A bolsa Rotarianos e Amigos LGBT conecta membros da Família Rotary e trabalha para criar uma organização que seja acolhedora para os membros da comunidade LGBT +. Trabalhamos para conectar os sócios em amizade, educar os clubes para serem mais inclusivos e criar um catalogo de projetos de serviços que apoiam a comunidade LGBT +.

 

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Visite o stand na Casa da Amizade na Convenção Virtual do Rotary (até 31 de julho de 2020)

Dicas recomendam os produtos certos para que todos possam desfrutar de bons momentos com seus bichinhos neste verão.

Um animal de estimação é o companheiro de muitas horas. Quando chega o verão e o período de férias, diversas pessoas costumam levá-los a todo lugar, inclusive para a piscina.

Mas a dúvida é sempre a mesma, será que é recomendável? Segundo o técnico em piscinas, Fábio Forlenza, conhecido como Dr. Piscina, os animais também podem desfrutar desses momentos agradáveis de lazer em família.
Porém, certos cuidados devem ser tomados com a água para que todos possam aproveitar a diversão com tranquilidade e segurança. Forlenza afirma que os bichos de estimação, desde que estejam em boas condições de saúde, podem entrar normalmente na piscina. “É importante ressaltar que isso só deve ser feito com uma autorização prévia do veterinário, pois alguns animais são muito sensíveis, outros não podem molhar as orelhas e
alguns precisam ser secados logo após o banho”, afirma o técnico.

Segundo o profissional, é muito importante manter uma higiene adequada da água e estar atento às diversas doenças que podem acometer humanos e animais. “Um alerta é lembrar que bichos domésticos, como cães e gatos, mesmo que sejam pertencentes à família, são irracionais e não têm um comportamento higiênico adequado. Por isso, devemos vigiá-los próximo à piscina “, explica. Para garantir a segurança do melhor amigo da família é preciso ficar atento à saída da piscina, pois se a borda ou o piso forem escorregadios, o animal não conseguirá sair, correndo o risco de afogamento. Se o nível da água estiver muito baixo, isso também poderá dificultar a saída, mesmo de bichos maiores.

Para ter uma piscina limpa e sanitizada para todos, o ideal é que a água esteja com o pH ajustado entres os níveis 7,0 e 7,4. “O principal fator é manter o nível de cloro adequado para garantir a desinfecção antes e após o banho do animal. A concentração recomendada é de 1 a 3 ppm (parte por milhão). Caso o animal urine ou defeque na água, é necessária uma supercloração de choque, utilizando 14 partes de cloro para cada mil litros de água”, explica Forlenza.

Produtos usados nas dosagens recomendadas de manutenção não causam nenhum problema para os animais. Para facilitar o tratamento diário das piscinas e para que todos possam desfrutar de momentos agradáveis.

 

Brinque em segurança com seu animal

– Manter a água da piscina sempre muito bem tratada, especialmente com relação à quantidade de cloro, que mata as bactérias e os microorganismos.

– Quando necessário, realizar uma supercloração logo após o uso da piscina pelos animais.

– Monitorar os níveis de pH e alcalinidade e mantê-los sempre no nível ideal.

Nesta edição, Expedia e Conselho Mundial de Viagens e Turismo são convidados para debates sobre perfis de consumo na retomada.

Uma análise sobre tendências de compras e o novo perfil do consumidor que deve surgir na pós-pandemia são os temas propostos para a segunda edição do Broadcast SP Pra Todos, que será realizado na terça-feira (16), às 14h. Organizado pela Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo, o encontro virtual desta vez terá como convidados o vice-presidente de Relações Governamentais e Corporativas do Expedia Group, Jean-Philippe Monod de Froideville, e a presidente do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC, na sigla em inglês), Gloria Guevara.

