GASTRONOMIA SUSTENTÁVEL: A GRANDE IMPULSIONADORA DO TURISMO

Rafael Angelo Abud e Virgílio N.S. Carvalho

 

O turismo moderno está cada vez mais enriquecido pelas iniciativas empreendedoras da gastronomia, principalmente pela descoberta de que a alimentação deixou de ser apenas um complemento da viagem, ocupando lugar de destaque no conjunto.

A consciência ambiental e os fatores sócio culturais transformaram o que era simplesmente alimentação em GASTRONOMIA SUSTENTÁVEL, que assumiu definitivamente o lugar de destaque no turismo responsável, contribuindo para uma revolução de valores.

Com a mudança de comportamento, os turistas, além das belezas naturais, querem também experimentar os pratos típicos que invariavelmente vêm acompanhados de uma história cativante e de práticas sustentáveis que respeitam o meio ambiente.

A FÓRMULA DO SUCESSO está em localidades onde projetos de turismo comunitário unem gastronomia típica, economia solidária e experiência cultural, atraindo visitantes interessados em vivências genuínas e responsáveis.

PARA SABER MAIS E DESCUBRIR TODOS OS DETALHES DESSA REVOLUÇÃO GASTRONÔMICA, CLICK  Link para a matéria completa no https://blogmaggio.blogspot.com/

 

Por:  Rafael Angelo Abud e Virgílio N.S. Carvalho

Rafael Angelo Abud é fundador e Presidente da Confederação Brasileira de Turismo Sustentável e Virgílio N.S. Carvalho é Diretor de Planejamento da CONTURESP

Agradecemos a todos pela BOA leitura e participação!


 Luiz Maggio .’.
Jornalista MTB 62420
Editor do Jornal Digital ClickUS – Acontecimentos Mundiais
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Conselheiro de Turismo do Estado de SP – CONTURESP
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Entrevista com o Professor Alexandre Panosso Netto: Teoria, Crítica e o Futuro do Turismo

Entrevistador: Luiz Maggio para o Clickus JONAL DIGITAL

Prezado Professor Panosso Netto, agradecemos imensamente por aceitar este espaço de diálogo. Sua trajetória acadêmica e suas contribuições para a epistemologia e a teoria do turismo são fundamentais para a compreensão dessa área do conhecimento. As perguntas a seguir buscam explorar um pouco de seu pensamento e de sua vasta experiência. O espaço abaixo de cada pergunta é todo seu para suas considerações.

1. Sua obra “Turismo. Perspectiva Crítica. Textos Reunidos”  e outros trabalhos consolidaram uma abordagem crítica nos estudos turísticos. Na sua avaliação, como a epistemologia e a filosofia do turismo evoluíram no Brasil desde que o senhor começou a lecionar, e que desafios ainda persistem?

– Creio que durante muito tempo a epistemologia e a filosofia ficaram esquecidas nos estudos do turismo no Brasil. A comunidade científica entre as décadas de 1980 e 1990 estava mais preocupada com as possibilidades de desenvolvimento do turismo, de sua gestão e de seus impactos, o que é válido, porém, em certos aspectos, a visão crítica ficou num segundo plano. Foi em fins da década de 1990 a epistemologia e a filosofia passaram a fazer parte dos estudos do turismo aqui em nosso país. A epistemologia, conhecida também por teoria do conhecimento, que é uma disciplina, podemos dizer que até é uma corrente filosófica. Ela investiga os limites do conhecimento. Ela se pergunta o que é possível conhecer, se é possível conhecer algo, qual a origem do conhecimento. Por ela também se estabelecem os conceitos de verdade, falsidade, erro, certeza, crença, etc. Esses todos são conceitos que fundamentam o discurso científico. Assim, por ser um ramo da filosofia, ao usarmos das ferramentas da epistemologia para pensar o conhecimento turístico, estamos filosofando sobre o tema. Então, nesses mais de 20 anos, tivemos avanços importantes no meio científico nacional de turismo. O primeiro avanço foi reconhecer nossas limitações na produção do conhecimento. Sabemos que a ciência não é neutra. Ela está a serviço de grupos de interesses. Está a serviço de grupos de pesquisadores, de associações científicas, de governos, de agências de fomento científico, etc. O segundo avanço foi reconhecer que os métodos científicos e as técnicas/ferramentas que eram utilizadas precisavam ser renovadas, calibradas. Precisávamos abrir o horizonte e ver o que foi e o que é feito lá fora em termos de ciência do turismo. Não para copiar, nem para simplesmente transferir modelos exógenos, mas sim para nos espelharmos, nos inspirarmos, olhando para nossa realidade e buscando respostas científicas comparando o que já foi feito em outros lugares do mundo e por outros pesquisadores.

Sei que podemos pensar que esse discurso não reverbera muito no mundo prático do turismo, e aqui reside um dos principais desafios existem nesta área: evidenciar, mostrar a um público mais amplo, a importância e a necessidade de se analisar criticamente e cientificamente os modelos, conceitos e sistemas “já dados” sobre o turismo. É necessário desvelar o que está acobertado e isso só será feito com a ciência. O senso comum só nos levará ao obscurantismo, pois turismo é um setor altamente tecnológico, de elevada gestão, que envolve profissionais capacitados, que necessita de ciência, não de achismo para poder funcionar da forma correta.

2. O senhor é coautor de obras fundamentais como “Teoria do turismo: conceitos, modelos e sistemas”, que possui edições no Brasil, na Espanha e em inglês pela Cabi . Na prática, como o diálogo entre a teoria produzida na academia e os profissionais que atuam no mercado turístico pode ser fortalecido para gerar um desenvolvimento mais sustentável e consciente?

– Este meu livro Teoria do Turismo: Conceitos, Modelos e Sistemas, que foi escrito em coautoria com o prof. Gui Lohmann, que hoje atua na Austrália, é um dos exemplos que tenho sobre o diálogo entre a teoria e a prática. Nele nós identificamos 73 conceitos, modelos e sistemas que foram criados para explicar ou responder a algum problema do turismo.

Por exemplo, o Modelo de Escolha de Destinos, desenvolvido por Gottfried A. Schmoll na década de 1970, que buscou explicar os motivos pelos quais um turista elege o destino a ser visitado por motivo de lazer. Temos também o Sistema Psicográfico de Stanley Plog, que lá na década de 1970 conseguiu – com estudos da psicologia – estabelecer uma correlação entre níveis de desenvolvimento de um destino turístico com a psicologia do turista. E temos o Modelo de Ciclo de Vida de um Destino Turístico, desenvolvido por Richard Butler na década de 1980. Neste modelo, ou teoria, Butler explicou como nascem, crescem, atingem a maturidade e morrem (ou se renovam) os destinos turísticos.

Ora, para um bom profissional de turismo é fundamental saber como os turistas escolhem os destinos, quais são suas preferências segundo sua psicografia e como os destinos se comportam com a chegada de visitantes e com o passar do tempo. Esses três autores explicaram com suas teorias, utilizando ciência, um pouco disso há mais de 40 anos. Obviamente que essas teorias já foram revisitadas, redefinidas, melhoradas, criticadas, refutadas em partes, mas elas foram importantes para fazer uma ponte entre os teóricos e o mundo prático do turismo.

Neste sentido, respondendo a segunda parte da sua pergunta, creio que os grupos do mercado turístico e da academia de turismo do Brasil devem se aproximar. Estamos todos falando do mesmo fenômeno, porém com interesses e perspectivas diferentes. Mas é o mesmo setor. Assim, os profissionais do mercado poderiam, de alguma maneira, se aproximarem da literatura publicada na área, das associações científicas do turismo, dos pesquisadores de turismo e até quem sabe, contratarem estudantes de graduação ou jovens egressos dos cursos superiores de turismo do Brasil. Esses jovens já reconhecem o vocabulário da área, as nuances do setor, conhecem métodos e ferramentas de investigação e podem trazer novos olhares para problemas práticos ainda não resolvidos. Por outro lado, os profissionais da academia de turismo – professores, pesquisadores, cientistas do turismo – devem deixar de lado conhecimentos pré-concebidos que fazem crítica rasa às práticas do mercado turístico. A crítica deve existir, mas fundamentada em conhecimentos consolidados e na ciência. Também podem aprimorar seus olhares de investigadores e passarem a estudar temas de maior relevância e necessários, sempre direcionados pela ética e colocando o ser humano como fator mais importante neste processo.

3. O senhor recebeu, entre outras honrarias, o Troféu Professor Mário Carlos Beni e o Prêmio Jabuti. Para além dos reconhecimentos, que legado o senhor, como educador e pesquisador, mais deseja deixar para as próximas gerações de estudiosos do turismo?

