiras internacionais, cancelamentos massivos de voos, mudanças drásticas nos protocolos sanitários dos aeroportos e gerou muitos outros impactos que alteraram a dinâmica das viagens por todo o planeta. Veja algumas das principais consequências que a pandemia teve sobre o turismo dentro do Brasil e ao redor do globo.
Fundação 25 de Janeiro – São Paulo Convention & Visitors Bureau – Entidade de direito privado que trabalha para o incremento do turismo no Estado de São Paulo.

Dicas recomendam os produtos certos para que todos possam desfrutar de bons momentos com seus bichinhos neste verão.
Um animal de estimação é o companheiro de muitas horas. Quando chega o verão e o período de férias, diversas pessoas costumam levá-los a todo lugar, inclusive para a piscina.
Mas a dúvida é sempre a mesma, será que é recomendável? Segundo o técnico em piscinas, Fábio Forlenza, conhecido como Dr. Piscina, os animais também podem desfrutar desses momentos agradáveis de lazer em família.
Porém, certos cuidados devem ser tomados com a água para que todos possam aproveitar a diversão com tranquilidade e segurança. Forlenza afirma que os bichos de estimação, desde que estejam em boas condições de saúde, podem entrar normalmente na piscina. “É importante ressaltar que isso só deve ser feito com uma autorização prévia do veterinário, pois alguns animais são muito sensíveis, outros não podem molhar as orelhas e
alguns precisam ser secados logo após o banho”, afirma o técnico.
Segundo o profissional, é muito importante manter uma higiene adequada da água e estar atento às diversas doenças que podem acometer humanos e animais. “Um alerta é lembrar que bichos domésticos, como cães e gatos, mesmo que sejam pertencentes à família, são irracionais e não têm um comportamento higiênico adequado. Por isso, devemos vigiá-los próximo à piscina “, explica. Para garantir a segurança do melhor amigo da família é preciso ficar atento à saída da piscina, pois se a borda ou o piso forem escorregadios, o animal não conseguirá sair, correndo o risco de afogamento. Se o nível da água estiver muito baixo, isso também poderá dificultar a saída, mesmo de bichos maiores.
Para ter uma piscina limpa e sanitizada para todos, o ideal é que a água esteja com o pH ajustado entres os níveis 7,0 e 7,4. “O principal fator é manter o nível de cloro adequado para garantir a desinfecção antes e após o banho do animal. A concentração recomendada é de 1 a 3 ppm (parte por milhão). Caso o animal urine ou defeque na água, é necessária uma supercloração de choque, utilizando 14 partes de cloro para cada mil litros de água”, explica Forlenza.
Produtos usados nas dosagens recomendadas de manutenção não causam nenhum problema para os animais. Para facilitar o tratamento diário das piscinas e para que todos possam desfrutar de momentos agradáveis.
Brinque em segurança com seu animal
– Manter a água da piscina sempre muito bem tratada, especialmente com relação à quantidade de cloro, que mata as bactérias e os microorganismos.
– Quando necessário, realizar uma supercloração logo após o uso da piscina pelos animais.
– Monitorar os níveis de pH e alcalinidade e mantê-los sempre no nível ideal.
Iniciativa prevê intervenções em estradas para valorizar a experiência do viajante; proposta foi recebida pela Secretaria de Logística de Transportes do Estado de São Paulo
A Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo entregou nesta quinta-feira (14) à Secretaria de Logística e Transportes o caderno técnico com o projeto de rotas cênicas para as estradas do Vale do Ribeira. Anunciada em março pelo Governador João Doria, a iniciativa prevê uma série de intervenções em rodovias paulistas para valorizar mais a experiência do viajante – skywalks (passarelas elevadas), paradouros, mirantes e postos de informações.
A Secretaria de Logística e Transportes vai incorporar a projeto ao edital de recuperação das estradas do Vale do Ribeira, que devem receber R$ 200 milhões em investimentos, incluindo as adequações necessárias para viabilizar as rotas cênicas.
