No início do século, havia no bairro do Bixiga um time de futebol e grupo carnavalesco chamado Cai-Cai, que utilizava as cores preto e branco, tinha um grupo de choro e jogava no campo do Lusitana, próximo ao cruzamento das ruas Rocha e Una, na região do Rio Saracura.

Por volta de 1928, um grupo de amigos, liderados por Livinho e Benedito Sardinha, ajudava a animar os jogos e festas realizadas pelo Cai-Cai, porém eram sempre vistos como penetras e arruaceiros, sendo apelidados de modo jocoso como “a turma do Vae-Vae”. Expulsos do Cai-Cai, estes criaram o “Bloco dos Esfarrapados”, e paralelamente, o Cordão Carnavalesco e Esportivo Vae-Vae, que foi oficializado em 1930.

Títulos:

2015 – Simplesmente Elis, A fábula de uma voz na Transversal do Tempo
2011 – A Música Venceu
2008 – Acorda Brasil, a saída e ter esperança
2001 – O Caminho da Luz, a Paz Universal
2000 – Vai-Vai Brasil
1999 – Nostradamus
1998 – Banzai! Vai-Vai
1996 – A Rainha, a Noite tudo transforma
1993 – Nem tudo que reluz é Ouro
1988 – Amado Jorge, a História de uma Raça Brasileira
1987 – A Volta ao Mundo em 80 Minutos
1986 – Do jeito que a gente gosta
1982 – Orun Aiyê – O Eterno Amanhecer
1981 – Acredite se quiser
1978 – Na Arca de Noel quem entrou não saiu mais

Fonte : Vai-Vai

Texto aprovado pelos vereadores em duas votações estabelece “Programa de Combate a Pichações no Município de São Paulo”

De Secretaria Especial de Comunicação

O prefeito João Doria sancionou nesta segunda-feira (20) o Projeto de Lei 56/2005, aprovado pela Câmara Municipal de São Paulo, que institui punição administrativa a quem pichar imóveis públicos ou privados na cidade. Os vereadores aprovaram o texto em duas votações realizadas durante este mês, a última em 14 de fevereiro.

“Nós deixamos de forma muito clara qual é a posição da Prefeitura de São Paulo, que separa, distingue e coloca em eixos distintos àqueles que produzem arte urbana, e que merecem respeito da população, da cidade e do poder constituído. Os transgressores vão ter a condenação do poder executivo, do poder legislativo e do poder judiciário”, disse o prefeito João Doria.

A lei cria o “Programa de Combate a Pichações no Município de São Paulo”, que será coordenado pela Secretaria Municipal de Prefeituras Regionais. A partir de agora, é considerado pichação “riscar, desenhar, escrever, borrar ou por outro meio conspurcar edificações públicas ou particulares ou suas respectivas fachadas, equipamentos públicos, monumentos ou coisas tombadas e elementos do mobiliário urbano”.

Ficam excluídos do programa “os grafites realizados com o objetivo de valorizar o patrimônio público ou privado mediante manifestação artística, desde que consentida pelo proprietário e, quando couber, pelo locatário ou arrendatário do bem privado e, no caso de bem público, com a autorização do órgão competente e a observância das posturas municipais e das normas editadas pelos órgãos governamentais responsáveis pela preservação e conservação do patrimônio histórico e artístico”.

A pichação passa a ser infração administrativa passível de multa no valor de R$ 5 mil – o que não exime os infratores das sanções penais cabíveis e da obrigação de indenizar os danos materiais e morais que podem ter sido provocados pelo ato. Se a pichação for feita em monumentos ou bens tombados, a multa será de R$ 10 mil, além do ressarcimento das despesas de restauração do bem pichado. Em caso de reincidência, a multa será aplicada em dobro.

O infrator poderá, até o vencimento da multa, firmar um Termo de Compromisso de Reparação da Paisagem Urbana. Caso seja cumprido o que for estabelecido no termo, a Prefeitura poderá afastar a incidência da multa. A lei prevê como contrapartida, por exemplo, a reparação do bem pichado ou a prestação de serviço em outra atividade de zeladoria urbana. O infrator também deverá aderir a um programa educativo para incentivar o desenvolvimento da prática de grafite. O termo não afasta, no entanto, a reincidência no caso de nova infração.

Os valores arrecadados com as multas serão destinados ao Fundo de Proteção ao Patrimônio Cultural e Ambiental Paulistano, já existente. A lei prevê ainda que pichadores, presos em flagrante ou que forem identificados depois, não poderão ser contratados pela administração municipal direta e indireta para atividades remuneradas.

A lei também prevê punições com multas de R$ 5 mil aos estabelecimentos que: comercializarem tintas do tipo aerossol a menores de 18 anos; não apresentarem a relação de notas fiscais lançadas com a identificação do comprador; não mantiverem cadastro atualizado dos adquirentes do produto com nome, endereço, números de Cédula de Identidade e de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), marca e cor da tinta adquirida. Em caso de reincidência, a multa será aplicada em dobro e o estabelecimento estará sujeito à suspensão parcial ou total das atividades.