– O prêmio Jabuti recebi em 2011 pelo livro “Turismo de Experiência”, em parceria com a profa. Cecilia Gaeta e outros colegas. Era um momento em que a experiência turística estava em alta e o livro soube fazer uma leitura da realidade vivida naquele momento. O Troféu Mário Beni recebi em 2023 e representou um reconhecimento pelo trabalho acadêmico que venho desenvolvendo há 30 anos. Para meus alunos e sempre deixo a mensagem que eles devem escolher atuar numa área que gostam, sempre serem éticos em todos os aspectos da vida e se fundamentarem na boa literatura científica. Desejo também que todos sejam tão bem sucedidos que superem seus mestres, pois a maior prova da capacidade dos professores é serem superados por seus alunos.

4. Uma pesquisa recente da qual o senhor participou na USP investigou as competências necessárias para docentes em Turismo e Hotelaria. Os resultados indicam que “Experiência Prática” e “Domínio de Tecnologias” são competências altamente valorizadas. Como o senhor vê a integração entre a formação teórica crítica e a demanda por essas competências mais técnicas e aplicadas na sala de aula?

– Essa pesquisa foi desenvolvida numa tese de doutorado que orientei e esses dois itens se sobressaíram. Percebo que a formação teórica já deve ser crítica, pois o professor deve conduzir o aprendizado dos alunos pelo caminho dos múltiplos olhares da vasta literatura e pelas inúmeras possibilidades profissionais. A demanda por profissionais que saibam pensar, escrever, tomar decisões e tenham controle emocional é grande no mercado turístico e praticamente em toda a área de serviços. De todos os modos, percebo que cada vez mais os alunos chegam à universidade com falhas na formação básica, então os professores perdem um tempo precioso buscando suprir tais deficiências e acabam por fim tendo um tempo limitado para desenvolverem técnicas em sala de aula. Mas cada caso é único. Depende muito das pessoas, das instituições que elas atuam e das condições de trabalho de cada docente.

5. O senhor tem uma significativa atuação internacional, com projetos como o “STOREM” na Costa Rica  e passagem como professor visitante na Espanha. Olhando para o futuro, que lições oriundas da América Latina e da Europa o senhor considera mais promissoras para a construção de um turismo mais inteligente e responsável, na linha do T-Forum, do qual a USP é fundadora?

– Tive a oportunidade de ajudar na criação de um doutorado em turismo no México, um mestrado em turismo na Costa Rica e um mestrado e um doutorado em turismo no Brasil. Essas ações me levaram a compreender que praticamente temos ao menos um problema crônico na formação em turismo na América Latina, qual seja, o distanciamento entre a teoria e a prática. Esse problema não  é exclusivo de nossa região, mas sim mundial. Daí é que surgiu o grupo t-Forum. The tourism Intelligence, cujo único objetivo é criar ferramentas e atuar para unir o mercado turístico com a universidade.

O grupo t-Forum foi criado em 2015 e a USP é membro fundador. Estive e estou apoiando a proposta desde então. No Brasil temos uma iniciativa semelhante, que é o Lab Academia (www.labacademia.org.br) que busca unir os empresários do setor com os professores e alunos das universidades. Dito isso, as lições mais promissoras são a superação dos muros reais e imaginários que separam a universidade do mundo prático do turismo, a valorização da sustentabilidade, da acessibilidade universal e da inclusão e o apelo para o desenvolvimento de ações éticas e humanas no setor. São valores, que podemos dizer, universais.

Nota do Editor: O acrônimo STOREM significa “Sustainable Tourism & Environmental Management” (Turismo Sustentável e Gestão Ambiental).

Por fim, agradeço imensamente a oportunidade e as perguntas feitas. Creio que muitos dos desafios que enfrentamos no setor de turismo serão superados somente com muita visão crítica, ciência, inovação, profissionalismo e, claro, ética.

 

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Sejam bem-vindos ao Jornal Digital ClickUS.

Entrevistador: Luiz Maggio (ClickUS Jornal Digital)

Agradecemos por dedicar seu tempo a esta leitura importante, onde vamos explorar os detalhes do movimento “NÓS QUEREMOS”, lançado pela ABRASEL (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes). Este movimento, que ganhou destaque após o evento realizado em 06/10/2025, busca fortalecer a cadeia produtiva nacional e proteger o setor de alimentação fora do lar dos desafios econômicos e tarifários internacionais. No final da leitura, deixe seu comentário, é muito importante para nós!

Esta entrevista, em sua íntegra, é de responsabilidade exclusiva do Dr. Percival Maricato , que autoriza e anui com sua publicação nos termos aqui apresentados.


 

O Entrevistado: Dr. Percival Maricato 

O Dr. Percival Maricato é uma liderança multifacetada no cenário empresarial, jurídico e de serviços do Brasil. Sócio-titular do escritório Maricato Advogados Associados há mais de 40 anos, ele iniciou sua carreira em 1976.

Sua vasta experiência o levou a ocupar cargos de destaque como:

  • Fundador, ex-presidente e atual Diretor Institucional da ABRASEL SP – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes – Seccional São Paulo.
  • Vice-Presidente Jurídico da CEBRASSE – Central Brasileira do Setor de Serviços.
  • Sócio nº 2 e Fundador da ABAGA – Associação Brasileira da Alta Gastronomia.
  • Coordenador e ex-coordenador geral do PNBE – Pensamento Nacional das Bases Empresariais.
  • Membro de Conselhos importantes como o da Fundação Padre Anchieta (TV Cultura), Conselho Curador do São Paulo Convention & Visitors Bureau e dos Conselhos Estadual e Municipal de Turismo.

Além de sua atuação jurídica e empresarial, destaca-se como jornalista, palestrante e escritor, com diversos artigos publicados nos principais veículos do país e cinco livros de sucesso. Sua voz é essencial na defesa e no fomento do setor de alimentação fora do lar e serviços.

 

VAMOS COMEÇAR?

  1. Dr. Percival, o que motivou a ABRASEL a lançar MAR E RIO o MOVIMENTO “NÓS QUEREMOS” e quais são os principais objetivos dessa iniciativa?

O objetivo é ajudar a manter sadia a cadeia produtiva do setor de pescados, suas empresas, empregos que geram e as atividades dos pescadores artesanais, ameaçados pelos impactos do tarifaço dos americanos. sem dúvida, ela, como as demais, é um patrimônio nacional. e dar exemplo, em vez de ficar chorando, fazer do limão uma limonada, como ensina o ditado popular, para que este tipo de conduta se espalhe para outras cidades e para outros setores, como deliverys, supermercados, cozinhas coletivas, etc.

  1. Como o movimento pode beneficiar o setor de alimentação fora do lar, especialmente em tempos de desafios econômicos?

Na verdade, o movimento visava inicialmente o dito acima. quanto melhor estiver o país, melhor estarão suas empresas. mas, sem dúvida, a manutenção e o fortalecimento desse setor de pescados, e até as promoções que eles podem fazer, acabam por resultar em benefícios específicos para bares e restaurantes.

  1. Quais ações específicas estão sendo planejadas para mobilizar os empresários e a comunidade em torno dessa causa?

Juntamos as entidades do setor de pescados com o setor de restaurantes e estamos estimulando o consumo de pescados, estimulando restaurantes a fazerem promoções. eles também irão ajudar com promoções, aulas para chefs , receitas de iscas de peixes, promoção do peixe da semana no CEAGESP, etc.

 

 

4. Por fim, como os consumidores podem apoiar o movimento e contribuir para a valorização do que é produzido no brasil?

Apoiando as empresas nacionais, as que foram impactadas agora e as que podem ser no futuro, principalmente vindo de um presidente desrespeitoso, injusto, mas poderoso e imprevisível. o brasil está procurando um caminho independente de desenvolvimento, vendendo a quem quer comprar, sendo protagonista na área internacional. e isto parece incomodar, mas é o caminho que temos que trilhar para deixar de vez de ser um país atrasado e colonizado. vamos em frente pelo desenvolvimento nacional.

Agora, convidamos nossos leitores para continuarem esta conversa! Vocês têm alguma pergunta para o Dr. Percival ou para a equipe da ABRASEL. Deixem seus comentários aqui embaixo – estamos ansiosos para ler cada contribuição e responder às suas dúvidas!

Agradecemos a todos pela leitura e participação!


 Luiz Maggio .’.
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Patty Leone (Apresentadora do “Mala Pronta” e “Patty Leone Top Travels”)

Entrevistador: Luiz Maggio (Clickus Jornal Digital)

Olá, Patty Leone!

Seja muito bem-vinda ao Jornal Digital ClickUS.

