Mês de conscientização e prevenção conta com exames de vista gratuitos e palestras sobre o tema

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), só no Brasil, existem mais de 1,2 milhão de cegos. Desses, mais de 700 mil poderiam estar enxergando hoje se tivessem recebido tratamento adequado, ou seja, em mais de 60% dos casos. É para ajudar a reverter essas estatísticas que o Rotary Club Jardim das Bandeiras participa do Abril Marrom – mês da prevenção, combate e reabilitação das diversas espécies de cegueira – em 2017.

A mobilização, que conta com exames de vista gratuitos para a população e palestras sobre diversas áreas da oftalmologia, teve a cerimônia de abertura realizada no dia 3 de abril no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo (CMSP), Bela Vista, Centro da capital.

Para o governador Osmar Azevedo, presente no encontro, a importância do Rotary está em levar essa ação para as bases e comunidades. “Nós temos contato com o Brasil inteiro. A divulgação é fundamental para que a população faça os exames. Nem todo mundo sabe que a cegueira pode ter cura”, disse.

A prevenção e velocidade de diagnóstico e tratamento é fundamental para evitar a perda visual. Cada pessoa deve visitar o oftalmologista e fazer os exames pelo menos uma vez por ano, mesmo que não use óculos ou detecte doenças oculares.

Durante a abertura do Abril Marrom, coube ao Dr. Suel Abujamra, membro do Rotary Club Jardim das Bandeiras, apresentar um estudo detalhado da situação atual da cegueira no Brasil. “23% da população brasileira tem algum tipo de deficiência. 18% são deficientes visuais. Um dos grandes desafios há mais de 50 anos que venho trabalhando com isso é a retinoplastia diabética”, explicou o especialista.

Os diabéticos, hipertensos e idosos estão entre os grupos de risco e não podem deixar de fazer o acompanhamento oftalmológico. Durante a infância, a atenção também deve ser grande desde o pré-natal, que é capaz de evitar o comprometimento da visão do bebê que irá nascer.

Em São Paulo

O Abril Marrom foi incluído no calendário oficial da cidade por meio da lei 14.485/07 de autoria do vereador Aníbal de Freitas (PSDB). No mês de março, o vereador Paulo Frange (PTB), que presidiu a abertura do Abril Marrom na CMSP, apresentou o projeto de lei 169/17. Se aprovado, aumentará a divulgação da data e a participação da poder público no Abril Marrom.

Também participaram da cerimônia de abertura os membros do Rotary Club Jardim das Bandeiras, Roque Cortes Pereira, Wagner Wilson, Carlos Roembaum, Jorge Carrano e Suel Abujamra, assim como o Dr. Milton Ruiz Alves, presidente do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO); Dra. Antonieta Minello, médica do Instituto Suel Abujamra, Hospital Albert Einstein e Sírio Libanês; Eliana Cunha, assessora de serviços de apoio à inclusão da Fundação Dorina Nowill; Dr. José  Carlos do Carmo, coordenador de projetos de inclusão da pessoa com deficiência do Ministério do Trabalho de São Paulo; Marinalva Cruz, secretária-adjunta da Pessoa com Deficiência de São Paulo; Dra. Beatriz Botelho, assessora parlamentar representando o  secretário de Saúde Wilson Polara; Dr. Pedro Durães Serracarbassa, especialista em doenças de retina e médico do Iamspe; e Kamel Aref Saab, Grão-Mestre Estadual Adjunto do Grande Oriente de São Paulo.

Onde fazer o teste de acuidade visual gratuito?

Dias: 3 a 7 de abril
Horário: 10h às 16h
Local: Câmara Municipal de São Paulo
Endereço: Viaduto Jacareí, 100 – Centro – Praça Wi-Fi

Dias: 8 a 12 de abril
Horário: 10h às 16h
Local: Mercado Municipal de São Paulo
Endereço: Rua da Cantareira, 306 – Centro (Ambulatório)

Dias: 13 a 17 de abril
Horário: 10h às 16h
Local: Mercado Municipal da Lapa
Endereço: Rua Herbart, 47 – Lapa (Ambulatório)

Todas as informações, incluindo horários das palestras e instituições que apoiam o Abril Marrom, podem ser conferidas no site: abrilmarrom.com.br

