NOTAS DO TURISMO PAULISTA

Matérias publicadas em 42 jornais impressos no Estado de São Paulo, e mais 9 jornais eletrônicos.

As fotos destas matérias estão no site da Amitur. 

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TELEFÉRICO DE PEDREIRA

Jarbas Favoretto ao lado do prefeito Fábio Polidoro. Foto Alexandra Tahan.Q

     A cidade de Pedreira reinaugurou o seu teleférico, por vários motivos ficou muitos anos entregue ao “Deus dará’.

     Pedreira, oficialmente um “Município de Interesse Turístico”, tem procurado incrementar os seus atrativos turísticos, para não ficar apenas com o seu ótimo turismo de negócio.

     O teleférico, com toda técnica moderna, oferece a saída bem ao lado do Posto de Informações Turísticas e leva você até o Morro do Cristo, outro local que deve ser visitado por proporcionar boa vista panorâmica, mesmo antes de terminar as obras do novo mirante que está sendo feito.

Na foto de Alexandra Tahan:   Jarbas Favoretto ao lado do prefeito Fábio Polidoro.   

NO MORRO DO CRISTO

     O pessoal que subiu pelo teleférico, ou os que subiram com seus carros, puderam desfrutar de uma adaptada praça de alimentação, e esperar pelo ato solene da reinauguração do Teleférico de Pedreira.

    O lugar proporciona vistas panorâmicas, com destaque especial para os momentos do pôr do sol, algo realmente belíssimo.

     Ali, houve a solenidade festiva, com o vereador Alessandro “Mole” de Godoy historiando todas as dificuldades, não foram poucas, para se chegar naquela reinauguração.

     Pedreira está no caminho certo, faltando apenas um bom hotel de uma de nossas redes internacionais, pois há muita procura para hospedagem na cidade.

Na foto de Alexandra Tahan:   Vereador Alessandro Mole abrindo a cerimônia no Morro do Cristo.

COTIA SURPREENDENTE

     Situada na Zona Sudoeste da Região Metropolitana da capital paulistana, a cidade de Cotia pode te surpreender.

     O município é cheio de identidade, histórias e uma experiência única para o seu próximo roteiro de viagens.

     Gente acolhedora, expressões culturais únicas, clima agradável, rica culinária e muitos pontos turísticos a serem visitados.

     O templo Zu Lai, em Cotia, por exemplo, é o primeiro templo budista da América Latina, localizado a 7 km do Templo Odsal Ling. Vale visitar.

     A Secretaria de Turismo de Cotia tem uma excelente estrutura para um bom atendimento.

     Aproveite, até porque está pertinho da capital.

Na foto:   Templo Zu Lai em Cotia (SP).  

IPÊS EM CATANDUVA

Florada dos Ipês, em Catanduva (SP).  Foto Márcio Costa.

     Para alegria dos visitantes, tanto quanto dos seus habitantes, agora em agosto Catanduva oferece um magnífico espetáculo em algumas de suas avenidas,

     É a florada dos ipês, formando um cenário acompanhando o Rio São Domingos, no coração da cidade.

     A melhor delas você vê na Avenida São Domingos, logo na entrada da cidade.

     Certamente, você vai tirar inúmeras e belas fotos.

Na foto de Márcio Costa:   Florada dos Ipês, em Catanduva (SP).     

PINACOTECA DE CATANDUVA

     Conhecido popularmente como Castelinho, o edifício abrigando a atual Pinacoteca foi construído para ser residência de um espanhol chegado ao Brasil por volta de 1910.

     Ele trouxe fotografia e planta de uma casa espanhola, cuja réplica começou a ser erguida em Catanduva por volta de 1917 e ficou pronta provavelmente em 1922.

     O nome Castelinho veio porque o prédio apresenta uma pequena torre onde se encontrava a sala de jogos.

     Foi transformado em Pinacoteca em 2012 abrigando salas de exposições, pesquisa, estúdio, áreas e varandas contemplativas

     O espaço oferece exposições sazonais de artes plásticas e visuais.

     Visite Catanduva.

Na foto de Márcio Costa:   Pinacoteca de Catanduva (SP).    

                         (texto de Jarbas Favoretto, MTb 32.511 –agosto 2022)

 

 

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Paperback Maps é um mapa caricaturizado  e personalizado para cada região metropolitana, com os traços do cartunista Wagner Wilson .

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Lu Alcantara, Fique a vontade para responder as perguntas

✒️Lu Alcantara, vc pôde passar um breve currículo.

Qual motivo do nome do seu estúdio?

Motivo do nome Lu Alcântara. Bom, meu nome é Luziana, mas por muitas vezes eu sou chamada de Luciana. Então adotei o Lu. O Alcântara é sobrenome da família de meu pai.
Quando cursei fotografia, fiz amizade com outra Luciana, para minhas colegas nos identificarem, virei Lua!! Por isso a logo.