Agradecemos muito por aceitar o nosso convite para esta entrevista. Sua participação é muito importante para nós e para nossos leitores.

Confirmamos que todas as suas respostas serão publicadas gratuitamente em nosso portal, com a devida autorização e sob sua total responsabilidade.

Vamos começar?

1. Com mais de 25 anos de carreira no turismo e visitas a mais de 70 países, quais foram os destinos que mais te surpreenderam e por quê?

Destinos internacionais o que me surpreendeu foi a Antártida. E principalmente o caminho que percorri pra chegar até lá

Malvinas, South Georgia, onde pude ver várias espécies de pinguins, baleias, focas, elefantes marinhos gigantescos, e ver como somos pequenos diante da natureza.

 

No Brasil vou citar a Paraíba. A primeira vez que visitei Joao Pessoa, meus amigos me perguntaram, o que vc vai fazer na Paraíba? E eu não sabia muito bem o que responder. Hoje, é um dos destinos queridinhos dos brasileiros. Pelas suas praias, águas quentinhas, seu belo São João. Mas pra mim, o melhor são as pessoas. Que quando te conhecem, fazem de tudo pra que você se divirta.

Minha frase é:

“O paraibano não tem filtro de amor.”

 

  1. Seus programas, como “Mala Pronta” e “Patty Leone Top Travels”, unem turismo, cultura e lifestyle. Como você transforma experiências de viagem em conteúdos tão envolventes para TV e redes sociais?

Quando comecei esse trabalho, queria poder mostrar para as pessoas, o quanto é importante viajar e conhecer outras culturas. Comecei no Instagram e hoje são dois canais de tv e o Youtube também.

Eu sou uma eterna criança. Me encanto com tudo. Pra mim encontrar as pessoas do local, experimentar a comida regional ou típica, visitar lugares inusitados, tudo me encanta. E essa capacidade de se encantar com as coisas simples da vida, chega a quem está em casa. E pra mim, quando encontro alguém que me conhece e assiste o programa e me diz

“Eu viajo com você!!” Todo o esforço vale a pena

 

  1. Recentemente, você recebeu o título de Personalidade do Turismo pela Secretaria Municipal de SP e de Cidadã João Pessoense pelo Governo da Paraíba. Como esses reconhecimentos impactam sua trajetória?

Receber esses prêmios, me dá a certeza de estar seguindo no caminho certo. Minha responsabilidade como apresentadora de um programa de viagem em nível nacional é imensa. O compromisso com bons conteúdos, com a verdade, é fundamental. No início de minha carreira como produtora de conteúdo de viagem, muitas pessoas não acreditaram no poder dessa mídia e na força que isso iria ter.

Mas como sempre acreditei, trabalhei e me joguei em todo esse novo mundo.

Agora estamos pouco a pouco colhendo os resultados.

E espero que os órgãos do turismo reconheçam meu trabalho mais e mais me ajudando a mostrar o quanto o turismo é potente para o crescimento de um país.

 

  1. Além da sua formação em Educação Física e Artes Plásticas, como essas áreas influenciam sua visão sobre viagens e a criação de seus conteúdos?

Digo sempre que tudo o que fazemos, estudamos ou nos dedicamos, faz parte de nossa bagagem pessoal e sempre será usada em algum momento.

É como uma bolsa de habilidades que carregamos conosco e usamos sempre que precisamos.

Ser professora de educação física me ajuda muito na comunicação clara com meu público, me ajuda nas aventuras que adoro fazer. Artes plásticas para as visitas aos castelos, ou catedrais que encontro no mundo todo.

Eu adoro ir a museus, ver obras clássicas e modernas, abre nossa cabeça e nossa percepção do mundo.

 

  1. Diante do cenário atual, como você enxerga o futuro do turismo brasileiro e quais as maiores oportunidades que você vislumbra para o setor nos próximos anos?

O turismo é o motor propulsor de divisas, empregos, educação. O Brasil é uma potência. As praias mais bonitas você encontra aqui. Nossa gastronomia tão diversificada em cada região do país, nosso povo tão solicito.

Precisamos ter atenção a qualidade da hotelaria, dos restaurantes, e das cidades em geral.

Cidades organizadas, limpas, e principalmente seguras.

Para o estrangeiro, o que mais impossibilita a viagem para o Brasil, são as notícias de tanta violência que eles recebem.

Precisamos de políticas públicas que olhem pra isso.

Os empresários investem na hotelaria, mas o governo precisa tratar com mais carinho nossas cidades.

Temos um caminho longo a percorrer, temos em torno de 6 milhões de turistas estrangeiros em nosso país anualmente, muito pouco em comparação com o tamanho do Brasil.

 

Considerações Finais:

Minha missão com meu trabalho é despertar o olhar para cada destino que visito, e trazer alegria pra dentro da casa de cada brasileiro que para, para me assistir.

É como se neste momento o telespectador abrisse a porte de casa pra mim. E eu me sento no sofá aquela 1 hora junto com ele.

Só tenho a agradecer a oportunidade de alcançar tanta gente.

 


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Em uma conversa esclarecedora para o Jornal Digital ClickUS, o especialista Pablo Kling compartilha suas percepções valiosas sobre o ecossistema WordPress. A entrevista aborda desde as tendências mais recentes em desenvolvimento, como o editor Gutenberg e o Full Site Editing (FSE), até dicas cruciais sobre segurança, performance e otimização para SEO. Kling também discute a importância de criar experiências digitais robustas e como se manter relevante em um mercado em constante evolução. Uma leitura essencial para desenvolvedores, agências e todos que utilizam a plataforma para construir presenças online de sucesso.

É uma honra tê-lo como entrevistado no ClickUS Jornal Digital! O Restaurante Ancestral se destaca não apenas por sua proposta gastronômica inovadora, mas por resgatar técnicas culinárias tradicionais e conectá-las à contemporaneidade. Sua liderança à frente deste projeto e sua trajetória no universo da gastronomia trazem uma perspectiva única para esta conversa.

Agradecemos desde já por compartilhar suas experiências e visões sobre:

  • resgate de saberes ancestrais na cozinha brasileira

  • O papel da gastronomia como agente de transformação cultural e social

  • Os desafios de manter autenticidade em escala comercial

Suas respostas enriquecerão nosso conteúdo e ajudarão a destacar o Restaurante Ancestral como referência no cenário gastronômico e turístico de Socorro – São Paulo.

“Ao responder, você autoriza integralmente a publicação de suas declarações e assume total responsabilidade pelo conteúdo fornecido.”

Rafael, com sua vasta experiência de 20 anos na gastronomia e uma formação que abrange desde a cozinha ancestral até passagens por culinárias internacionais, como você vê a evolução do paladar brasileiro e como o conceito de “cozinha ancestral” se posiciona nesse cenário contemporâneo?                                                                                                                                                     

Bom levando em consideração que o paladar brasileiro é bastante aberto a novos sabores, técnicas e serviços relacionado a gastronomia graças a enorme diversidade cultural e por ter um território grande! Onde temos insumos variados , onde podemos aplicar em todo tipo de culinária, seja pra adaptar a cozinhas clássicas como a francesa ou as mais peculiares como a asiática. Tenho pra mim que o conceito de cozinha ancestral vem pra agregar além de mais sabor, que na minha opinião tudo que é feito na brasa é mais saboroso e amplia ainda mais a qualidade do insumo tanto em sabor quanto em cor e textura, e também é muito bem aceito pelo fato da experiência de quem consome esse serviço, onde normalmente se encontra uma atmosfera mais leve e descontraída sem deixar o requinte de lado quando o serviço é bem feito, é também foge um pouco do tradicional! Todos esses fatores pra mim são oque atraem em mim e o público que eu atendo diariamente.

 

O Restaurante Ancestral está localizado dentro do Parque Pedra da Bela Vista. Como essa localização privilegiada influencia o conceito e a experiência gastronômica que vocês oferecem, e de que forma a culinária do Ancestral dialoga com a beleza natural e o potencial turístico da região de Socorro?                                                                                                                               

A influência da localização e vista que temos do parque e do restaurante é do tamanho da beleza do lugar!!! Ou seja influência em total no conceito de técnicas ancestrais utilizadas no restaurante! Já que a vibe de quem chega ao parque é de quem contempla a natureza o por do sol e todo espetáculo que esse fenômeno nos oferece! Sendo assim a ideia sempre foi ter a mesma vibe do visitante em nossos preparos, com muito fogo sabor e qualidade de insumos priorizando o frescor dos produtos empratamento robustos mas mantendo um requinte de quem busca alta gastronomia, ja que técnicas de cocção em brasa ja deixou de ser apenas um ” churrasquinho” a muito tempo!