Por David Nascimento

​http://abrilmarrom.com.br/index.html                                                                                                                                                                             “Abril Marrom” faz alerta sobre a prevenção da cegueira

Campanha patrocinada pelas farmacêuticas EMS e Legrand, GOSP – Grande Oriente de São Paulo e GLESP – Grande Loja do Estado de São Paulo, oferece diagnóstico gratuito durante todo o mês de abril para identificar e tratar patologias oculares na população
Hoje, no Brasil, há mais de 1,2 milhão de cegos, de acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), de 60% a 80% dos casos de cegueira são evitáveis e/ou tratáveis, ou seja, aproximadamente 700 mil brasileiros que são cegos poderiam ter evitado esta situação com o tratamento adequado, no tempo certo. O simples conhecimento sobre as doenças oculares, seus sintomas e causas pode evitar a cegueira em muitos casos.

No próximo dia 3 de abril será lançada, na Câmara Municipal de São Paulo, a partir das 10 horas, a campanha “Abril Marrom: mês de prevenção e combate às diversas espécies de cegueira”, que propõe, pelo segundo ano consecutivo, 30 dias de conscientização da população sobre a prevenção das patologias da visão. A cor do movimento é simbólica ao fato de que a maioria dos brasileiros possuir olhos castanhos.

A iniciativa recebe patrocínio dos laboratórios farmacêuticos EMS e Legrand, GOSP – Grande Oriente de São Paulo e 

GLESP – Grande Loja do Estado de São Paulo, e conta com a colaboração de entidades civis e organizações profissionais e científicas.

Na cidade de São Paulo, a campanha oferecerá, em quatro datas do mês (03, 10, 17 e 24), palestras abertas à comunidade, ministradas por médicos especialistas em diversas áreas da Oftalmologia, sobre temas como prevenção, combate e reabilitação de vícios de refração, catarata, retinopatia diabética, glaucoma, degeneração macular e outros problemas oculares.

Ao longo de quase todo o mês será promovido também um mutirão de diagnóstico, com a realização de testes de acuidade visual em diferentes locais da Capital. A ação começa na Câmara Municipal e chegará ao Mercado Municipal do Centro da cidade, bem como ao Mercado Municipal da Lapa.

Durante esses atendimentos, os pacientes que apresentarem alguma disfunção serão encaminhados ao Instituto Suel Abujamra, conveniado ao SUS, para o devido tratamento.

Criado em 2016 pelo médico oftalmologista Suel Abujamra, ex-presidente do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, o “Abril Marrom” já entrou para o calendário de eventos do município de São Paulo, de acordo com a Lei Municipal Lei 14.485/07, alterada pela Lei 16.434/2016, de autoria do vereador Anibal de Freitas.

Em dezembro de 2016, grande evento para as 43 crianças carentes acolhidas nas três casas abrigos Casa Gravataí, Casa Semeia e Casa da Mamãe para as crianças acolhidas pela Fundação Francisca Franco, ong que tem sede na região da Consolação.

Um grupo de amigos, denominados Abrigados, realizou em dez/2016, grande evento para as 43 crianças carentes acolhidas nas nossas três casas abrigos Casa Gravataí, Casa Semeia e Casa da Mamãe, levou muita alegria e presentes para as crianças acolhidas pela Fundação Francisca Franco, com atrações como: Máquina instantânea de fotos e Contação de histórias, oferecida pela contadora de historias Marina Bastos.

As crianças receberam kits com roupas, calçados, brinquedos e livros, entregues pelos padrinhos e pela Madrinha da Campanha de Natal, a atriz Naiumi Goldoni.

Para colaborar com Ações Sociais e Doações para a Ong – entre em contato com a Fundação Francisca Franco – você estará fazendo uma boa ação!

        (11)3120-2342 – falar com Guilherme Rossini
projetos@franciscafranco.org.br

        https://fundacaofranciscafranco.blogspot.com.br/

Fonte : Rede Social Bela Vista

Iniciativa prevê a instalação de 10 mil câmeras em toda a capital para inibir a ação da criminalidade e aumentar a segurança

A Prefeitura de São Paulo apresenta nesta quinta-feira (23) o projeto City Câmeras, uma parceria com comerciantes, empresas, sociedade civil e com o Governo do Estado de São Paulo que busca inibir a ação de criminosos e aumentar a segurança na capital paulista. A iniciativa faz parte do programa Cidade Segura e prevê a instalação de 10 mil câmeras por toda a cidade até o final da gestão.