 Como você se sente sendo proprietária de um estúdio fotográfico, com essa proposta de trabalho?

A proposta de levar arte para pessoas com o meu olhar de artista, cada vez mais lúdica me traz uma realização pessoal.

Como foi o desenvolvimento da sua atividade profissional, desde o inicio até os dias …  veja o vídeo

você sempre trabalhou em São Paulo, se não, qual o motivo da mudança?

 sou nascida em Tres lagoas-MS, adotei duas cidades no meu coração Andradina e São Paulo, não sei pq eu amo essas cidades mas sei que sinto uma energia muito boa qdo estou nelas!
Então não dá pra ficar longe, divido o meu tempo nestas três cidades.

Morei em Tres lagoas até meus 17 anos, depois Campo Grande e Marília para cursar Arquitetura. Depois de formada em 2000 fui morar em Andradina e 2016 adotei São Paulo.

Você tem uma clientela fixa e fiel?

Estou conquistando a minha clientela.

O seu trabalho tem um estilo único que faça sucesso, se sim, qual a inspiração para fazê-lo?

Me inspiro no Popart para fazer minhas fotografias.

 

Lu Alcantara, onde podemos encontra mais da sua arte?

veja em    https://www.instagram.com/p/CcTS7yFO7Xb/?igshid=YmMyMTA2M2Y=

Lu, mostre aqui um pouco da sua arte,

 vou mostrar um pouco da Série Ibirapuera.

a Lu Alcantara esta expondo sua arte de fotografias, serão somente 3 dias (27,28 e 29 de maio) em São Paulo. Na Art Lab Gallery  – na Rua Oscar Freire 916 SP SP

Lu Alcantara, entrevistada por Luiz Maggio em maio de 2022.

apoio Jornalistico,

Novo roteiro reúne empreendimentos, produtores ou restaurantes das regiões turísticas Circuito das Frutas, Águas e Flores Paulista, Bem Viver e Roteiro dos Bandeirantes

A Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo lançou a 4ª Rota Gastronômica, com os sabores e saberes culinários e produtos que se destacaram nas regiões turísticas Circuito das Frutas, Águas e Flores Paulista, Bem Viver e Roteiro dos Bandeirantes.

Durante a apresentação, transmitida pelo canal do Youtube da Secretaria, Carole Crema, chef de cozinha referência em confeitaria e madrinha da Rota, deu uma aula preparando uma Panacota e um Coulis de Frutas – morango e caqui – produzidos na região.

Carole lembrou que o programa Rotas Gastronômicas é uma ferramenta importante para revelar e valorizar os produtos regionais. “Minha maior inspiração é ter acesso a um repertório rico, é saber o que está acontecendo em todas as regiões. Precisamos mostrar nossos produtos aos quatro cantos do mundo. Esse programa é ideal para revelarmos as novidades”.

Para o documentário sobre esta rota foram selecionados 10 produtores e cinco estabelecimentos, de Porto Feliz, Campinas, Louveira, Lindóia, São Roque, Amparo, Americana, Santa Bárbara D’Oeste, Atibaia, Jaguariúna, Tietê, Vinhedo e Santana de Parnaíba. Eles contam suas histórias e processo de produção. Cachaças, queijos, suco de uva, sorvete artesanal de alcachofra, cerveja artesanal, linguiça, pamonha e goiabada são alguns dos produtos selecionados.

O programa Rotas Gastronômicas busca mostrar e promover os principais produtores e restaurantes de diversas regiões turísticas do estado. Até o final de 2022 serão sete rotas.

Clique aqui e conheçam os 30 empreendimentos que a equipe técnica da Setur-SP selecionou a partir de critérios como representatividade local, autenticidade, qualidade do produto e facilidade do acesso do turista à produção rural.

 

Fonte : 

Cada destino de  tem uma proposta diferente e excelente, sempre com as montanhas e florestas nativas cobertas de neve, com serviços de primeira classe que caracterizam a província com a área mais esquiável da Argentina.
A província patagônica argentina de Neuquén esteve presente mais uma vez na WTM Latin America, para divulgar seus destinos de neve que são, a cada ano, mais procurados pelos turistas brasileiros…….   para saber mais click aqui…

WTM 2022

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CINECAR – CINEMA ITINERANTE

“Essa é uma ideia que vai virar a página do turismo no Brasil”. Foi o que enfatizou o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, ao lançar na terça-feira (29), em Brasília (DF), o curso “Would You Like”, voltado à capacitação de operadores do setor em noções de língua inglesa. para saber mais clique aqui… ClickUS

A retomada do turismo tem movimentado a economia brasileira e gerado milhares de empregos pelo país. Prova disso, é que o mês de fevereiro proporcionou a contratação de 150 mil pessoas em atividades ligadas ao setor, de acordo com o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência. O número representa quase metade (45,6%) dos 328.507 novos postos de trabalho gerados no mesmo mês em todos os setores econômicos.