 

Considerando sua trajetória diversificada em cozinhas de diferentes estilos e a especialização em técnicas de cocção em brasa, quais são os maiores desafios e as maiores recompensas de liderar um restaurante com uma proposta tão única como a do Ancestral?         

Nossa já passei por diversos estilos gastronômicos ( cozinha clássica francesa, asiática, italiana, cozinha industrial, confeitaria clássica e contemporânea) por todas sou encantado! Mas a que faz Meu coração bater mais forte e me motiva mais que as outras é com certeza a cozinha feita em brasa sem dúvidas, consigo selecionar mais recompensar doque desafios ou frustrações desde que comecei a aplicar essas técnicas.Os desafios se resumem em espaço muitas vezes inadequados para a prática de cocção em brasa, já que necessário um sistema de ventilação eficiente para que a fumaça não atrapalhe a experiência do cliente assim como mão de obra especializada também é em muitas vezes uma dificuldade.

Agora falando das coisas boas!!! Rsrs como disse sou apaixonado

Considerações Finais ou Informações Relevantes:

    Eu gostaria de agradecer  a visita e convidar a todos para virem provar os pratos e visitar nossos eventos gastronômicos cada vez mais elaborados, com vinhos espetaculares ou um Chopp geladinho.

 

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ABRAJET-SP realizará presstrip estratégico para Araçatuba e reforçará o potencial turístico do interior paulista

Jornalistas conhecerão os atrativos de Araçatuba em ação promovida pela ABRAJET-SP

A cidade de Araçatuba, localizada no noroeste do Estado de São Paulo, será o destino da próxima ação estratégica da ABRAJET-SP (Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo – Seccional São Paulo). Entre os dias 12 e 15 de junho de 2025, jornalistas especializados em turismo de diversas regiões do estado participarão de uma presstrip que tem como objetivo destacar os principais atrativos e consolidar o posicionamento da região como destino turístico estratégico e em plena expansão.

Integrante da Instância de Governança Regional (IGR) Tietê Vivo, Araçatuba vem ganhando notoriedade por sua ampla oferta de experiências ligadas ao turismo rural, de natureza, de aventura, esportivo, cultural e gastronômico. Com infraestrutura de qualidade e projetos voltados à valorização regional, o município se prepara para se tornar um dos principais polos turísticos do interior paulista.

Durante a visita técnica, os jornalistas convidados terão a oportunidade de vivenciar a hospitalidade local, conhecer de perto projetos de turismo sustentável e participar de atividades voltadas ao fortalecimento da economia criativa regional. Será um momento de imersão e conexão direta com lideranças, empreendedores e comunidades que formam o ecossistema turístico da região.

A programação, desenvolvida em parceria com a Prefeitura de Araçatuba e a Secretaria Municipal de Turismo, também inclui o envolvimento direto da imprensa especializada com o trade turístico local, criando uma vitrine de oportunidades para apresentação de iniciativas, produtos e rotas em desenvolvimento.

Para a presidente da ABRAJET-SP, jornalista Miriam Petrone, a presstrip tem um papel fundamental na ampliação da visibilidade dos destinos emergentes: ‘A presença da ABRAJET-SP em Araçatuba reforça nosso compromisso com a promoção dos destinos do interior e com o fortalecimento do turismo como força econômica e cultural. O jornalista de turismo é agente ativo na construção de pontes entre o viajante, as experiências e as políticas públicas’.

Segundo Sildemar Paulucci, Assessor Executivo da Secretaria de Turismo de Araçatuba e Diretor Técnico de Desenvolvimento Econômico e Turismo Sustentável da IGR Tietê Vivo, a ação vai além da divulgação institucional: ‘Esse encontro será extremamente importante, especialmente por reunir jornalistas especializados, operadores e agentes de viagens. Será uma oportunidade valiosa para troca de experiências, aprendizados e construção conjunta de soluções para o fortalecimento do turismo regional’. Ainda de acordo com ele, a visibilidade será ampliada com o encontro regional da IGR no dia 14 de junho, no Speed Park: ‘Estaremos reunindo todas as estâncias e municípios que integram a nossa região turística. Será um momento único de conexão, planejamento e promoção’.

A ação está em sintonia com a missão da ABRAJET-SP de impulsionar o turismo regional, fomentar pautas de interesse público e proporcionar aos seus associados experiências práticas e networking qualificado. A aposta em Araçatuba reafirma o compromisso da entidade com a interiorização do turismo e com o Brasil que pulsa fora dos grandes centros.

A expectativa é que a presstrip fortaleça a imagem da região, amplie a circulação de informações qualificadas na imprensa e contribua para consolidar Araçatuba no roteiro do turismo paulista e nacional.

Fotos: Divulgação
Matéria: ABRAJET-SP

 

Luiz Maggio
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✒️ ENTREVISTA VIRTUAL COM TONY – BRASILEIROS NO TURISMO ESPORTIVO
Publicação no Jornal Digital ClickUS
Site: www.clickus.com.br

Prezado Tony,

Agradecemos sua disponibilidade para esta entrevista, que será publicada no Jornal Digital ClickUS.

 Em um cenário onde o Brasil se consolida como potência no turismo esportivo global, conversamos com Tony, um dos principais nomes por trás da expansão de corredores brasileiros em eventos internacionais. Com experiência em organizar provas como a Maratona de Sorocaba e as inéditas Cocoa Brazil International Marathon e Cocoa International Marathon (Flórida), ele revela insights sobre:

  • O boom do turismo esportivo brasileiro: com recordes na Maratona da Disney e fluxo crescente para a Flórida;

  • Estratégias para inclusão: como eventos como a Cocoa Marathon democratizam o acesso a corridas no exterior;

  • Dicas essenciais para quem sonha em competir internacionalmente.

“É mais que uma corrida: é realizar um sonho com a comodidade de ser atendido em português e parcelar sua inscrição”, destaca Tonny, que também é diretor da SBS Sports LLC, sediada na Flórida.

Leia a entrevista exclusiva abaixo e descubra como o Brasil está conquistando o mundo, um quilômetro de cada vez!

Declaração de Responsabilidade:
As informações fornecidas nesta entrevista são de inteira responsabilidade do entrevistado, que autoriza expressamente sua divulgação no Jornal Digital ClickUS e plataformas associadas.

 

✒️ ENTREVISTA COM TONNY – DESTAQUE BRASILEIRO NO TURISMO ESPORTIVO
1️⃣ Tony, o Brasil é o terceiro maior emissor de turistas para a Flórida e um dos países com mais vitórias na Maratona da Disney. Como você avalia o potencial do turismo esportivo brasileiro nesse cenário?

O POTENCIAL TURÍSTICO BRASILEIRO

Entendemos que realmente temos um grande fluxo de brasileiros participando de eventos internacionais. Por exemplo:

  • Cerca de 500 brasileiros participam da Maratona da Disney todo ano (em janeiro).

  • Desde 1994, o Brasil é o país com mais sucesso no evento, acumulando 22 vitórias no masculino e 7 no feminino, além de ter os campeões com mais títulos na história da prova.

Em 20241,1 milhão de brasileiros viajaram para a Flórida, um aumento de 8% em relação a 2023. O Brasil é o terceiro maior emissor de turistas para o estado, atrás apenas de Canadá e Reino Unido.

Diante disso, acreditamos que há um potencial turístico enorme em oferecer dois eventos brasileiros na Flórida (como a Maratona da Disney e a Cocoa International Marathon), pois:

  • Abre um novo nicho para quem busca experiências internacionais.

  • Oferece atendimento especializado para brasileiros (muitos não falam inglês e precisam de assistência).

  • Cria uma oportunidade para quem já está de férias em janeiro ou julho.


2️⃣ ✒️A COCOA BRAZIL INTERNATIONAL criou a Maratona de Cocoa como uma opção para quem não consegue vaga na Disney ou busca mais desafios. Na sua opinião, como iniciativas como essa impulsionam o esporte e a economia local?   POR QUE COCOA?

Cocoa Brazil International Marathon e a Cocoa International Marathon foram pensadas para:

  1. Aproveitar o fluxo turístico:

    • Cocoa fica à beira-mar, com apenas 19 mil habitantes (Distrito de Brevard).

    • O trajeto da maratona é totalmente plano e no asfalto, com saída no Riverfront Park.

  2. Datas estratégicas:

    • 18/01/2026: Uma semana após a Maratona da Disney, ideal para quem não conseguiu se inscrever ou quer outra opção.

    • 12/07/2026: Período de férias no Brasil, facilitando a viagem.