“A cooperação da Secretaria da Segurança Pública, em especial pela Polícia Militar do Estado de São Paulo, foi fundamental para a evolução e apresentação deste projeto, na sua configuração e agora na sua prática. É um trabalho que será integrado com a inteligência da Polícia Civil para que tenha três seguimentos, junto a Guarda Civil Metropolitana, para fazer de São Paulo a cidade mais monitorada eletronicamente do Brasil”, disse o prefeito João Doria.

O principal diferencial do programa é a participação da população. Para formar essa rede de monitoramento, além das câmeras dos órgãos públicos, serão utilizadas câmeras de segurança residenciais e as que estão instaladas em pontos comerciais. O City Câmeras será uma importante ferramenta do poder público para detectar, prevenir e reagir a situações de emergência na cidade de São Paulo.

O modelo operacional do sistema terá a integração das imagens, que ficarão armazenadas e serão transmitidas para o Comando da GCM e Controle da Prefeitura por meio de um canal de comunicação de dados da internet, sendo possível a realização de uma triagem de ações que acontecem nas ruas e avenidas da cidade.

“O que nós estamos fazendo é integrar o que já existe na cidade de São Paulo. Hoje quando acontece um crime na cidade, a Polícia Civil recebe a informação e faz uma ação no local para achar onde estão as câmeras. O que nós estamos fazendo é dar endereço a essas câmeras. A polícia já consegue acessar. Da sala do delegado ele consegue pegar essas imagens e partir para o processo de investigação. A gente vai criar a dificuldade para a prática do crime na cidade”, diz o secretário municipal de Segurança Urbana, José Roberto Rodrigues de Oliveira.

Com o sistema, será possível monitorar o patrimônio público, escolas, hospitais, além de grandes vias de circulação de pessoas e automóveis, como pontes, passarelas e avenidas, por meio de câmeras externas de condomínios, fábricas e empresas. Com este monitoramento, será possível mapear as maiores ocorrências, até mesmo de zeladoria, como o descarte irregular de resíduos, e aumentar o efetivo de segurança, com policiais militares e guardas-civis.

A previsão é que 249 câmeras da região do Brás participem inicialmente da iniciativa, que irá contemplar toda a cidade. A Associação Comercial também receberá, por meio da parceria, kits de câmeras para que as suas principais distritais participem do programa.

A ação conta com o apoio da Febraban, Telefônica, Tecnisa, Cyrela, Gafisa, Brookfield e Huawei. O prefeito João Doria ressalta a importância para a capital de parcerias com as empresas e se coloca à disposição de outros representantes da iniciativa privada que desejarem contribuir com a cidade.

A Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia será a responsável por dar todo o apoio necessário para a implantação do sistema de monitoramento. Cabe à Secretaria Municipal de Segurança Urbana coordenar esta parceria e garantir o apoio da Guarda Civil Metropolitana (GCM).

A Prefeitura fará, nos próximos dias, um chamamento público destinado a pessoas físicas e jurídicas que quiserem disponibilizar o acesso às suas câmeras, desde que atendam aos requisitos técnicos exigidos. A Secretaria Municipal de Segurança Urbana também irá lançar um site para orientar quem deseja participar da ação.

“Nós faremos a triagem das câmeras que serão disponibilizadas para ver se será possível adaptá-las ao sistema e se a região captada pelas imagens nos dá condições de fazer o monitoramento. Há câmeras que são muito internas. Nós utilizaremos câmeras que deem uma visão de todo o entorno do ambiente”, ressaltou o secretário municipal de Inovação e Tecnologia, Daniel Annenberg.

Cidade Segura
Lançado em janeiro deste ano, o programa Cidade Segura é uma parceria da Prefeitura com o governo estadual para promover iniciativas articuladas e conjuntas contra a criminalidade na cidade. Um dos eixos do programa contempla a realização de blitze em todas as regiões da capital paulista. A Prefeitura dá apoio à ação com guinchos e pátios disponibilizados pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) para auxiliar a remoção dos veículos apreendidos.

Fonte : Prefeitura de São Paulo

 

Curso de Difusão

CURSO DE DIFUSÃO
A formação do bairro do Bexiga. Usos, funções e relação com a cidade desde as últimas décadas do século XIX até o início dos anos 1930.