Novamente, a moderação do evento será feita pelo secretário de Turismo do Estado de São Paulo, Vinicius Lummertz, ex-ministro do Turismo e ex-presidente da Embratur. A transmissão será realizada pelo YouTube (secturismosp) e Facebook (turismosp). “É necessário entender o novo perfil do consumidor, além das principais tendências do mercado e do padrão mundial de turismo”, diz o secretário. “No primeiro encontro, tivemos as visões de governo, com a participação do secretário-geral da Organização Mundial do Turismo, Zurab Pololikashvili, e da academia, com a Phd em Tecnologia e Turismo, Dan Wang, da Universidade Politécnica de Hong Kong. Agora, vamos ouvir o setor privado”, afirma.

De Londres, Gloria Guevara apresentará o perfil do consumidor e os indicativos de tendências, apontando fatores que contribuem para motivar o turista a retomar suas viagens no chamado “novo normal”, sejam de negócios ou lazer. Já Jean-Philippe, irá contar o que está acontecendo no âmbito de reservas e retomada econômica, os destinos que já têm demanda e seus períodos, assim como o perfil das buscas, permitindo a organização de produtos e ações de venda.

O “Broadcast SP Pra Todos” vem promovendo debates com especialistas e apresentando inovações para o setor no cenário após Covid-19. Os encontros tratam de temas como reaquecimento econômico, empregabilidade e novos padrões, buscando soluções seguras e eficazes para o turismo em São Paulo e no Brasil.

Em março, o setor de turismo registrou perdas de R$ 13,38 bilhões (US$ 2,675 bilhões) no país, valor que saltou para R$ 36,94 bilhões (US$ 7,39 bilhões) em abril, e R$ 37,47 bilhões de reais (US$ 6,9 bilhões) em maio. Os dados são da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). “A iniciativa com esse canal de diálogo é unir os setores público e privado, pois com essa interatividade iremos reestabelecer a economia em uma caminhada mais segura, compartilhando conhecimento, para que se faça a diferença nas soluções efetivas”, finaliza Lummertz.

O projeto conta com programação quinzenal, sempre com a presença de convidados especiais que tenham visão global e ofereçam soluções de vanguarda para o turismo.

Fonte:
Assessoria de imprensa
Governo do Estado de São Paulo
Apoio publicitário:
+55 (11) 34621993
+55 (11)982701536
Atendimento Nacional

“Nós nos encontramos em circunstâncias notáveis ​​este ano. A pandemia do COVID-19 deixa clara nossa interconexão humana global e as responsabilidades que temos um com o outro. Não temos precedentes para seus desafios, mas sabemos que nossa melhor resposta depende do tipo de empatia global, cooperação e construção de comunidades que estão no coração do nosso movimento. ”
Katherine Maher, CEO da Wikimedia Foundation

Estamos vivendo um profundo despertar social e global neste momento. Talvez o maior desde a Segunda Guerra. O mundo vai vivenciar uma transformação profunda! Como se adaptar à essa nova era? Provavelmente, estilos de vida e sistemas sociais em todas as nações sofrerão mudanças em muitos aspectos. Algumas já começaram e considerando um futuro próximo onde já se fala de quarentenas intermitentes, somos confrontados com a pergunta: Como nos mantermos ativos e conectados ao meio ambiente, guardando uma distância saudável dos outros em nossa comunidade?

Talvez devamos seguir o conselho de Hipócrates, conhecido como o pai da medicina, a quem se atribui a citação: “Caminhar é o melhor remédio do homem”.

Podemos sair e caminhar. Sim !! Caminhar é o caminho!

 

Fonte : Julia Murca

Iniciativa prevê intervenções em estradas para valorizar a experiência do viajante; proposta foi recebida pela Secretaria de Logística de Transportes do Estado de São Paulo

A Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo entregou nesta quinta-feira (14) à Secretaria de Logística e Transportes o caderno técnico com o projeto de rotas cênicas para as estradas do Vale do Ribeira. Anunciada em março pelo Governador João Doria, a iniciativa prevê uma série de intervenções em rodovias paulistas para valorizar mais a experiência do viajante – skywalks (passarelas elevadas), paradouros, mirantes e postos de informações.

A Secretaria de Logística e Transportes vai incorporar a projeto ao edital de recuperação das estradas do Vale do Ribeira, que devem receber R$ 200 milhões em investimentos, incluindo as adequações necessárias para viabilizar as rotas cênicas.

