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 Luiz MAGGIO do Jornal CLICKus Entrevista:  Rubens Alves Cahin, Diretor de Comunicação na Associação Pró Centro

 

                                   

Rubens  Cahin     1- Qual o motivo por trás da escolha do nome “Pró Centro” para a associação?

Mostrar que a associação trabalha a favor e em defesa do Centro de São Paulo. Que é a união de pessoas que trabalham e pensam em prol do Centro. Apesar da semelhança, não há ligação com o antigo programa Pro Centro da prefeitura.

2- Como você se sente sendo parte de uma associação com a proposta de promover o desenvolvimento e valorização da região central de São Paulo? Qual é a proposta de trabalho do Pró Centro?

O objetivo da Associação Pró Centro é promover o desenvolvimento e valorização do Centro de São Paulo, através de projetos e ações que buscam crescimento econômico sustentável aumentando as oportunidades de negócios, a qualidade de vida da população e emprego. Temos como propostas: desenvolvimento socioeconômico, intervenções urbanísticas, geração de emprego e renda, desburocratização e zeladoria. O trabalho voluntário em favor a comunidade, é muito gratificante. Sinto muito orgulho de ser um associado e diretor do Pró-Centro.

3- Como foi o processo de desenvolvimento do Pró Centro desde sua fundação até os dias atuais?

Em 2019, o Pró Centro foi idealizado por um grupo de empresários e empreendedores do Centro de São Paulo, que sentiam falta de representatividade nos temas que envolviam da região. No decorrer do tempo, o grupo foi tomando corpo e surgiu a necessidade de formalização e maior organização, para que a atuação fosse mais eficiente. Em razão disso, em julho de 2021, esse grupo decidiu constituir a Associação. Importante dizer que, desde a sua fundação, a Associação acompanha de perto todos os processos legislativos que envolvem temas da região central, e pauta demandas junto ao poder executivo. Todas essas atuações sempre são respaldadas em fundamentos técnicos, estudos e análises de viabilidade, e isso certamente, tanto perante o poder público, quanto à sociedade civil, fez com que o Pró-Centro criasse a representatividade que tem hoje.

4- Houve mudança de liderança ou gestão no Pró Centro ao longo do tempo? Como você enxerga essas transições?

Em julho do ano passado ocorreu a primeira eleição na associação. Mantiveram-se o Presidente Marcone Moraes, o Vice-Presidente Fábio Redondo e alguns diretores. Eu não fazia parte do quadro da diretoria da gestão anterior, mas fui convidado a compor a chapa eleita, como Diretor de Comunicação. Enxergo com bons olhos essas transições, porque além de novas ideias, como somos voluntários, dependendo do momento de vida de cada um dos diretores, uns podem se dedicar mais, outros menos. Com as eleições pode se renovar o quadro, com pessoas com maiores disponibilidades de tempo para o trabalho na associação.

5- O Pró Centro sempre esteve concentrado nos distritos Sé e República ou já teve atuação em outras áreas? Se houve mudança, qual foi o motivo?

Sim, sempre foram os distritos Sé e República nossa área de atuação.

6- Qual era sua ocupação profissional antes de se envolver com o Pró Centro? Esse tipo de iniciativa sempre foi um objetivo seu?

Trabalho no mercado imobiliário desde 2017. No final do ano passado, virei sócio da empresa Fest Desenvolvimento Imobiliário, que atua com mais força na Zona Norte de São Paulo, mas atualmente estamos prospectando novos negócios no Centro também. Desde criança, meus pais me ensinaram a importância de um trabalho complementar voluntariado em favor da comunidade. Quando conheci o Pró Centro, vi que os ideais e princípios se alinham aos meus, por isso resolvi me associar. Aprendo muito na associação. Através dela, conheci muitas pessoas boas, moradores do centro, empresários, advogados, artistas, jornalistas, deputados estaduais, vereadores, secretários municipais e estaduais, entre outros. Todos têm uma história especial com o centro e em todos esses relacionamentos eu aprendo algo novo.

7- A associação conta com uma base de membros estável e engajada ou ela varia conforme diferentes períodos ou circunstâncias?

Os associados e diretores são muito plurais, mas o engajamento é evidente. Cada um contribui de acordo com sua disponibilidade e, principalmente, aptidão. Como lidamos com temas diversos, isso é muito interessante e produtivo!

8- Existe algum programa ou projeto do Pró Centro que se destaca ou faz sucesso? Qual é a inspiração por trás dessas iniciativas?