Cadastro das pré-inscrições de 20 de março a 02 de abril de 2017 no linkhttp://bit.ly/2lE85yb

O curso tem como objetivo fornecer aos estudiosos da cidade de um modo geral, mas também aos moradores do Bexiga, subsídios para a compreensão do processo de formação desse espaço específico em sua relação com o espaço urbano mais amplo, de modo a possibilitar uma reflexão acerca da própria identidade do bairro. Por outro lado, repensar/problematizar o legado transmitido ao imaginário contemporâneo acerca do bairro do Bexiga, carregado de estereótipos dados como traços determinantes do lugar, tais como a homegeneidade social, étnica, arquitetônica e funcional.

MINISTRANTE
Sheila Schneck
Possui graduação em História pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (1981), licenciatura em História pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (1986), mestrado em História da Arquitetura e do Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (2010) e doutorado em História da Arquitetura e do Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (2016). Tem experiência
na área de História, com ênfase em História Urbana, atuando principalmente no seguinte tema: arquitetura; urbanização; história; bexiga.

PERÍODO: de 02 de maio a 06 de junho de 2017, terças-feiras das 18h30 às 21h e nos sábados, 20 de maio e 03 de junho, das 9h às 13h.

PÚBLICO ALVO
Moradores do bairro contemporâneo, pesquisadores e estudantes em geral.

CARGA HORÁRIA: 23h

VAGAS OFERECIDAS: 32

PROGRAMA

AULA 1 – 02/05, 3ª feira
A expansão urbana da cidade de São Paulo (1880-1900).
O capital privado, o poder público e os primeiros atores sociais a intervir no espaço (empreendedores e usuários).

AULA 2 – 09/05, 3ª feira
O perfil material do bairro.
As determinantes geográficas (hidrografia e relevo) do tipo de ocupação. As edificações (tipologias e programas arquitetônicos) e os usos predominantes (moradia e atividades produtivas). O caso dos cortiços.

AULA 3 – 16/05, 3ª feira
O Bexiga e a Bela Vista: diferenças, semelhanças e conectividades.
Três Bexigas em um:
– A face “nobre”: conexão entre o centro e o sul da cidade, a ocupação humana e as funções essenciais.
-O loteamento original: o bairro “popular” e suas funções essenciais.
– O Vale da Saracura, ou o lado “pobre” do Bexiga: determinantes geográficas da ocupação tardia e precária – diferenças e semelhanças em relação às demais áreas.

AULA 4 – 20/05, sábado
Visita e reconhecimento das três áreas. As determinantes colocadas pela rede hidrográfica local, conforme a proximidade ou distanciamento das áreas inundáveis.
– A posição privilegiada da área influência da Av. Brigadeiro Luís Antonio.
– A presença (invisível) do córrego do Bexiga nas ruas Japurá, Abolição, Jaceguai, Fortaleza e Rui Barbosa. As moradias populares da antiga Vila Barros (atual Edifício Japurá) e da (atual) Travessa dos Arquitetos, entre as ruas Fortaleza e Rui Barbosa.
– A nascente do córrego da Saracura na rua Almirante Marques Leão e adjacências, e a presença (nem sempre invisível) do córrego na Av. 9 de Julho.

AULA 5 – 23/05, 3ª feira
As atividades produtivas.
O comércio de gêneros de primeira necessidade: armazéns, quitandas, serviços e manufaturas. Interfaces/articulação com a cidade: a relação com o espaço urbano mais amplo: o papel/função das cocheiras.

AULA 6 – 30/05, 3ª feira
O perfil social do bairro.
Etnias e nacionalidades (a diversidade social sob a ótica dos Boletins de Ocorrência Policial). Distribuição dos atores sociais pelas ruas do bairro. As habitações coletivas. Ocupações profissionais. Causas das ocorrências.

AULA 7 – 03/06, sábado
Visita a alguns exemplares remanescentes. Verificação da continuidade (ou não) do tipo de apropriação e usos originais do imóvel*
Casa da Baronesa de Limeira (Brigadeiro Luís Antonio n.42). Antiga residência da família Almeida Nogueira (Major Diogo n.91). Padaria São Domingos (São Domingos n.311). Fábrica de calçados Scatamacchia (Major Diogo n.272/276). Marcenaria e barbearia (Major Diogo n.586/588). Residência (Rui Barbosa n.557). Residência (Conselheiro Carrão n.558).

