DOMINGO NA YAYÁ
5 de março
Domingo, às 11h – grátis
DUO CADENZA – Piano e voz

O CPC-USP retoma o programa DOMINGO NA YAYÁ, com apresentações quinzenais aos domingos, sempre às 11 horas. A entrada é gratuita. A programação é definida principalmente a partir de importantes parcerias com o CoralUSP e com o Laboratório de Música de Câmera da ECA-USP, que traz neste domingo o DUO CADENZA. O público também poderá visitar a exposição CORES DO BIXIGA NA YAYÁ e a própria Casa de Dona Yayá, que faz parte da história da cidade de São Paulo.

DUO CADENZA
Repertório inspirado principalmente nas canções brasileiras, buscando a divulgação da nossa cultura tanto pelas letras como pela variedade de ritmos. Também explora a música de câmera e árias antigas. O Duo Cadenza é formado pelo pianista Marcos Vinícius e pela mezzo soprano Marcela Rahal.

ONDE: CPC-USP/CASA DE DONA YAYÁ
Rua Major Diogo, 353
Bela Vista – São Paulo – SP
Visitação: das 10h às 13h


FOTO: Eder Augusto

— com Marcela Rahal e Marcos Vinicius Vieira.

Fonte : Facebook

 

Uma das novidades é parceria com o maestro João Carlos Martins para apresentações matinais aos domingos

O Theatro Municipal de São Paulo vai apresentar 108 espetáculos até o mês de junho. A programação inclui performances de todos os corpos artísticos da fundação, como a Orquestra Sinfônica Municipal, Orquestra Experimental de Repertório, Coro Lírico, Coro Paulistano, Quarteto de Cordas, Escola de Dança e Balé da Cidade.

“É um leque enorme de opções musicais e artísticas. A gente está muito feliz de entregar esta programação para São Paulo”, diz Roberto Minczuk, maestro da Orquestra Sinfônica.

Uma das novidades anunciada por Cleber Papa, diretor-artístico do Theatro Municipal, é uma parceria com o maestro João Carlos Martins para as apresentações matinais aos domingos. “Ele estará conosco ampliando a visibilidade da música sinfônica, da música feita por jovens e procurando não só atrair mais pessoas para o Theatro, mas também desenvolvendo repertórios que sejam do interesse das mais diversas vocações”, explica Papa.

O público do Theatro Municipal vai contar com espetáculos toda a semana com “happy hour” nas segundas e terças-feiras, além de quartas-feiras musicais com conjuntos de câmara, grupos de piano, voz e violino. Pelo menos duas vezes por semana haverá a apresentação da Orquestra Sinfônica e no primeiro domingo de cada mês a Orquestra realizará o Concerto Informal, em que a plateia participa de discussões de temas específicos do repertório.

Aos sábados e domingos haverá apresentações a preços populares. O Theatro também terá uma data com 24 horas de performances. “Mas não vamos ficar só nosso palco, estaremos nos teatros de bairros, centros culturais, bibliotecas, ao ar livre, levando o Theatro para toda a cidade”, afirma Minczuk.

Quem gosta de dança vai poder assistir à apresentação do balé junto aos concertos sinfônicos. Segundo o diretor artístico, o balé vai começar a se apresentar também pela tarde. É um teste para atrair públicos como estudantes que saem das faculdades e pessoas que trabalham meio período ou durante a noite.

Já as crianças e adolescentes terão uma programação especial nas manhãs de sábado. “Esta programação se chama Meu Primeiro Municipal e vai ter ópera, balé, teatro grego, orquestra, tudo dirigido ao público infanto-juvenil”, diz o diretor-artístico. Os detalhes da temporada 2017 do Theatro Municipal estão no site www.theatromunicipal.org.br.

Fonte : PMSP

No início do século, havia no bairro do Bixiga um time de futebol e grupo carnavalesco chamado Cai-Cai, que utilizava as cores preto e branco, tinha um grupo de choro e jogava no campo do Lusitana, próximo ao cruzamento das ruas Rocha e Una, na região do Rio Saracura.