O texto abre a possibilidade de termos de cooperação com a iniciativa privada, que pode fornecer mão de obra, tintas e outros materiais necessários à execução dos serviços do programa. Em contrapartida, a empresa poderá exibir placa indicativa de cooperação durante o período de um mês. A lei tem 30 dias para ser regulamentada.

Mais imagens: www.prefeitura.sp.gov.br/imprensa

Fonte : PMSP

UM PRESENTE DA INDÚSTRIA
PARA QUEM AMA CULTURA

Novo Centro Cultural Fiesp. Um palco de excelência para as artes cênicas e visuais, audiovisual, música e tecnologia.

A arquitetura moderna do edifício Luís Eulálio de Bueno Vidigal Filho, sede do Sesi-SP, que também abriga a Fiesp, o Ciesp, o Senai-SP e o Instituto Roberto Simonsen, o tornou ponto de referência no skyline da cidade e permite a realização de inúmeras atividades que integram o Centro Cultural Fiesp à Avenida Paulista, incluindo a livre circulação em seu interior e o uso de espaços alternativos, como a esplanada e o foyer do Teatro do Sesi-SP, para inusitadas manifestações artísticas e culturais que surgem em sua ampla e diversificada programação. Atração requisitada por turistas e habitantes de São Paulo, os visitantes podem conhecer a loja da Sesi-SP Editora, seus livros e catálogos de arte, localizada ao lado da Galeria; contemplar a fachada de concreto da Alameda Santos, projetada por Roberto Burle Marx (1909-1994), tomar um café observando o visual do jardim de inverno, se divertir com os premiadíssimos espetáculos teatrais e acompanhar as apresentações musicais regulares.

O Centro Cultural Fiesp é um importante equipamento mantido pela indústria paulista e administrado pelo Sesi-SP, uma referência de qualidade e apreciado patrimônio cultural dos paulistanos. Em suas dependências recebe mais de 200 mil visitantes por ano, que prestigiam suas manifestações artísticas e culturais.

Fonte : Centro Cultural FIESP

Os caminhões e ônibus VW já têm presença garantida no Carnaval. Este ano a MAN Latin America é uma das marcas que apoiam a Vai-Vai, uma das maiores agremiações do carnaval brasileiro e a grande campeã paulistana, com 15 títulos.

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Um caminhão VW ficará à disposição para fazer o traslado das alegorias da sede da escola, no tradicional bairro do Bixiga, região central da cidade, rumo ao Anhembi, na zona norte de São Paulo.

Durante os ensaios técnicos, os caminhões VW também entrarão na folia: no ritmo do samba, eles marcarão os encerramentos dos ensaios no sambódromo, quando o público estará se preparando para o desfile oficial, que será acompanhado pelo mundo em 25 de fevereiro.

vv 2017 enredoA ação em conjunto com a Vai-Vai envolve também a participação de colaboradores, parceiros e clientes da VW Caminhões e Ônibus, que acompanharão os ensaios na quadra da escola e também desfilarão na passarela do samba, sob o comando dos carnavalescos Alexandre Louzada, André Marins e Jr.Schall.

O enredo traz uma homenagem à cultura brasileira. “No xirê do Anhembi, a Oxum mais bonita surgiu – Menininha, Mãe da Bahia – Ialorixá do Brasil” é composto por Edegar Cirillo, Marcelo Casa Nossa, Dema da Vai-Vai, André Ricardo, Rodolfo Alves e Leo Rocha.

“É com muito orgulho que apoiamos e valorizamos manifestações culturais de nosso país, como o Carnaval. Nossa história de 35 anos começou aqui no Brasil, e hoje levamos a tecnologia e os produtos brasileiros a mais de 30 países”, afirma Roberto Cortes, presidente e CEO da MAN Latin America.

A parceria é apenas o começo de uma história que renderá muitos capítulos: a MAN Latin America deverá promover, ao longo de todo o ano, apresentações da escola em diversos eventos, levando a tradição do samba a todo o Brasil.

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“Acreditamos muito na parceria com a MAN Latin America. É uma empresa com valores convergentes com os da Vai-Vai e que se preocupa com o investimento na cultura brasileira. Estamos trabalhando para uma parceria de longo prazo”, afirma Darly Silva – o Neguitão –, presidente da escola.

O Grêmio Recreativo Cultural Social Escola de Samba Vai-Vai é uma escola de samba fundada por um grupo de notáveis sambistas no bairro da Bela Vista, tradicionalmente conhecido como “Bixiga”

Fonte : Vai-Vai

DA REDAÇÃO

O Projeto de Lei (PL) 56/2005, dos vereadores Adilson Amadeu (PTB) e David Soares (DEM), que cria o Disque – Pichação, canal dedicado para receber denúncias de pichações na cidade, será discutido em audiência pública na próxima terça-feira (14/2).

O debate será promovido pela CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa). “Vamos discutir as mudanças na legislação para que os problemas com pichação sejam resolvidos”, explicou o presidente do colegiado, vereador Mario Covas Neto (PSDB).

Para a audiência serão convidados o prefeito de São Paulo, João Dória, o Secretário Municipal de Cultura, André Sturm, os urbanistas Renato Cymbalista, Walter Caldana, Raquel Rolnik, Ermínia Maricato e Nabil Bonduki,os grafiteiros Mauro Neri, Nenê, Magrela, Binho,Crica e  Eduardo Kobra.