*Proposta inicial dos imóveis a serem visitados. Confirmação dependerá de contato prévio com os proprietários visando a obtenção de licença para a visita.

Aula 8 – 06/06, 3ª feira
A Casa de D. Yayá – CPC USP.
A história de uma vida. O processo de transferência da residência/propriedade para a Universidade de São Paulo. Papel da instituição na preservação do patrimônio histórico urbano.

PRÉ-INSCRIÇÕES de 20 de março a 02 de abril de 2017 no link http://bit.ly/2lE85yb

IMPORTANTE: haverá seleção.
O cadastro da pré-inscrição não garante a vaga no curso.

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO
Ordem de inscrição e análise de justificativa de intenção.

RESULTADO DA SELEÇÃO
Até dia 26 de abril de 2017 selecionados e não selecionados serão comunicados por email.

TAXA DE INSCRIÇÃO
R$ 180,00

Vagas gratuitas: 5
Docente: 1
Discente: 1
Funcionário: 1
Melhor idade: 1
Outros/Comunidade: 1

Política de Isenções
Serão vistos caso a caso, pela Diretoria do CPC, sendo os critérios: 1) ordem de solicitação no ato do envio da ficha de pré-inscrição. 2) sócio-econômico – que possibilitará beneficiar aqueles que não tenham condições de pagar a taxa de inscrição.
IMPORTANTE: manifestar intenção pela isenção da taxa.

CRITÉRIOS DE APROVAÇÃO
Assinatura da lista de presença e frequência mínima exigida de 85%, bem como participação nas atividades. Carga horária mínima de 19h33 para aprovação do aluno. Será permitida apenas 1 falta durante o curso.

LOCAL DE REALIZAÇÃO DO CURSO
Centro de Preservação Cultural CPC-USP – Casa de Dona Yayá
Rua Major Diogo, 353 – Bela vista – São Paulo – SP
Tel 11 2648-1501

REALIZAÇÃO
Universidade de São Paulo
Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária
Centro de Preservação Cultural

Fonte : Centro de Preservação Cultural da USP

Com o intuito de conscientizar a população acerca da prevenção contra a cegueira, o projeto Abril Marrom desenvolve, durante o mês de abril, testes de acuidade para a população e palestras ministradas por médicos especialistas em diversas áreas da oftalmologia.

A abertura da Campanha será realizada no dia 03 d abril na Câmara Municipal de São Paulo, como fruto da proposta de lei 14.485 /07 que inclui a comemoração do “Abril Marrom” – Prevenção e Combate as diversas espécies de cegueira, do Vereador Aníbal de Freitas , na qual solicita a inserção da data no calendário oficial da cidade. A organização da campanha conta com o apoio do Vereador Paulo Frange, Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência(SMPED), Laboratórios EMS , Rotary Club de São Paulo Jardim das Bandeiras, Loja Maçônica Grande Oriente de São Paulo , Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo, Instituto Suel Abujamra, Fundação Norina Dowill, Grupo Retina São Paulo, Jornal Oeste News, Revista D+, Cinefreak, MC Consultoria Gestão e Saúde, Clínica Oftalmológica Pedro Durães Serracarbassa, Mercado Municipal de São Paulo e Mercado Municipal da Lapa.

Confira a programação completa das acuidades e palestras:

ACUIDADES VISUAIS:

• Câmara Municipal de São Paulo
o Data: 03/04/17 a 07/04/17
o Horário: 10 as 16 h
o Local: Praça Wi-fi
• Mercado Municipal (Mercadão)
o Data: 08/04/17 a 13/04/17
o Horário: 10 as 16 h
o Local: Ambulatório
• Mercado Municipal (Lapa)
o Data: 18/04/17 a 22/04/17
o Horário: 10 as 16 h
o Local: Ambulatório

PALESTRAS:

Assunto: Prevenção
Palestrantes: Dr. Suel Abujamra e Dr.Pedro Durães Serracarbassa
Data: 10/04
Horário: 15 às 17
Local: Câmara Municipal de São Paulo
Sala Vieira de Melo – Sala A – 1º Subsolo