Por volta de 1928, um grupo de amigos, liderados por Livinho e Benedito Sardinha, ajudava a animar os jogos e festas realizadas pelo Cai-Cai, porém eram sempre vistos como penetras e arruaceiros, sendo apelidados de modo jocoso como “a turma do Vae-Vae”. Expulsos do Cai-Cai, estes criaram o “Bloco dos Esfarrapados”, e paralelamente, o Cordão Carnavalesco e Esportivo Vae-Vae, que foi oficializado em 1930.

Títulos:

2015 – Simplesmente Elis, A fábula de uma voz na Transversal do Tempo
2011 – A Música Venceu
2008 – Acorda Brasil, a saída e ter esperança
2001 – O Caminho da Luz, a Paz Universal
2000 – Vai-Vai Brasil
1999 – Nostradamus
1998 – Banzai! Vai-Vai
1996 – A Rainha, a Noite tudo transforma
1993 – Nem tudo que reluz é Ouro
1988 – Amado Jorge, a História de uma Raça Brasileira
1987 – A Volta ao Mundo em 80 Minutos
1986 – Do jeito que a gente gosta
1982 – Orun Aiyê – O Eterno Amanhecer
1981 – Acredite se quiser
1978 – Na Arca de Noel quem entrou não saiu mais

Fonte : Vai-Vai

UM PRESENTE DA INDÚSTRIA
PARA QUEM AMA CULTURA

Novo Centro Cultural Fiesp. Um palco de excelência para as artes cênicas e visuais, audiovisual, música e tecnologia.

A arquitetura moderna do edifício Luís Eulálio de Bueno Vidigal Filho, sede do Sesi-SP, que também abriga a Fiesp, o Ciesp, o Senai-SP e o Instituto Roberto Simonsen, o tornou ponto de referência no skyline da cidade e permite a realização de inúmeras atividades que integram o Centro Cultural Fiesp à Avenida Paulista, incluindo a livre circulação em seu interior e o uso de espaços alternativos, como a esplanada e o foyer do Teatro do Sesi-SP, para inusitadas manifestações artísticas e culturais que surgem em sua ampla e diversificada programação. Atração requisitada por turistas e habitantes de São Paulo, os visitantes podem conhecer a loja da Sesi-SP Editora, seus livros e catálogos de arte, localizada ao lado da Galeria; contemplar a fachada de concreto da Alameda Santos, projetada por Roberto Burle Marx (1909-1994), tomar um café observando o visual do jardim de inverno, se divertir com os premiadíssimos espetáculos teatrais e acompanhar as apresentações musicais regulares.

O Centro Cultural Fiesp é um importante equipamento mantido pela indústria paulista e administrado pelo Sesi-SP, uma referência de qualidade e apreciado patrimônio cultural dos paulistanos. Em suas dependências recebe mais de 200 mil visitantes por ano, que prestigiam suas manifestações artísticas e culturais.

Fonte : Centro Cultural FIESP

Os caminhões e ônibus VW já têm presença garantida no Carnaval. Este ano a MAN Latin America é uma das marcas que apoiam a Vai-Vai, uma das maiores agremiações do carnaval brasileiro e a grande campeã paulistana, com 15 títulos.

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Um caminhão VW ficará à disposição para fazer o traslado das alegorias da sede da escola, no tradicional bairro do Bixiga, região central da cidade, rumo ao Anhembi, na zona norte de São Paulo.

Durante os ensaios técnicos, os caminhões VW também entrarão na folia: no ritmo do samba, eles marcarão os encerramentos dos ensaios no sambódromo, quando o público estará se preparando para o desfile oficial, que será acompanhado pelo mundo em 25 de fevereiro.

vv 2017 enredoA ação em conjunto com a Vai-Vai envolve também a participação de colaboradores, parceiros e clientes da VW Caminhões e Ônibus, que acompanharão os ensaios na quadra da escola e também desfilarão na passarela do samba, sob o comando dos carnavalescos Alexandre Louzada, André Marins e Jr.Schall.