Algumas se destacam, como as articulações que fizemos na elaboração da Lei do Retro fit e o PIU Central. Mas para mim, a que mais se destaca é a nossa iniciativa para o Programa Ruas Abertas – Av. São João. Foi idealizada por nós, levamos a ideia para prefeitura, onde foi bem recepcionada. Foi um longo processo, muitas reuniões com secretarias e órgãos municipais. Participamos de todas as consultas e audiência pública a respeito deste projeto. Já foi realizado um teste no domingo, 21 de janeiro deste ano, o qual foi um sucesso. Houve repercussão positiva na mídia e chegou a ser capa de um jornal de grande circulação. Neste momento, este projeto está ainda em trâmite na prefeitura. Torço para que seja aprovado o quanto antes.

9- Em sua experiência, qual é o período do ano ou momento em que o Pró Centro costuma ter mais atividades ou movimento?

O Pró Centro está em constante trabalho, com a agenda sempre cheia, e projetos em andamento.

10- Quais são os maiores desafios enfrentados atualmente para manter as atividades e iniciativas do Pró Centro em constante desenvolvimento e benefício para a região central de São Paulo?

É nítido que o Centro de São Paulo, está melhor, mais seguro, mais limpo, mais iluminado e mais cuidado. Acredito que o maior desafio hoje é a divulgação do Centro. Mostrar para a população que o centro não é só a Cracolândia, mas sim, divulgar a cultura, a gastronomia, o entretenimento e os diversos passeios que existem na região central. Precisamos resgatar mais os turistas e novos moradores, mostrar que no Centro, eles irão se sentir seguros e confortáveis. Da mesma forma, com os empresários e investidores, precisamos resgatar a credibilidade do Centro de São Paulo, para que eles invistam na região, tanto para novos negócios, quanto para que tragam de volta suas sedes.

 

Apoio Jornalístico:

 

FÓRUM DE SUSTENTURBANIDADE DA
AVENIDA PAULISTA E ARREDORES

SEGURANÇA VIVA

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Buscando conscientizar todos com relação a segurança no dia a dia e principalmente mostrando uma visão do futuro com relação ao andamento da segurança pública, os Conselhos Comunitários de Segurança do entorno da Avenida Paulista em parceria com as associações que atuam de forma direta no assunto, realizarão um Fórum de Segurança Pública aberto a participação de todos.

A programação abordará com ênfase o policiamento comunitário, cidadania e mostrará a forma como é feita a segurança Pública na Avenida mais importante da cidade de São Paulo e como é feita a atuação em grandes eventos e manifestações, que ocorrem praticamente de forma diária.

Quem mora, quem trabalha, quem passa e quem gosta da Paulista não pode deixar de participar, o evento vai discutir os principais problemas e buscar soluções para proteger nossa região e deixar a nossa avenida mais segura.

Veja abaixo a programação completa do evento:

18h30 – Credenciamento

19h00 – Abertura

19h20 – Painel I

Polícia Comunitária e Cidadania

Moderador – Jornalista Bruno Paes Manso

Participantes: Comandante Geral da GCM Inspetor Superintendente Adelson de Soluza, Coronel PM Alexandre Marcondes Terra, Secretário Municipal de Segurança Urbana José Roberto Rodrigues de Oliveira e Deputado Estadual Celino Cardoso.

20h00 – Perguntas e respostas

20h15 – Coffe Break

20h35 – Policiamento Preventivo e Atuação em Grandes Eventos e Manifestações (Ten. Coronel PM Élcio Rozano Góes – Comandante do 11º BPM/M)

21h05 – Perguntas e respostas

21h15 – Painel II

Polícia Civil e Científica – Quadro atual e visão futura

Moderador – Jornalista Haroldo Lago

Participantes: Presidente Sindicato Dos Delegados: Dr.ª Raquel Kobashi Gallinati, Presidente Sindicato Dos Peritos Criminais: Eduardo Becker Tagliarini, Delegado de Polícia Civil Dr. Gustavo Mesquita e participante a ser definido.

21h55 – Perguntas e respostas

22h10 – Encerramento

 

Local: Auditório do Clube Homs – Av. Paulista, 735 – São Paulo/SP

Organização:

Associação Paulista Viva;

CONSEG Bela Vista / Liberdade / República

CONSEG Consolação / Higienópolis / Pacaembu

CONSEG Paulista / Jardins

Parceiros:

Kosmos

Clube Homs

Associação Paulista Viva

 

Apoio Institucional:

AMACON

Amigos da Bela Vista

Sou Avenida Paulista

Fonte : Facebook

Iniciativa prevê a instalação de 10 mil câmeras em toda a capital para inibir a ação da criminalidade e aumentar a segurança

A Prefeitura de São Paulo apresenta nesta quinta-feira (23) o projeto City Câmeras, uma parceria com comerciantes, empresas, sociedade civil e com o Governo do Estado de São Paulo que busca inibir a ação de criminosos e aumentar a segurança na capital paulista. A iniciativa faz parte do programa Cidade Segura e prevê a instalação de 10 mil câmeras por toda a cidade até o final da gestão.