Assunto: Combate
Palestrantes: Dr. Suel Abujamra e Dr.Pedro Durães Serracarbassa
Data: 17/04
Horário: 15 às 17
Local: Câmara Municipal de São Paulo
Sala Vieira de Melo – Sala A – 1º Subsolo

Assunto: Reabilitação
Palestrantes: Sra. Eliana Cunha (Fundação Dorina Nowill) e Maria Julia Araújo (Grupo Retina São Paulo)
Data: 24/04
Horário: 15 às 17
Local: Câmara Municipal de São Paulo
Sala Vieira de Melo – Sala A – 1º Subsolo

Fonte : Rotary Club de São Paulo – Jardim das Bandeiras

Por Jane Lawicki

O que motiva mulheres comuns a fazerem coisas extraordinárias para alterar positivamente a vida de pessoas de diversos lugares do mundo e, ao mesmo tempo, servir de referência no lugar onde vivem?

Razia Jan, fundadora e diretora do Centro Educacional Zabuli, foi homenageada no Dia Internacional da Mulher.

Três rotarianas decidiram responder a esta pergunta durante uma celebração referente ao Dia Internacional da Mulher realizada na Sede do Banco Mundial, em Washington, D.C., no dia 8 de março.

Falando a mais de 300 pessoas, sem contar os milhares que acompanharam a transmissão ao vivo pela internet, Razia Jan, Deborah Walters e Ann Lee Hussey contaram suas histórias e revelaram o que as inspirou a construir uma escola para meninas no Afeganistão, ajudar moradores de um lixão na Guatemala e liderar mais de 24 equipes na imunização de crianças na África e Ásia.

“Fiquei comovida ao presenciar o desenvolvimento das crianças, desde seu aprendizado formal à interação com o ambiente ao seu redor, podendo sonhar com uma vida melhor”, disse Jan, do Rotary Club de Duxbury, que é uma afegã radicada nos EUA. Há décadas ela trabalha para diminuir a distância entre afegãos e americanos, visando a melhoria de vida das mulheres e meninas do seu país.

Fundadora e diretora do Centro Educacional Zabuli, frequentado por mais de 625 garotas de Deh’Subz, no Afeganistão, Jan informou que a primeira turma se formou em 2015 e que um centro para o ensino superior, voltado a mulheres, está prestes a ser aberto.

Dra. Deborah Walters, do Rotary Club de Unity, foi homenageada pelo Banco Mundial durante o Dia Internacional da Mulher.

Na escola as meninas têm aulas de matemática, inglês, ciências e tecnologia, e aprendem técnicas para ganhar seu sustento em um ambiente social desfavorável.

A neurocientista Walters, do Rotary Club de Unity, no Estado de Maine, EUA, foi voluntária na Safe Passage (Camino Seguro), organização sem fins lucrativos que fornece serviços educacionais e sociais a famílias que vivem em um lixão na Cidade da Guatemala. Ela fez a proeza de ir de caiaque até a Guatemala para aumentar a conscientização sobre a situação sub-humana em que vivem estas pessoas.

Hussey, do Rotary Club de Portland Sunrise, também em Maine, fez da erradicação da pólio sua missão de vida. Sobrevivente da poliomielite, ela passou os últimos 14 anos liderando equipes de voluntários do Rotary em Dias Nacionais de Imunização contra a paralisia infantil em países em desenvolvimento.

Ann Lee Hussey foi homenageada pelo seu trabalho em prol da erradicação da pólio.

Ela sempre participa ou lidera equipes durante Dias Nacionais de Imunização em países como Bangladesh, Chad, Mali, Niger, Nigéria. Egito e Índia. Nestes lugares, as necessidades são imensas. A publicidade e boa vontade geradas pela visita das equipes do Ocidente ajudam a comunicar a importância de se prosseguir com as imunizações.

“Estas mulheres personificam os dois principais objetivos do Banco Mundial, que é dar fim à pobreza extrema no espaço de uma geração e aumentar as chances de prosperidade para todos”, disse Daniel Sellen, encarregado de uma associação de funcionários do Banco Mundial. “Estas rotarianas ilustram a força que a mulher tem para mudar o mundo, melhorando a vida por meio de projetos inteligentes nas áreas de educação, saúde e desenvolvimento econômico.”

Fonte : Rotary