3️⃣ ✒️Você tem uma trajetória inspiradora em corridas internacionais. Qual conselho daria aos brasileiros que sonham em participar de eventos como a Disney ou Cocoa Marathon?

 

A EXPERIÊNCIA DO PARTICIPANTE

 

Como organizadores (e também corredores), entendemos o sonho de participar de um evento internacional:

  • Correr em um cenário único, realizando o desejo de viajar e competir no exterior.

  • Oferecer facilidades como parcelamento e suporte em português, tornando a experiência mais acessível.

“É como visitar um amigo: você é recebido com familiaridade, mesmo longe de casa.”


NOSSAS MARATONAS

Além dos eventos na Flórida, organizamos a Maratona de Sorocaba desde 2017, com 8 edições de sucesso.

Contato:

  • Antonio Muknicka: +55 15 99171-7717

  • Siteproeesp.com.br

  • Sede (EUA): SBS Sports LLC – 4351 NW 50th Drive, Apt #101, Gainesville, FL 32606

  • O ClickUS Jornal Digital – Acontecimentos Mundiais agradece a Tony Muknicka, fundador da ProEsport Eventos Esportivos e diretor da SBS Sports LLC (Flórida/EUA), por compartilhar conosco sua expertise no mercado de turismo esportivo internacional.

Tony, reconhecido por criar pontes entre corredores brasileiros e competições globais, revelou nesta entrevista exclusiva:

  • O segredo do sucesso brasileiro na Maratona da Disney

  • Como a Cocoa Marathon está revolucionando o turismo esportivo

  • Estratégias para atletas amadores realizarem o sonho de competir no exterior

“Nossa missão vai além de organizar provas – criamos experiências completas, com suporte em português e facilidades financeiras”, destaca o empreendedor.

Aos leitores: Quer saber como participar desses eventos ou tem dúvidas sobre turismo esportivo? Deixe seu comentário! As melhores perguntas poderão ser respondidas pelo próprio Tony em nosso próximo conteúdo.

Tony Muknicka, agradecemos por esta conversa inspiradora e desejamos continuado sucesso à ProEsport e à SBS Sports LLC em suas iniciativas globais.

Atenciosamente,


Luiz Maggio
Jornalista MTB 62420
Editor do Jornal Digital ClickUS – Acontecimentos Mundiais
www.clickus.com.br

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Em uma conversa exclusiva para o ClickUS Jornal Digital – Acontecimentos Mundiais, o renomado diretor de marketing 

André Mozetic (CONNECTA EXPO) recebeu nosso jornalista Luiz Maggio para um diálogo inspirador sobre os 45 anos

de transformações no mercado de feiras e eventos.

Nesta entrevista especial, Mozetic revela:

  • Os bastidores da consolidação da FISPAL como referência internacional
  • Estratégias inovadoras da CONNECTA EXPO no cenário pós-pandemia
  • Conselhos valiosos para jovens profissionais do setor
  • Visões sobre o futuro dos eventos regionais no Brasil

Uma jornada fascinante pela mente de um dos maiores especialistas do segmento!”

 

✒️Entrevista com André Mozetic – Diretor de Marketing da CONNECTA EXPO

André Mozetic, conte-nos um pouco sobre sua trajetória profissional. Como você
começou no setor de feiras e eventos e o que te motivou a seguir essa carreira?

Em primeiro lugar, quero agradecer a oportunidade de conversar com os leitores do Jornal Digital ClickUS.

Ingressei no setor de feiras aos 23 anos, atuando como vendedor de montagens em grandes
eventos, como COUROMODA, FENIT, SALÃO DO AUTOMÓVEL, entre outros, a maioria
promovida pelo Dr. Caio de Alcântara Machado.
Em 1983, os proprietários da empresa de montagem onde eu trabalhava com vendas e
projetos decidiram ingressar na área de promoção de feiras. Nessa nova fase, fui convidado a
atuar na área comercial e de planejamento, participando da criação da FISPAL – Feira de
Insumos para a Indústria de Alimentos.
Com o passar dos anos, a FISPAL cresceu e minha carreira também evoluiu. Nos anos 90,
assumi a Vice-Presidência do Grupo, liderando não apenas a FISPAL, mas também outros
eventos, como a ITF – Feira Internacional do Brasil, Américas Telecom, Conferência Mundial da
UNCTAD e diversas feiras setoriais em parceria com a REED, que começava a atuar no mercado
brasileiro.

Quais foram os principais desafios que você enfrentou ao longo dos seus 45 anos de
atuação no mercado, e como eles contribuíram para o profissional que você é hoje?

Acredito que o maior desafio da minha carreira, e também o maior incentivo, foi atuar em um
mercado dominado pela Alcântara, que contava com grandes gestores como Jair Saponari,
Evaristo Nascimento e o Dr. Caio. Esses líderes lotavam o Anhembi praticamente o ano todo,
enquanto eu lutava para fazer a FISPAL crescer e migrar do Palácio das Convenções para o
grande pavilhão.
Com esses profissionais, pude compreender a verdadeira dimensão de uma feira de negócios e
sua contribuição para a cidade, o turismo e o desenvolvimento do país. Além disso, tive a
oportunidade de aprender sobre a força do trabalho associativo na UBRAFE, onde criei o
primeiro Guia de Feiras do Brasil.

Você poderia compartilhar algum momento ou projeto que considera um marco na sua
carreira? Qual foi o seu trabalho de maior destaque e por quê?

Acredito que o grande desafio foi consolidar a FISPAL também como uma feira de alimentos, e
não apenas de processos e embalagens. Já em sua sétima edição, ela se destacava como uma
das maiores feiras internacionais do setor.
A gastronomia foi fundamental para essa conquista, pois a distribuição já era atendida pela
Feira ABRAS de Supermercados. Na época, pouco se falava sobre a importância dos chefs de

cozinha para o setor. Foi então que conheci o Chef Laurent Suaudeau, e juntos iniciamos o
Gourmet Show e outras atrações voltadas ao crescente mercado da gastronomia.
Em apenas três edições, a Fispal Alimentos passou a ocupar o Expo Center Norte, sendo
realizada simultaneamente com a Fispal Tecnologia, que já lotava o Anhembi.
Essa realização simultânea resultou em um dos maiores eventos realizados em pavilhões no
Brasil, totalizando 56.700 m² de área útil ocupada.

Como você vê a evolução do setor de feiras e eventos ao longo das décadas, e qual tem
sido o seu papel nessa transformação?

A tecnologia gerou grandes avanços operacionais e técnicos para feiras e eventos . Entretanto
tenho notado que principais feiras estão diminuído no Brasil , enquanto que no exterior
continuam crescendo .
Após a venda da Fispal, me dediquei a realizar eventos regionais e prestar consultorias para
associações e investidores . Hoje participo de uma sociedade que realiza eventos em Minas
Gerais e Goiás nas áreas de Tecnologia e Agronegócio .
Hoje com a MINAS INOVATEC e UBERÂNDIA SUMMIT , conseguimos atender todos Triângulo
Mineiro e acelerando o processo de regionalização em setores como Educação , Hospitalidade
, Defesa e Segurança.

Quais são as pessoas ou profissionais que mais te inspiraram ao longo da sua carreira?

Sem dúvida, Dr. Caio de Alcântara Machado está no topo da lista, junto com seus executivos
Rafael Guagliardi, Evaristo Nascimento e Jair Saponari, no setor de feiras.
No campo institucional, destaco o Ministro Rubens Ricupero, com quem realizei a Conferência
Mundial da UNCTAD no Brasil.
Já no campo operacional, meu irmão Ronaldo Almeida, da TTI Embragem, teve um papel
essencial ao viabilizar a liberação de equipamentos, produtos e serviços de mais de 30 países
para a Fispal, Américas Telecon e outros grandes eventos que promovemos.

 Além da sua atuação profissional, o que mais te motiva e inspira no dia a dia?

Por ter três netos, sinto a responsabilidade de olhar para o futuro. Ao realizar um evento como
o MINAS EDUCATECH, que busca identificar as profissões do futuro e orientar milhares de
jovens em suas escolhas, tenho a certeza de estar contribuindo com algo significativo para o
meu país.

Qual é a sua mensagem para jovens profissionais que desejam seguir carreira no setor de
feiras e eventos?

O sucesso de um profissional do setor de feiras e eventos está diretamente ligado ao sucesso
que seu cliente alcança em uma realização sob sua responsabilidade. Ao trazer uma empresa
como expositora para uma feira, automaticamente nos tornamos parte do seu time de
marketing e vendas.  Portanto, faça sempre o melhor pelo seu cliente!

André Mozetic, como você chegou à CONNECTA EXPO e qual tem sido o seu papel como
Diretor de Marketing da empresa?