“A cooperação da Secretaria da Segurança Pública, em especial pela Polícia Militar do Estado de São Paulo, foi fundamental para a evolução e apresentação deste projeto, na sua configuração e agora na sua prática. É um trabalho que será integrado com a inteligência da Polícia Civil para que tenha três seguimentos, junto a Guarda Civil Metropolitana, para fazer de São Paulo a cidade mais monitorada eletronicamente do Brasil”, disse o prefeito João Doria.

O principal diferencial do programa é a participação da população. Para formar essa rede de monitoramento, além das câmeras dos órgãos públicos, serão utilizadas câmeras de segurança residenciais e as que estão instaladas em pontos comerciais. O City Câmeras será uma importante ferramenta do poder público para detectar, prevenir e reagir a situações de emergência na cidade de São Paulo.

O modelo operacional do sistema terá a integração das imagens, que ficarão armazenadas e serão transmitidas para o Comando da GCM e Controle da Prefeitura por meio de um canal de comunicação de dados da internet, sendo possível a realização de uma triagem de ações que acontecem nas ruas e avenidas da cidade.

“O que nós estamos fazendo é integrar o que já existe na cidade de São Paulo. Hoje quando acontece um crime na cidade, a Polícia Civil recebe a informação e faz uma ação no local para achar onde estão as câmeras. O que nós estamos fazendo é dar endereço a essas câmeras. A polícia já consegue acessar. Da sala do delegado ele consegue pegar essas imagens e partir para o processo de investigação. A gente vai criar a dificuldade para a prática do crime na cidade”, diz o secretário municipal de Segurança Urbana, José Roberto Rodrigues de Oliveira.

Com o sistema, será possível monitorar o patrimônio público, escolas, hospitais, além de grandes vias de circulação de pessoas e automóveis, como pontes, passarelas e avenidas, por meio de câmeras externas de condomínios, fábricas e empresas. Com este monitoramento, será possível mapear as maiores ocorrências, até mesmo de zeladoria, como o descarte irregular de resíduos, e aumentar o efetivo de segurança, com policiais militares e guardas-civis.

A previsão é que 249 câmeras da região do Brás participem inicialmente da iniciativa, que irá contemplar toda a cidade. A Associação Comercial também receberá, por meio da parceria, kits de câmeras para que as suas principais distritais participem do programa.

A ação conta com o apoio da Febraban, Telefônica, Tecnisa, Cyrela, Gafisa, Brookfield e Huawei. O prefeito João Doria ressalta a importância para a capital de parcerias com as empresas e se coloca à disposição de outros representantes da iniciativa privada que desejarem contribuir com a cidade.

A Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia será a responsável por dar todo o apoio necessário para a implantação do sistema de monitoramento. Cabe à Secretaria Municipal de Segurança Urbana coordenar esta parceria e garantir o apoio da Guarda Civil Metropolitana (GCM).

A Prefeitura fará, nos próximos dias, um chamamento público destinado a pessoas físicas e jurídicas que quiserem disponibilizar o acesso às suas câmeras, desde que atendam aos requisitos técnicos exigidos. A Secretaria Municipal de Segurança Urbana também irá lançar um site para orientar quem deseja participar da ação.

“Nós faremos a triagem das câmeras que serão disponibilizadas para ver se será possível adaptá-las ao sistema e se a região captada pelas imagens nos dá condições de fazer o monitoramento. Há câmeras que são muito internas. Nós utilizaremos câmeras que deem uma visão de todo o entorno do ambiente”, ressaltou o secretário municipal de Inovação e Tecnologia, Daniel Annenberg.

Cidade Segura
Lançado em janeiro deste ano, o programa Cidade Segura é uma parceria da Prefeitura com o governo estadual para promover iniciativas articuladas e conjuntas contra a criminalidade na cidade. Um dos eixos do programa contempla a realização de blitze em todas as regiões da capital paulista. A Prefeitura dá apoio à ação com guinchos e pátios disponibilizados pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) para auxiliar a remoção dos veículos apreendidos.

Fonte : Prefeitura de São Paulo