As próximas regiões previstas para receber este tipo de rotas são Mantiqueira, Circuito das Águas e Litoral Norte. “São Paulo, que hoje já tem as melhores estradas do país, também terá as mais agradáveis. Estas rodovias deixarão de ser apenas um caminho até o destino. O turismo é isso: experiência”, disse o secretário estadual de Turismo, Vinicius Lummertz.
Para o secretário de Logística e Transportes, João Octaviano Machado Neto, o projeto será transformador para São Paulo, onde há um potencial enorme. “O DER tem expertise e está preparado para realizar um projeto como esse. O retorno do turismo regional será a alavanca para a retomada do desenvolvimento no Estado. Esse é o momento para criar e materializar estas iniciativas”, afirmou.
A apresentação da proposta desenvolvida pela Secretaria de Turismo foi feita na manhã durante uma conferência online com mais de 70 pessoas, incluindo as equipes técnicas de quatro secretarias de Estado (Turismo, Logística e Transportes, Meio Ambiente e Infraestrutura e Desenvolvimento Regional), além de prefeitos, secretários e integrantes do Consórcio Intermunicipal do Vale do Ribeira.
VALE DO FUTURO
As rotas cênicas do Vale do Ribeira integram uma ação ainda maior do Governo de São Paulo, o Vale do Futuro, que prevê investimentos de R$ 2 bilhões para 22 municípios da região. “O Vale do Futuro é constituído de parcerias com prefeituras, comunidades locais e organizações da sociedade civil para implementar projetos de desenvolvimento sustentável, geração de renda, conservação e melhoria da qualidade de vida da população. O programa já começou sua ação de transformação regional, organizando ações em várias áreas, como esta das rotas cênicas”, disse o secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi.
Dentro do pacote, está ainda a concessão dos parques estaduais turísticos do Alto Ribeira (Petar), Carlos Botelho e Intervales à iniciativa privada. “O projeto de rotas cênicas é bem-vindo e representa uma ótima oportunidade de trabalharmos de forma integrada para aumentar os atrativos e estimular as visitas dentro do programa de concessões dos parques”, afirmou o secretário de Meio Ambiente e Infraestrutura, Marcos Penido.
O outro lado do turismoSabemos que o Covid-19 (Coronavirus) está fazendo uma devastação na economia mundial e o setor mais atingido é sem sombra de dúvida, o turismo.
Vemos muita movimentação por parte das autoridades federal, estadual e até municipal para resolverem os problemas de ordem econômica para as empresas afetadas neste setor. Muitos são os cuidados que estão tomando para salvaguardar os direitos do consumidor que não puderam viajar por conta da pandemia mundial que se espalha rapidamente.
A razão pela qual, e a forma de resolver tudo isto, ainda está longe de ter um desfecho onde ambas as partes estarão satisfeitas. Se por um lado temos as empresas aéreas, empresas de ônibus, trens, hotéis, parques e outros tendo de oferecer remarcação para outro período sem custo algum para o consumidor, ou mesmo em muitos casos o reembolso. Temos na outra ponta o consumidor, que sabe que mais tarde terá de pagar a conta, pois as tarifas não serão as mesmas e o complemento de valor maior terá de ser feito, tendo o consumidor que pagar ônus deste colapso de alguma forma. Ou esperar 12 meses para receber os valores do reembolso.
Na cadeia desta grande catástrofe estão as empresas que tem como arcar com os custos de remarcação, cancelamentos e desistência das viagens. Empresas que estão bonificadas por ações do governo com alguns incentivos fiscais, funcionários que terão seus salários garantidos, mesmo que as empresas não operem.
Mas, temos um lado que poucos comentam, ou mesmo, que são ignorados nesta cadeia do turismo.