 

 

 

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Muito se fala nos dias atuais sobre as bolhas financeiras – um fenômeno que, de tempos em tempos, surge nos mais diversos mercados do mundo e assombra os investidores. Mas você sabe qual foi a primeira grande bolha financeira da história?

No artigo de hoje vamos falar sobre a primeira bolha financeira do mundo, que deu-se no mercado da Holanda no século XVII.

Afinal, o que é uma bolha financeira?

Antes de conhecer a primeira grande bolha financeira – também chamada de especulativa ou bolha econômica – do mundo é preciso, em primeiro lugar, entender o significado deste fenômeno. Uma bolha financeira nada mais é que uma situação na qual um ativo – seja ele qual for – se desvia fortemente do seu valor imediato no mercado.

Nesta situação, acaba havendo um grande aumento no valor deste ativo em relação ao que ele vale, de fato, no mercado no momento presente. O preço inflado, muitas vezes, não é identificado até que a bolha, finalmente, estoure – o que resulta em uma quebra brusca no preço destes ativos, surpreendendo o mercado e os investidores.

Explicado a formação e o estouro de uma bolha financeira, é hora de saber mais sobre a primeira grande bolha econômica da história. Continue a leitura!

Tulipas holandesas: a primeira bolha financeira

A primeira bolha financeira da humanidade estourou na cidade de Amsterdã, na Holanda. O ativo responsável pela bolha não podia ser mais exótico: as famosas tulipas holandesas, que até os dias de hoje são um dos principais símbolos do país.

A história da bolha financeira das tulipas começou no ano de 1593, quando o botânico Carolus Clusius trouxe à Holanda alguns bulbos de tulipa vindos de Constantinopla – atual Istambul, na Turquia –para plantar em seu jardim. Muito raras, as tulipas logo chamaram atenção dos vizinhos do botânico, que começaram a roubar bulbos para revendê-los.

Daquele momento em diante os holandeses tornaram-se obcecados pela planta. Alguns anos depois, já no início do século XVII, as tulipas se tornaram um símbolo de status no país – aumentando os preços da planta em toda a Holanda. Quanto mais rara era a tulipa, mais valiosa e mais cara se tornava.

A procura pelas tulipas era cada vez maior na Holanda do século XVII, fazendo com que os especuladores comprassem bulbos da planta e revendessem a preços exorbitantes. Em um único mês os preços das tulipas chegavam a aumentar mais de 20 vezes – muitas pessoas, inclusive, trocavam todos seus bens por um único bulbo da planta.

Os contratos de tulipas

Um dos principais problemas do mercado de tulipas, no entanto, era a sazonalidade da planta e o tempo que ela demorava para florescer. Isso porque os bulbos das tulipas demoram entre 7 e 12 anos para florescerem após serem plantados – limitando a venda da planta durante um longo período. A floração também era bastante restrita, já que acontecia somente entre os meses de maio e abril.

A fim de contornar este obstáculo e manter a negociação de tulipas durante todo o ano, os especuladores holandeses passaram a vender contratos de tulipas – bastante semelhantes aos atuais contratos de futuros negociados na bolsa de valores.

Ao assinar um contrato de tulipas, o comprador se comprometia a adquirir uma tulipa no final da temporada por determinado preço. Surgia, naquele momento, o primeiro mercado de derivativos do mundo.

E não eram apenas os maiores empresários da época e donos de grandes fortunas que tinham interesse em adquirir tais títulos. Pequenos poupadores e até mesmo pessoas com poucas posses passaram a ter grande interesse no mercado das tulipas, uma vez que o burburinho das vantagens que se poderia ter ao revender a planta por valores ainda maiores ultrapassou as fronteiras holandesas e chegou a outros países vizinhos, como a França.

Uma grande quantidade de trabalhadores decidiu vender tudo o que tinha para investir no comércio de tulipas. Franceses, holandeses e ingleses apostaram todas as suas fichas nas exóticas plantas e no seu mercado altamente lucrativo.

200 reais mil por uma tulipa

Um único bulbo de tulipa, em 1624, chegava a valer o equivalente a R$ 200 mil nos dias de hoje, de acordo com o livro Crash – Uma breve história da economia. E este não foi sequer o preço mais alto alcançado por um botão da planta naquela época: havia quem pagasse muito mais por uma única tulipa.

Os contratos para venda de tulipas ao final de cada temporada anual fizeram tanto sucesso nas cidades holandesas que passaram a ser negociados na Bolsa de Amsterdã nas primeiras décadas do século XVII. No inverno de 1636, no entanto, tudo mudou – e a bolsa holandesa viu-se em meio a primeira grande crise do mercado financeiro do país.