A CONNECTA EXPO nasceu da vontade de três amigos que, após 20 anos à frente de uma das
maiores feiras de Uberlândia, a MINAS EXPOMIX, decidiram retornar ao mercado,
aposentando a aposentadoria.
Começamos com eventos nas áreas de tecnologia e gestão da inovação, promovendo um
fórum com duas feiras integradas, que, segundo o Governo de Minas Gerais, já se destacam
como eventos de grande relevância no Estado.
A partir desse sucesso, estamos expandindo nossa atuação para os setores de educação,
agronegócio e defesa.

Quais são os principais serviços e diferenciais oferecidos pela CONNECTA EXPO para
organizadores de eventos e expositores?

Na CONNECTA EXPO, somos especialistas na geração de conteúdo relevante para o dia a dia
das empresas. Investimos em palestrantes renomados e especialistas nos principais temas da
atualidade.
Além disso, realizamos workshops nas Arenas do Conhecimento e promovemos feiras
integradas, oferecendo soluções alinhadas às demandas dos visitantes compradores.
Essa estratégia tem impulsionado nosso crescimento, com um aumento de 40% na área
ocupada e 70% na qualificada visitação ao ano.

 

 

Como a CONNECTA EXPO se prepara para atender às demandas do mercado de feiras e
eventos, especialmente em um cenário pós pandemia?

Ainda na FISPAL, implementei o conceito de que uma feira acontece o ano todo, e não apenas
nos dias do evento. Na CONNECTA, seguimos essa mesma abordagem, promovendo eventos
prévios, debates com associações e o meio acadêmico, fóruns setoriais e planejando as Arenas
do Conhecimento ao longo do ano.
Além disso, estamos finalizando nosso portal, que contará com palestras, cursos, radar de
oportunidades de negócios, um observatório de inovação e outras ferramentas para
impulsionar conexões e negócios.

Quais são os maiores desafios enfrentados pela CONNECTA EXPO no setor de feiras e
eventos, e como a empresa tem trabalhado para superá-los?

 

Um dos maiores desafios de um promotor de feiras é enfrentar a concorrência predatória, que
não apenas compromete a qualidade dos eventos, mas também frustra expositores em feiras
mal organizadas.

Ainda há no Brasil aventureiros que acreditam que realizar uma feira se resume à locação de
espaço, um folheto e promessas. Embora essas práticas criem desafios, também nos motivam
a oferecer sempre mais para nossos clientes, visitantes e eventos.
O sucesso de uma feira vai além da promoção – envolve montagem, logística, segurança e
serviços eficientes. Para garantir um evento de qualidade, tudo precisa funcionar com precisão
e segurança.

Como você vê o futuro da CONNECTA EXPO e do setor de feiras e eventos no Brasil?

Vivemos em um verdadeiro continente chamado Brasil, onde as oportunidades de mercado
crescem exponencialmente. Somos um país de empreendedores, com muito a desenvolver, ao
contrário de mercados já consolidados em outros países.
A regionalização é uma tendência cada vez mais reconhecida pelas empresas, que veem nas
feiras e eventos uma chance de expandir negócios e construir relacionamentos além de sua
base instalada.
Quando uma empresa sai de São Paulo e se apresenta no interior, tem a oportunidade de
demonstrar suas soluções diretamente para toda a equipe de um cliente, facilitando a decisão
de compra.
Na CONNECTA, mantemos uma comunicação e marketing de alta frequência, sempre
alinhados às demandas do mercado para oferecer o melhor atendimento..

Qual é a sua mensagem para organizadores de eventos e empresas que estão
considerando participar ou se associar à CONNECTA EXPO?

Participar de uma feira de negócios da CONNECTA EXPO oferece vantagens estratégicas para
empresas e profissionais.
Principais Benefícios:
 Novos Negócios – Conecte-se com clientes qualificados, tomadores de decisão e
expanda sua rede de contatos.
 Maior Visibilidade – Fortaleça sua marca e apresente produtos para um público
altamente segmentado.
 Conteúdo Relevante – Acesse palestras, workshops e debates com especialistas
renomados.
 Experiência Imersiva – Participe de Arenas do Conhecimento e feiras integradas,
ampliando sua visão de mercado.
 Suporte Estratégico – Eventos com planejamento, marketing contínuo e infraestrutura
para potencializar seus resultados.
A CONNECTA EXPO vai além da exposição, criando relacionamentos sólidos e oportunidades
reais de crescimento.


ClickUS Jornal Digital – Acontecimentos Mundiais agradece ao André Mozetic, diretor de marketing da CONNECTA EXPO, por esta entrevista repleta de insights valiosos sobre o mercado de feiras e eventos. 

Aos nossos leitores: se tiverem dúvidas ou quiserem debater algum ponto abordado, deixem seus comentários abaixo! Teremos prazer em responder e, quem sabe, até levar suas perguntas ao próprio André Mozetic em um próximo encontro.

André, nosso especial agradecimento por compartilhar tanto conhecimento conosco. Desejamos sucesso contínuo à CONNECTA EXPO e à sua brilhante carreira!

Atenciosamente,

Luiz Maggio .’.
Jornalista MTB 62420
Editor do Jornal Digital ClickUS – Acontecimentos Mundiais    www.clickus.com.br 

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Sobre o Jornal Digital ClickUS
O ClickUS Jornal Digital é um veículo dedicado a promover o turismo, a cultura e os negócios no Brasil e no exterior. Com uma abordagem dinâmica e informativa, destacamos iniciativas e personalidades que contribuem para o desenvolvimento do setor.

Aguardo seus comentários ,perguntas e contribuições na matéria para enriquecer esta entrevista!

Atenciosamente,
Luiz Maggio – EDITOR

Apoio Jornalístico:

 

 

 

 

Bem-vindos ao nosso programa de entrevistas! Hoje, temos a honra de receber Ruben Marone, Cônsul Honorário de Botsuana para o Estado de São Paulo. Advogado renomado, especialista em direito tributário e com uma trajetória marcante no cenário internacional, Ruben Marone é uma voz autorizada quando o assunto é Botsuana, um país que se destaca como um dos mais estáveis e promissores da África.

Com vasta experiência em negócios internacionais e representação de interesses estrangeiros no Brasil, Ruben Marone foi nomeado Cônsul de Botsuana após uma comitiva do país reconhecer seu expertise e dedicação ao fomento de relações comerciais e diplomáticas. Nesta conversa, vamos explorar as oportunidades econômicas, culturais e turísticas que Botsuana oferece, além do papel fundamental do Consulado na aproximação entre Brasil e o continente africano.

O jornalista Luiz Maggio conduziu essa entrevista repleta de insights e histórias inspiradoras, que certamente vão despertar seu interesse por esse país fascinante. Vamos lá?

Nota de Responsabilidade:
“Todas as respostas são de responsabilidade do entrevistado, Ruben Marone, Cônsul Honorário de Botsuana para o Estado de São Paulo., e estão autorizadas para divulgação pública, conforme concordância prévia.”

Qual é a sua trajetória profissional e como chegou ao cargo de Cônsul de
Botsuana?
Sou advogado brasileiro, membro da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção de São Paulo,
desde 1994, formado em Direito pela PUC-SP (1994); especialista em Direito Tributário pela
PUC-SP (1997) e pelo CEU-IICS (1996), além de co-autor em quatorze publicações sobre direito
tributário no Brasil e Argentina, e com várias publicações em diversas revistas especializadas
em direito tributário comercial e Internacional.


Em minha trajetória na advocacia empresarial recebi, em 2010, em meu escritório, uma
comitiva estatal de Botsuana, que estava em visita ao Brasil a fim de fomentar negócios entre
os países; nesta comitiva estava o Embaixador deste país que, atentando-se à minha
experiência pessoal com negócios internacionais, sendo responsável pelo International Desk
de minha banca de advocacia, representação de interesses estrangeiros no Brasil e
representação de interesses brasileiros no exterior; considerando também meu tempo de
residência no exterior, entendeu por bem oferecer-me a honraria de ser nomeado Consul
Honorário de Botsuana para o Estado de São Paulo.

Quais são os principais objetivos do Consulado de Botsuana no Brasil?

Fomentar interação, principalmente econômica, em que todos os envolvidos sejam
beneficiados; Botsuana por receber um fomento econômico da iniciativa privada brasileira
que, por sua vez, poderá se beneficiar da melhor jurisdição jurídica e econômica da África para
a realização de negócios com segurança.

Como você descreveria Botsuana para quem nunca ouviu falar do país e quais
são as principais características culturais, históricas e geográficas de Botsuana?