Os agentes de viagem
Ouvimos falar das agências, grandes ou pequenas, das operadoras, que o consumidor comum nem sabe a importância delas numa viagem, novamente das aéreas, mas não ouvimos falar destes profissionais que são os responsáveis pelo sucesso da viagem em mais de 90% dos casos. São estes profissionais que pilotam a “nave mãe” do turismo. Ouvindo o desejo dos clientes e fabricando a realização dos sonhos. São estes profissionais que na maioria absoluta trabalham em carreira solo, sem ter respaldo de grandes agencias porque não são funcionários, apenas colaboradores informais, muitos até dentro dos padrões da formalidade como empreendedor individual ou mesmo como micro empresas, mas que não aparecem na cadeia como algo relevante para que sejam notados.
A pergunta que ecoa entre estes profissionais é muito simples, não tem nada de enigmático, simplesmente querem saber como farão para enfrentar este inimigo oculto que todos estamos enfrentando, mas, para eles significa que não terão como arcar com as despesas mensais se as viagens continuarem a serem canceladas.
Simples, se acompanharmos pela cadeia como funciona o rendimento destes profissionais. O pagamento é feito através de comissões das viagens vendidas e muitas vezes divididos por partes, de acordo com o parcelamento, não é via de regra, mas pode acontecer. Trabalham home office para não terem despesas maiores, se sujeitam a taxas as vezes baixas, e são eles que resolvem tudo para o cliente, para que saiam satisfeitos e voltem a comprar. Outros agentes se aventuraram a abrirem suas próprias agencias, mas não são grandes o suficiente para aguentarem uma quebradeira financeira nestas proporções que o Covid-19 tem impingido ao mercado. Algumas destas pequenas agencias podem ser comparadas aos agentes em carreiras solo, que não conseguirão suportar os reembolsos, salários, despesas de aluguel e outras despesas fixas. E fazendo justiça a estas pequenas empresas, vale mencionar que elas procuram honrar a satisfação dos clientes e agem dentro da lei não cobrando taxa de cancelamento como as grandes, mesmo sabendo que é ilegal, fazem.
Voltando aos agentes de viagem, estes profissionais serão os mais atingidos, sem a perspectiva de novas marcações de viagens, seja com novos ou antigos clientes. Quem viajará em curto espaço de tempo mesmo que o vírus maldito tenha ido embora?
Imaginando positivamente que o Covid-19 deixa de ser ameaça mundial daqui uns dois ou três meses, quem terá dinheiro para viajar, ou mesmo vontade, se muitas pessoas perderão entes queridos e ainda estarão sob o medo da dúvida se realmente acabou ou não a ameaça deste inimigo invisível.
Estes profissionais, que não ouvimos ser mencionada a classe, que trabalham para que os grandes tenham cada vez mais êxito, estão esperando que numa destas medidas e resoluções do governo sobre alguma para eles. Oferecendo alguma saída para os meses que ficarão sem trabalho. Porque sem trabalho ficarão sem rendimento.
Sabemos que profissionais de outras áreas também não tem esperança para sobreviverem a sombria realidade de escassez financeira. A preocupação de todos é saber se o governo irá criar alguma saída para todos. Demissão em massa, redução da jornada de trabalho, receber seguro desemprego são alguns dos itens apontados pelo Ministro do Turismo num pleito apresentado ao presidente da República, mas que infelizmente, se sair do papel irá causar mais danos do que solução. Quais medidas estão sendo tomadas para ajudar os agentes de viagem?
Esperamos que outras profissões ligadas ou não ao turismo, e que também foram atingidas por esta pandemia, possam ser contempladas com medidas justas e soluções justas.
O turismo é apontado no mundo como a solução para o desenvolvimento econômico como um milagre. Acreditamos que seja mesmo. Por isso ações para preservar estes profissionais seja tão urgente quanto salvar as grandes empresas.
Que o governo crie medidas e esperança.
The other side of tourism
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