As próximas regiões previstas para receber este tipo de rotas são Mantiqueira, Circuito das Águas e Litoral Norte. “São Paulo, que hoje já tem as melhores estradas do país, também terá as mais agradáveis. Estas rodovias deixarão de ser apenas um caminho até o destino. O turismo é isso: experiência”, disse o secretário estadual de Turismo, Vinicius Lummertz.

Para o secretário de Logística e Transportes, João Octaviano Machado Neto, o projeto será transformador para São Paulo, onde há um potencial enorme. “O DER tem expertise e está preparado para realizar um projeto como esse. O retorno do turismo regional será a alavanca para a retomada do desenvolvimento no Estado. Esse é o momento para criar e materializar estas iniciativas”, afirmou.

A apresentação da proposta desenvolvida pela Secretaria de Turismo foi feita na manhã durante uma conferência online com mais de 70 pessoas, incluindo as equipes técnicas de quatro secretarias de Estado (Turismo, Logística e Transportes, Meio Ambiente e Infraestrutura e Desenvolvimento Regional), além de prefeitos, secretários e integrantes do Consórcio Intermunicipal do Vale do Ribeira.

VALE DO FUTURO

As rotas cênicas do Vale do Ribeira integram uma ação ainda maior do Governo de São Paulo, o Vale do Futuro, que prevê investimentos de R$ 2 bilhões para 22 municípios da região. “O Vale do Futuro é constituído de parcerias com prefeituras, comunidades locais e organizações da sociedade civil para implementar projetos de desenvolvimento sustentável, geração de renda, conservação e melhoria da qualidade de vida da população. O programa já começou sua ação de transformação regional, organizando ações em várias áreas, como esta das rotas cênicas”, disse o secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi.

Dentro do pacote, está ainda a concessão dos parques estaduais turísticos do Alto Ribeira (Petar), Carlos Botelho e Intervales à iniciativa privada. “O projeto de rotas cênicas é bem-vindo e representa uma ótima oportunidade de trabalharmos de forma integrada para aumentar os atrativos e estimular as visitas dentro do programa de concessões dos parques”, afirmou o secretário de Meio Ambiente e Infraestrutura, Marcos Penido.

 

Fonte:
Assessoria de Imprensa da secretaria de turismo do Estado de São Paulo.
Apoio Jornalístico:
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Olá !
Eu sou o Super Recomendo

Sou um super herói vindo do grupo dos #SuperMetaTags. Fui chamado para criar novas conexões para esse novo momento que estamos vivendo. Com uma pequena contribuição, faremos propagandas sustentáveis para um mundo melhor.

Um pouco sobre mim

Fui introduzindo no Instagram pelo perfil do Wagner, meu criador  que me concedeu super poderes para meu grupo de #SuperMetaTags para ajudar as pequenas e grandes empresas a se conectarem neste novo mundo Pós-COVID.

 

Para evitar a paralisação completa do transporte aéreo brasileiro, devido a pandemia de Covid-19, a ANAC conduziu a construção de uma malha aérea essencial, na qual as companhias aéreas brasileiras passaram a operar com redução significativa das frotas.
A redução foi de 91,6% em relação a originalmente prevista pelas empresas para o período.

A pedido do Governo Federal, foram distribuídos nos 26 estados, voos que permitissem mantê-los interligados, garantindo assim que nenhum ficasse sem operação aérea. No momento, esse transporte tem sido de grande importância para o deslocamento de itens indispensáveis (especialmente de saúde) e dos profissionais envolvidos no combate a pandemia.

Em decreto publicado no Diário Oficial da União, no dia 29 de Abril, o presidente Jair Bolsonaro incluiu o transporte interestadual e internacional de passageiros como serviço essencial.

 

Leia mais no site Programa Tredetur

  1. O outro lado do turismo
  1. Por:  MIRIAM PETRONE

Sabemos que o Covid-19 (Coronavirus) está fazendo uma devastação na economia mundial e o setor mais atingido é sem sombra de dúvida, o turismo.