Botsuana é um país localizado no sul do continente que faz fronteira com a África do Sul,
Namíbia, Zâmbia e Zimbábue, e tem tido, ao longo de seus cinquenta e oito anos de
independência, governos elogiados internacionalmente por sua abertura político-econômica.
Há, no país, total liberdade para investimentos com profundo respeito pelo Estado de direito,
tendo isto gerado em sua existência independente e, principalmente, nas últimas décadas, um
respeitabilíssimo crescimento que tirou o país da posição de pobreza extrema para alçá-lo a
situações comparáveis aos países de primeiro mundo. Tais características são facilmente vistas
na capital, Gaborone, uma das cidades mais modernas da região.
Entende-se essa posição político-econômica de Botsuana em face de sua história. A partir do
século XIV o país teve influência dos ingleses que atuaram na proteção dos habitantes da
região, a pedido dos chefes tribais, contra os bôers – sul africanos descendentes de holandeses
– e alemães do Sudoeste Africano; esta proteção fez nascer o Protetorado de Bechuanalândia,
verdadeiro instrumento contra a expansão bôer e alemã nesta parte da África.
Em 1910, foi fundada a União da África do Sul pelo Reino Unido, sem, entretanto, a inclusão do
Protetorado de Bechuanalândia que seguiu nessa posição, respeitando e participando dos

acordos entre as elites européias e africanas que resultaram, em 1951, no Conselho Europeu-
Africano, e dez anos depois, na constituição e numa independência pacífica e amistosa com a
Inglaterra. Em 1966, Seretse Khama foi eleito o primeiro presidente de Botsuana,
configurando-se desde então a mais antiga democracia africana.
Nesse contexto geográfico e histórico, com economia agropastoril incipiente, sem saída para o
mar e cercada entre as racistas África do Sul (com o sudoeste Africano ocupado) e a Rodésia
(atual Zimbábue), Botsuana desenvolveu sua posição de nação democrática e receptiva ao dar
refúgio aos militantes anti-racistas desses países, mesmo sofrendo retaliações.
Aí se firmou uma democracia que hoje é presidida por Duma Boko, chefe de Estado e de
governo do país, que é uma República Parlamentar estável, com Parlamento composto por
cinqüenta e sete membros eleitos e quatro indicados a garantir representação das principais
populações locais, também com um Poder Judiciário independente.
Com recursos naturais abundantes como diamante, cobre, níquel, sal, carvão, ferro e prata, o
carro chefe da economia é a extração de diamantes, tanto no setor interno – em relação ao
desenvolvimento dos serviços – quanto nas exportações. O país conta com imensos parques de
fauna conservada e reservas naturais, o que faz do turismo uma importante atividade
econômica, em conjunto com a pecuária de ótima qualidade.
Tais atividades, entre outras, tem sido incentivadas pelas corretas políticas governamentais de
proteção à propriedade privada e ao capital externo, com segurança jurídica e carga tributária
baixa, no patamar de 15% de imposto para as indústrias de manufatura em geral, empresas
pertecentes ao IFSC (Botswana International Financial Service Center ou ao polo de inovação
de Botswana), além de ferias fiscais de 5 a 10 anos para empresas novas; subsídio anual de
10% a 25% do custo das instalações e máquinas; subsídio inicial de 25% para novas
construções e melhorias para as já existentes e para as empresas industriais, além da
possibilidade de dedução de 200% do custo de treinamento dos trabalhadores.
É importante frisar que em Botsuana inexiste controle de câmbio e é livre o repatriamento de
lucros, dividendos, e também de capital; há, ainda, acordos contra a dupla tributação com a
África do Sul, Reino Unido, Suécia, Ilhas Maurício, Índia e Rússia.
Esses são os incentivos necessários a produzir resultados fantásticos em um país assolado,
como em outros na África, pela epidemia de AIDS, que atinge um terço da população, afetando
o sistema de saúde e reduzindo a expectativa de vida que, não fosse esse fator, seria uma das
maiores do mundo.
Por outro aspecto, Botsuana goza de excelente infra-estrutura em transporte de ferrovias e
comunicação. Metade do território é urbanizado, e há tendência migratória para as cidades
em face do crescimento dos serviços e falta de rentabilidade da agricultura
O mais importante para a base das oportunidades econômicas, contudo, é a excelente base
educacional da população de Botsuana que passa ao menos dez anos na escola, havendo
diminuta parte não alfabetizada. O governo investe nesse setor praticamente 9% de seu
Produto Interno Bruto; um dos maiores índices no mundo, fazendo existir uma força de
trabalho altamente educada e treinável, com cordiais relações trabalhistas a um custo de
salário mínimo de USD150.00 por mês.

O que vale ratificar, portanto, é o fantástico desenvolvimento do setor econômico de
Botsuana. Desde sua independência, a taxa especificada de crescimento médio é de 9% ao
ano. O governo e o Poder Judiciário respeitam os investimentos privados, sejam eles externos
ou não, e há políticas fiscais fantásticas de incentivo ao investimento, garantindo o superávit
econômico-comercial e grande reserva cambial.
O Fundo Monetário Internacional considera o país como um oásis do capitalismo liberal,
havendo o reconhecimento de que há no país os menores índices de corrupção do mundo,
além de uma estrutura bancária moderna com garantia de crédito para os empreendimentos
privados.
Um veio de oportunidades nesse oásis econômico é a possível capilaridade comercial de
Botsuana com os países do sul do continente africano e a dependência em certos setores com
a África do Sul.
Por intermédio de uma base, mesmo que apenas jurídico-econômica, em Botsuana, o
investidor externo pode alcançar sem tributação um mercado em ascensão de mais de
duzentos e cinquenta milhões de pessoas componentes dos países subsaarianos.
Isto porque a posição geográfica na África Meridional autorizou a participação de Botsuana na
União Aduaneira da África Austral (SACU), desde 1910, tendo ingressado na Comunidade para
o desenvolvimento da África Austral (SADC), entidade com escopo voltado à integração e o
desenvolvimento socioeconômico entre os países-membros, sendo Gaborone a localização da
sede administrativa da Comunidade.
Há, ainda, o acesso ao mercado Europeu pelo Acordo de Parceria Econômica – EU, e o acesso
ao mercado Americano pelo acordo “African Growth and Opportunity Act (AGOA)” assinado
em 2000, bem como possibilidade de ligação para a Ásia-Pacífico (com Singapura sendo a base
principal).
Nesse contexto é que há forte incentivo governamental para a vinda de empresas e cidadãos
estrangeiros para fazer negócios, oferecendo a segurança jurídica e econômica, bem como o
grande atrativo de baixa carga tributária, principalmente nos investimentos externos e solidez
do sistema financeiro.
Do ponto de vista geográfico Botsuana é país semi-árido, localizado no trópico de Capricórnio,
com clima subtropical, em face de sua altitude, e seco de abril a novembro com verão
chuvoso. O sul do país é atravessado pelo deserto de Kalahari, razão pela qual a população
concentra-se na parte leste de sua superfície de 580.000Km², com uma densidade demográfica
3,42 habitantes/km².
A população de Botsuana é de aproximadamente, dois milhões de habitantes, com alguma
pressão migratória advinda do Zimbábue resultante da hodierna crise econômica desta nação.
Botsuana é dominantemente composta em 80% pela etnia Tswana.
A base religiosa que impera em três quartos da população é o cristianismo, levando, também
sob essa vertente, uma solidez nas relações de negócios sérios, ecologicamente corretos, de
longo prazo, e que confiram o verdadeiro desenvolvimento humano.
Esse cenário, obviamente, levou o país à boa classificação de crédito (A1-Moody's, Standard &
Poors) e o configura como verdadeiro Portal Econômico da África, pelo qual as empresas

brasileiras podem, e devem, se aproveitar nesse momento em que possivelmente esteja se
formando a onda de desenvolvimento iniciado, por exemplo, e atendidas as peculiaridades de
cada país, pela China a trinta anos atrás.

Botsuana é conhecido por seus parques nacionais e vida selvagem. Quais são
os destaques turísticos do país?