O estouro da bolha das tulipas

A bolha da “tulipomania” estourou no inverno de 1636-1637, quando um comprador da cidade de Haarlem não honrou seu contrato de compra das tulipas holandesas. O fato resultou em um pânico generalizado no mercado de tulipas, fazendo com que os preços da planta despencassem em poucos dias.

O valor de cada tulipa caiu para um centésimo dos preços anteriormente praticados. A bolha das tulipas, finalmente, havia estourado na Holanda.

Muitos compradores que haviam dado todos os seus bens para ter uma tulipa passaram a ter, da noite para o dia, uma planta sem nenhum valor de mercado. Outros investidores decidirem tomar a mesma atitude do comprador de Haarlem e não honrar os contratos de venda das tulipas – levando os vendedores da planta à falência.

A confusão se tornou ainda maior quando descobriu-se que alguns vendedores de tulipas falsificavam os próprios títulos da planta e vendiam, portanto, mais bulbos do que realmente tinham. Os compradores sumiram, o valor de mercado das tulipas despencou e, de uma hora para outra, elas já não valiam mais nada.

O resultado da bolha

O caos da bolha financeira das tulipas foi tamanho no país que o governo holandês tentou intervir, oferecendo 10% do valor original de cada um dos contratos emitidos para honrá-los na bolsa. A intervenção, contudo, só fez o mercado despencar ainda mais.

A primeira bolha do mercado financeiro mundial resultou em uma forte depressão econômica, que demorou anos para ser superada. A crise das tulipas também deixou cicatrizes nos investidores da Holanda: depois dela, os holandeses passaram, enfim, a olhar com grande desconfiança para qualquer investimento especulativo.

Gostou da história das tulipas holandesas e da primeira bolha financeira do mundo? Então compartilhe este artigo com seus amigos nas redes sociais!

Fonte : André Bona

Sensibilização acontece em 9 de março no Hotel Intercity Pátio, Pindamonhangaba, das 13h30 às 17h00
Pindamonhangaba sediará, em 9 de março, o primeiro de uma série de seminários de sensibilização do Programa SP Ecoaventura – iniciativa da Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo em parceria com o Sebrae-SP. Será o 5º polo a receber o evento, abrangendo as regiões turísticas Rios do Vale, da Fé, Vale Histórico e Mantiqueira Paulista, compostas por 27 cidades.
O objetivo do programa é auxiliar donos e funcionários de empreendimentos que oferecem atividades de ecoturismo ou turismo de aventura a adequar seus produtos às normas da ABNT, conferindo maior qualidade e segurança às atividades.
Esta etapa de sensibilização visa orientar os empreendedores da importância da gestão de segurança. Posteriormente, há um seminário técnico com cada polo para selecionar quais “cases” se encaixam no formato do programa e, por fim, os empreendimentos selecionados são orientados na obtenção dos certificados de segurança da ABNT.

Por conta da pandemia, no ano passado foram realizados quatro seminários de sensibilização de forma online, além dos encontros técnicos. Para esse ano, estão agendados mais três seminários de sensibilização, em Presidente Prudente, Ribeirão Preto e Botucatu.

Inscreva-se aqui para participar deste seminário.

Fonte-
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TREM EXPRESSO MOGI DAS CRUZES

Localizada a 48 Km da capital paulista, Mogi das Cruzes compõe o grupo de municípios que formam o Alto Tietê, região próxima à nascente do Rio Tietê. A cidade, com cerca de 370 mil habitantes, é cortada pelas serras do Mar e do Itapeti.

Integrante do Cinturão Verde de São Paulo, atualmente Mogi é conhecida como centro produtor de flores, com destaque para as orquídeas, herança da forte presença japonesa na cidade na primeira metade do século 20. Além do Circuito das Flores, a cidade oferece inúmeras atrações turísticas, com roteiros rurais, culturais e ecoculturais.

A VIAGEM

O trajeto, que dura cerca de 1h30, está sendo realizado no segundo sábado de cada mês, …… para saber mais clique no link https://www.cptm.sp.gov.br/sua-viagem/ExpressoTuristico/Trajetos/Paginas/Trem-expresso-Mogi.aspx

 

 

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RADIOAÇÃO

 

 

 

Como a nova gerente do hotel de sua família, a Iara Rigo começou a buscar alternativas para um dos maiores gastos do seu empreendimento: a conta de energia.

O resultado foi imediato, com uma redução de mais de 98% nas faturas e uma economia que poderá ser reinvestida no hotel. Acompanhe mais essa história de sucesso e pioneirismo em energia solar no Brasil.

 

Saiba mais : YouTube

Publicado por Wagner Wilson – MTB 73.924