Vemos muita movimentação por parte das autoridades federal, estadual e até municipal para resolverem os problemas de ordem econômica para as empresas afetadas neste setor. Muitos são os cuidados que estão tomando para salvaguardar os direitos do consumidor que não puderam viajar por conta da pandemia mundial que se espalha rapidamente.

A razão pela qual, e a forma de resolver tudo isto, ainda está longe de ter um desfecho onde ambas as partes estarão satisfeitas. Se por um lado temos as empresas aéreas, empresas de ônibus, trens, hotéis, parques e outros tendo de oferecer remarcação para outro período sem custo algum para o consumidor, ou mesmo em muitos casos o reembolso. Temos na outra ponta o consumidor, que sabe que mais tarde terá de pagar a conta, pois as tarifas não serão as mesmas e o complemento de valor maior terá de ser feito, tendo o consumidor que pagar ônus deste colapso de alguma forma. Ou esperar 12 meses para receber os valores do reembolso.

Na cadeia desta grande catástrofe estão as empresas que tem como arcar com os custos de remarcação, cancelamentos e desistência das viagens. Empresas que estão bonificadas por ações do governo com alguns incentivos fiscais, funcionários que terão seus salários garantidos, mesmo que as empresas não operem.

Mas, temos um lado que poucos comentam, ou mesmo, que são ignorados nesta cadeia do turismo.

Os agentes de viagem

Ouvimos falar das agências, grandes ou pequenas, das operadoras, que o consumidor comum nem sabe a importância delas numa viagem, novamente das aéreas, mas não ouvimos falar destes profissionais que são os responsáveis pelo sucesso da viagem em mais de 90% dos casos. São estes profissionais que pilotam a “nave mãe” do turismo. Ouvindo o desejo dos clientes e fabricando a realização dos sonhos. São estes profissionais que na maioria absoluta trabalham em carreira solo, sem ter respaldo de grandes agencias porque não são funcionários, apenas colaboradores informais, muitos até dentro dos padrões da formalidade como empreendedor individual ou mesmo como micro empresas, mas que não aparecem na cadeia como algo relevante para que sejam notados.

A pergunta que ecoa entre estes profissionais é muito simples, não tem nada de enigmático, simplesmente querem saber como farão para enfrentar este inimigo oculto que todos estamos enfrentando, mas, para eles significa que não terão como arcar com as despesas mensais se as viagens continuarem a serem canceladas.

Simples, se acompanharmos pela cadeia como funciona o rendimento destes profissionais. O pagamento é feito através de comissões das viagens vendidas e muitas vezes divididos por partes, de acordo com o parcelamento, não é via de regra, mas pode acontecer. Trabalham home office para não terem despesas maiores, se sujeitam a taxas as vezes baixas, e são eles que resolvem tudo para o cliente, para que saiam satisfeitos e voltem a comprar. Outros agentes se aventuraram a abrirem suas próprias agencias, mas não são grandes o suficiente para aguentarem uma quebradeira financeira nestas proporções que o Covid-19 tem impingido ao mercado. Algumas destas pequenas agencias podem ser comparadas aos agentes em carreiras solo, que não conseguirão suportar os reembolsos, salários, despesas de aluguel e outras despesas fixas. E fazendo justiça a estas pequenas empresas, vale mencionar que elas procuram honrar a satisfação dos clientes e agem dentro da lei não cobrando taxa de cancelamento como as grandes, mesmo sabendo que é ilegal, fazem.

Voltando aos agentes de viagem, estes profissionais serão os mais atingidos, sem a perspectiva de novas marcações de viagens, seja com novos ou antigos clientes. Quem viajará em curto espaço de tempo mesmo que o vírus maldito tenha ido embora?

Imaginando positivamente que o Covid-19 deixa de ser ameaça mundial daqui uns dois ou três meses, quem terá dinheiro para viajar, ou mesmo vontade, se muitas pessoas perderão entes queridos e ainda estarão sob o medo da dúvida se realmente acabou ou não a ameaça deste inimigo invisível.

Estes profissionais, que não ouvimos ser mencionada a classe, que trabalham para que os grandes tenham cada vez mais êxito, estão esperando que numa destas medidas e resoluções do governo sobre alguma para eles. Oferecendo alguma saída para os meses que ficarão sem trabalho. Porque sem trabalho ficarão sem rendimento.