O diretor do filme “Cidade Cinza”, Marcelo Mesquita,  e as representantes de movimentos culturais Laura Sobral e Rebeca Lerer também serão convidadas.

A audiência pública é aberta à população e à imprensa.

 

Serviço

Audiência pública sobre projeto antipichação

Data: 14 de fevereiro

Horário 10h

Local: Plenário 1º de Maio da Câmara Municipal de São Paulo (Viaduto Jacarei,100, Bela Vista)

Fonte : Câmara Municipal de São Paulo

KATIA KAZEDANI
DA REDAÇÃO

O substitutivo da Comissão de Política Urbana, Metropolitana e Meio Ambiente ao Projeto de Lei (PL) 56/2005, dos vereadores Adilson Amadeu (PTB) e David Soares (DEM), que cria o “Disque-Pichação”, foi aprovado na noite desta sexta-feira (10/2) pela Câmara Municipal de São Paulo.  A proposta teve 37 votos favoráveis e três contrários, dos vereadores Toninho Vespoli e Sâmia Bomfim – ambos do PSOL – e José Police Neto (PSD).

De acordo com a medida, será criada uma central de atendimento telefônico para o recebimento específico de denúncias contra pichadores. “Somos fiscalizadores do município e precisamos ter condições de viver em uma cidade limpa e adequada, igual a outros grandes centros urbanos, como Nova York (Estados Unidos) e Barcelona (Espanha)”, sinalizou o coautor do projeto, vereador Adilson Amadeu.

O vereador Fernando Holiday (DEM) parabenizou o proponente do projeto e pediu para ser coautor da medida. “A matéria é de extrema importância para dar o exemplo inicial da gestão. Não haverá tolerância com os que vandalizam a cidade e o patrimônio público. O projeto aprovado é uma maneira de dar mais poder ao cidadão paulistano porque ele poderá denunciar os pichadores”, disse.

O líder do governo na Câmara, vereador Aurélio Nomura (PSDB), sinalizou para a importância da Câmara ter aprovado o projeto. “A prefeitura busca evitar que a cidade seja vandalizada”, argumentou.

A vereadora Sâmia Bomfim (PSOL) foi contrária ao projeto e criticou a maneira como a questão das penas é discutida. “A punição dos pichadores é errônea porque vários deles são colocados em uma universidade do crime [sistema prisional] para se profissionalizar e porque nós, sociedade, não oferecemos espaço de formação e de produção cultural para a juventude participar. Acho que o tema sobre a criminalização e punição da juventude tem que ser melhor discutido, pois temos a necessidade de rever a política punitivista e de encarceramento da juventude negra e periférica”, alegou.

O líder do PT, vereador Antonio Donato (PT), justificou o motivo de a bancada do Partido dos Trabalhadores não participar da votação. “Queríamos que o debate fosse maior e apresentamos três substitutivos, que foram rejeitados, e sabemos que a aprovação do projeto é o cavalo para que uma proposta que desconhecemos seja aprovada. A nossa bancada não votará”, explicou. “O projeto apresentado [pelo Adilson Amadeu] criava simplesmente um Disque-Pichação e o substitutivo deve trazer uma série de mudanças que estão previstas em legislação federal e não funcionam. Vamos fazer uma lei igual para não funcionar”, questionou.

A aprovação deste projeto abre espaço para a apresentação de um substitutivo em segunda votação, que pode apontar, por exemplo, como anuncia o Executivo, a aplicação de multas aos infratores.

Pichação e Grafite

Durante a discussão do projeto, os vereadores deixaram claro que para eles há uma grande diferença entre pichadores e grafiteiros. Os parlamentares foram unânimes ao defender o grafite.“O grafite é arte e os artistas precisam ter oficinas e merecem ter espaços para expor seu trabalho. O pichador faz parte de uma gangue que está solta”, argumentou um dos autores do projeto, vereador Adilson Amadeu.

O líder do governo, vereador Aurélio Nomura, sinalizou que o debate sobre mais áreas para grafiteiros será realizado na Câmara. “Existe uma grande confusão entre pichadores, grafiteiros e muralistas. Os grafiteiros precisam ser estimulados porque são artistas”, pontuou.

O vereador Fernando Holiday concordou com os parlamentares. “Estamos sim diferenciando os pichadores dos grafiteiros. O grafite é arte”, endossou.

O vereador José Police Neto (PSD) sinalizou que colocará novamente em debate a necessidade diferenciar pichadores de grafiteiros. “Precisamos ser inteligentes nesse enfrentamento e inovar ao reconhecer o grafite como arte para que um não seja confundido com o outro. Precisamos preservar as formas de manifestações artísticas nos muros da cidade porque quando colocamos tudo no mesmo ambiente, estamos banindo a capacidade criativa que a cidade tem. Nada se avançou nessa proposta porque reconhece pichação como sendo tudo aquilo que é feito no muro, público ou privado, não autorizado”, disse.

Fonte : Câmara Municipal de São Paulo