Botsuana é um país conhecido por ter algumas das melhores áreas selvagens e de vida
selvagem do continente africano. Com 38% da sua área total dedicada a parques nacionais,
reservas e áreas de gestão da vida selvagem, viajar por muitas partes do país leva a sensação
de se deslocar através de um imenso país das maravilhas da natureza. Na maioria dos casos, os
parques não são cercados, permitindo que os animais circulem soltos e livres.
Trata-se de um oásis no nosso mundo superpovoado e superdesenvolvido.
Existe a beleza deslumbrante do maior Delta interior intacto do mundo – o Okavango; a
vastidão da segunda maior reserva de caça do mundo – a Reserva de Caça Central Kalahari; o
isolamento e o outro mundo dos Makgadikgadi – bacias desabitadas do tamanho de Portugal;
e a vida selvagem incrivelmente prolífica do Parque Nacional de Chobe.
O país é o último reduto de uma série de espécies de aves e mamíferos ameaçadas de
extinção, incluindo o cão selvagem, a chita, a hiena parda, o abutre do cabo, o guindaste
carnudo, a abetarda Kori e a coruja pesqueira de Pel. Isso torna experiência de safári
memorável
Ressalte-se as vastas extensões de áreas selvagens desabitadas que se estendem de horizonte
a horizonte, provocando sensação de espaço ilimitado, a vida selvagem surpreendentemente
rica e a observação de pássaros, os céus noturnos repletos de estrelas e corpos celestes de um
brilho inimaginável, e pores do sol deslumbrantes de beleza sobrenatural.
À medida que mais e mais opções de turismo cultural são oferecidas, o encantamento com o
povo de Botswana surge, visitando suas aldeias e vivenciando em primeira mão sua rica
herança cultural. Mas talvez acima de tudo, o maior presente de Botswana é a sua capacidade
de nos colocar em contacto com o nosso eu natural.

Como é a relação comercial e diplomática entre Botsuana e o Brasil
atualmente?

No âmbito das relações comerciais há muito que se fazer. A iniciativa privada brasileira, com
interesse no mercado africano deve considerar fortemente ter sua base jurídica e financeira
em Botsuana, considerando a já descrita segurança jurídica e financeira do país, com relações
econômicas e interação total com os países da África Subsaariana, que contém um mercado
consumidor de duzentos e cinquenta milhões de pessoas.
Do ponto de vista diplomático, a relação é de sintonia, havendo Embaixadas dos dois países
em seus territórios.

Quais são os maiores desafios que Botsuana enfrenta hoje, e como o Consulado
trabalha para superá-los?

Não se desconhece que o continente Africano é comumente lembrado pela pobreza e
desenvolvimento humano reduzido, resultante de um processo de colonização, e seu reverso,
que ajudou empobrecê-lo.
Há, entretanto, uma face africana muito saudável cujos olhos daqueles que procuram
oportunidades devem se voltar. Trata-se das nações com estabilidade política e econômica
que existem também fora do espectro da África do Sul, maior economia do continente.
Justamente pelo fato de ali estar-se formando uma imensa sociedade de consumo, ainda
incipiente em face da economia global, é importante verificar que, segundo dados do Banco
Mundial, os países africanos subsaarianos crescem a taxas importantes, acima das taxas
médias globais, mesmo que ainda com o modelo econômico fundado no extrativismo e
agricultura, sem um desenvolvido setor industrial próprio do continente africano.
Nesse meio se destaca Botsuana, um país que delineado como uma ilha de solidez econômica,
social e cultural; o chamado “Portal Econômico” para as economias do continente.
A desinformação relativa este país em que não há notícias de guerras, catástrofes naturais e
econômicas, denota a mentalidade da mídia em geral em que parece que boas notícias não
são notícias de interesse contribuindo para um relativo isolamento da comunidade
internacional.
O trabalho para superar tais obstáculos se dá por intermédio entrevistas e manifestações de
veículos de mídia de alto nível como este.

Existem oportunidades de intercâmbio cultural, educacional ou comercial entre
Botsuana e o Brasil?

Inúmeras possibilidades no âmbito cultural em que um país sério, de princípios conservadores
e adepto do liberalismo econômico como orientação de políticas públicas tem muito a ensinar
ao Brasil.
No âmbito educacional, ao contrário, o Brasil tem muito a oferecer a Botsuana, principalmente
no setor do Agro, considerando que o país tem a necessidade de produção local de alimentos a
fim de reduzir a dependência de importações da África do Sul.
Comercialmente, o principal ponto de sinergia é a utilização pelas empresas brasileiras da
jurisdição segura de Botsuana para realização de negócios no continente africano,
principalmente por intermédio de incorporação de empresas e abertura de contas correntes
em Bancos de primeira linha do país, considerando a baixa tributação de investimentos e
isenção tributária na repatriação de lucros, altamente favorável e motivadora no alcance do
mercado africano.
Ora, essa oportunidade é imperdível às empresas brasileiras que no dia a dia lidam com um
cenário incomensuravelmente pior do que o oferecido por Botsuana. Adverso sob quase todos
os pontos de vista.

No Brasil, o empresariado lida com absurda carga tributária em torno de 35% do PIB, e é
tremendamente desprotegido do ponto de vista jurídico das arbitrariedades do fisco, sendo
que o dinheiro arrecadado pelos cofres públicos é mal gerido e mal aplicado.
Em outras palavras, no Brasil, a imposição tributária é injusta, inadequada e desmesurada, não
havendo política tributária, e sim política de arrecadação, em quase a totalidade das medidas
governamentais.
Essa política arrecadatória serve para sustentar uma máquina administrativa pública
esclerosada de mais de mais de 5.500 unidades federativas, com mais de 30 ministérios e
outras tantas secretarias e entes da administração pública (fora agências; fundações,
subsidiárias da Petrobras, BB e Caixa etc.)
Aliado a isso os serviços públicos são de péssima qualidade e há uma absurda burocracia a
segurar os negócios no país que vai apresentando crescimento pífio em relação à capacidade
de seu povo e suas empresas.
Mesmo assim, o Brasil se posiciona na condição de país emergente ao lado de China, Índia,
Rússia ,Brasil, Argentina, México ,Chile ,Malásia ,África do Sul, Polônia Hungria, República
Checa; Cingapura, Israel Coréia do Sul; Indonésia, Taiwan etc., graças à força de trabalho de
seu povo e da inteligência e ousadia de seus empresários.
Nessa medida, é fato que uma incursão africana por parte das empresas brasileiras nesse
momento poderá garantir um futuro próximo de prosperidade globalizada, sendo Botsuana a
melhor porta de entrada para essas oportunidades.

Quais são as tradições ou pratos típicos de Botsuana que você destacaria para
os brasileiros?

Ressalto os grupos de pessoas e organizações que promovem o artesanato indígena, o
artesanato recentemente introduzido ou as formas de arte ocidentais. Seus produtos podem
ser adquiridos em lojas de curiosidades, artesanato, presentes e shoppings em Gaborone,
Francistown, Maun e Kasane e em acampamentos de safári nas regiões de Okavango e Chobe.
Cestaria.
As cestas do Botswana são amplamente consideradas como algumas das melhores da África e
certamente as melhores da África Austral.

Qual é a sua mensagem para os brasileiros que desejam conhecer ou se
aproximar de Botsuana?

Botsuana é um país muito interessante, com infra estrutura séria e segura para um turismo
diferenciado, apreciador de um povo amigo, pacífico e acolhedor.
Vale a pena experimentar uma aproximação com este país único e diferenciado para aqueles
que pensam de forma diferenciada as experiências da vida.


Agradecemos imensamente ao Cônsul Ruben Marone por compartilhar conosco sua expertise e sua paixão por Botsuana. Sua visão detalhada e inspiradora nos mostrou que o país é muito mais do que safáris e paisagens deslumbrantes: é um exemplo de crescimento econômico, estabilidade política e oportunidades para quem busca expandir horizontes.

Que esta entrevista sirva como um convite para que mais brasileiros descubram Botsuana, seja como destino de negócios, intercâmbio cultural ou turismo. E, claro, esperamos voltar a falar em breve sobre os desdobramentos dessa relação tão promissora entre Brasil e Botsuana.

Até a próxima!

Agradecemos novamente por sua colaboração e nos colocamos à disposição para qualquer ajuste ou sugestão.

Atenciosamente,

Luiz Maggio .’.
Jornalista MTB 62420
Editor do Jornal Digital ClickUS – Acontecimentos Mundiais
www.clickus.com.br 

Conselheiro de Turismo do Estado de SP – CONTURESP
Conselheiro de Turismo do Município de SP – COMTUR
Vice-Presidente da ABRAJET SP
E-mail: luizmaggio@gmail.com
WhatsApp: +55 (11) 98270-1536

Sobre o Jornal Digital ClickUS
O ClickUS Jornal Digital é um veículo dedicado a promover o turismo, a cultura e os negócios no Brasil e no exterior. Com uma abordagem dinâmica e informativa, destacamos iniciativas e personalidades que contribuem para o desenvolvimento do setor.

Aguardo seus comentários e contribuições na matéria para enriquecer esta entrevista!

Atenciosamente,
Luiz Maggio – EDITOR

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