Sabemos que profissionais de outras áreas também não tem esperança para sobreviverem a sombria realidade de escassez financeira. A preocupação de todos é saber se o governo irá criar alguma saída para todos. Demissão em massa, redução da jornada de trabalho, receber seguro desemprego são alguns dos itens apontados pelo Ministro do Turismo num pleito apresentado ao presidente da República, mas que infelizmente, se sair do papel irá causar mais danos do que solução. Quais medidas estão sendo tomadas para ajudar os agentes de viagem?

Esperamos que outras profissões ligadas ou não ao turismo, e que também foram atingidas por esta pandemia, possam ser contempladas com medidas justas e soluções justas.

O turismo é apontado no mundo como a solução para o desenvolvimento econômico como um milagre. Acreditamos que seja mesmo. Por isso ações para preservar estes profissionais seja tão urgente quanto salvar as grandes empresas.

Que o governo crie medidas e esperança.

 

 

The other side of tourism

  1. Miriam Petrone

Apoio Jornalístico:

Estamos monitorando de perto a pandemia de covid-19, causado pelo novo coronavírus, e avaliando continuamente seu possível impacto em nossas operações, eventos e associados.

Sua saúde e segurança são da mais alta prioridade para nós. Em curto prazo, o Rotary International recomenda que distritos e Rotary e Rotaract Clubs se reúnam virtualmente, cancelem ou adiem reuniões e eventos, de acordo com as orientações das autoridades de saúde nacionais e locais.

O Rotary incentiva os associados e seus familiares a tomarem as precauções necessárias para se protegerem do vírus, como lavar as mãos frequentemente, manter uma distância segura de outras pessoas e ficar em casa se estive doente.

Leia abaixo sobre algumas atividades que podem ser afetadas e consulte esta página regularmente para novas informações.

Definição e sintomas do coronavírus e COVID-19

rapaz sentado no sofá cm dores de cabeço

1. O que é o coronavírus?

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), coronavírus é uma família de vírus que pode causar doenças em animais ou humanos. Em humanos, esses vírus provocam infecções respiratórias que podem ser desde um resfriado comum até doenças mais severas como a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS). O novo coronavírus causa a doença chamada COVID-19.

2. O que é COVID-19?

COVID-19 é a doença infecciosa causada pelo mais recente coronavírus descoberto. O vírus e a doença eram desconhecidos antes do surto iniciado em Wuhan, na China, em dezembro de 2019.

3. Quais são os sintomas da COVID-19?

Os sintomas mais comuns da COVID-19 são febre, cansaço e tosse seca. Houve alguns relatos de sintomas gastrointestinais (náusea, vômito e diarreia) antes da ocorrência de sintomas respiratórios, mas esse é principalmente um vírus respiratório. Alguns pacientes podem também apresentar dores, congestão nasal, coriza e dor de garganta. Os sintomas geralmente são leves e começam gradualmente.
A maioria das pessoas que fica doente se recupera do COVID-19. O tempo de recuperação varia e, para pessoas que não estão gravemente doentes, pode ser semelhante ao período de duração de uma gripe comum. Pessoas que desenvolvem pneumonia podem levar mais tempo para se recuperar (dias a semanas).
Pessoas com febre (maior que 37,8ºC), tosse e dificuldade para respirar e que tiverem viajado ou tido contato com pessoas vindas de países com transmissão local devem procurar atendimento médico.

4. Quão grave é a COVID-19?

Algumas pessoas infectadas pelo vírus podem não apresentar sintomas ou apresentar sintomas discretos. A maioria das pessoas infectadas (cerca de 80%) se recupera da doença sem precisar de tratamento especial. Cerca de uma em cada seis pessoas com COVID-19 pode desenvolver a doença em sua forma mais grave.
Pessoas idosas e/ou com comorbidades, ou seja, outras doenças associadas como por exemplo: pressão alta, problemas cardíacos, diabetes e pessoas em tratamento para câncer, têm maior probabilidade de desenvolver doença respiratória grave.
Fonte : Unimed