O enredo traz uma homenagem à cultura brasileira. “No xirê do Anhembi, a Oxum mais bonita surgiu – Menininha, Mãe da Bahia – Ialorixá do Brasil” é composto por Edegar Cirillo, Marcelo Casa Nossa, Dema da Vai-Vai, André Ricardo, Rodolfo Alves e Leo Rocha.

“É com muito orgulho que apoiamos e valorizamos manifestações culturais de nosso país, como o Carnaval. Nossa história de 35 anos começou aqui no Brasil, e hoje levamos a tecnologia e os produtos brasileiros a mais de 30 países”, afirma Roberto Cortes, presidente e CEO da MAN Latin America.

A parceria é apenas o começo de uma história que renderá muitos capítulos: a MAN Latin America deverá promover, ao longo de todo o ano, apresentações da escola em diversos eventos, levando a tradição do samba a todo o Brasil.

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“Acreditamos muito na parceria com a MAN Latin America. É uma empresa com valores convergentes com os da Vai-Vai e que se preocupa com o investimento na cultura brasileira. Estamos trabalhando para uma parceria de longo prazo”, afirma Darly Silva – o Neguitão –, presidente da escola.

O Grêmio Recreativo Cultural Social Escola de Samba Vai-Vai é uma escola de samba fundada por um grupo de notáveis sambistas no bairro da Bela Vista, tradicionalmente conhecido como “Bixiga”

Fonte : Vai-Vai

DA REDAÇÃO

O Projeto de Lei (PL) 56/2005, dos vereadores Adilson Amadeu (PTB) e David Soares (DEM), que cria o Disque – Pichação, canal dedicado para receber denúncias de pichações na cidade, será discutido em audiência pública na próxima terça-feira (14/2).

O debate será promovido pela CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa). “Vamos discutir as mudanças na legislação para que os problemas com pichação sejam resolvidos”, explicou o presidente do colegiado, vereador Mario Covas Neto (PSDB).

Para a audiência serão convidados o prefeito de São Paulo, João Dória, o Secretário Municipal de Cultura, André Sturm, os urbanistas Renato Cymbalista, Walter Caldana, Raquel Rolnik, Ermínia Maricato e Nabil Bonduki,os grafiteiros Mauro Neri, Nenê, Magrela, Binho,Crica e  Eduardo Kobra.

O diretor do filme “Cidade Cinza”, Marcelo Mesquita,  e as representantes de movimentos culturais Laura Sobral e Rebeca Lerer também serão convidadas.

A audiência pública é aberta à população e à imprensa.

 

Serviço

Audiência pública sobre projeto antipichação

Data: 14 de fevereiro

Horário 10h

Local: Plenário 1º de Maio da Câmara Municipal de São Paulo (Viaduto Jacarei,100, Bela Vista)

Fonte : Câmara Municipal de São Paulo

KATIA KAZEDANI
DA REDAÇÃO

O substitutivo da Comissão de Política Urbana, Metropolitana e Meio Ambiente ao Projeto de Lei (PL) 56/2005, dos vereadores Adilson Amadeu (PTB) e David Soares (DEM), que cria o “Disque-Pichação”, foi aprovado na noite desta sexta-feira (10/2) pela Câmara Municipal de São Paulo.  A proposta teve 37 votos favoráveis e três contrários, dos vereadores Toninho Vespoli e Sâmia Bomfim – ambos do PSOL – e José Police Neto (PSD).

De acordo com a medida, será criada uma central de atendimento telefônico para o recebimento específico de denúncias contra pichadores. “Somos fiscalizadores do município e precisamos ter condições de viver em uma cidade limpa e adequada, igual a outros grandes centros urbanos, como Nova York (Estados Unidos) e Barcelona (Espanha)”, sinalizou o coautor do projeto, vereador Adilson Amadeu.

O vereador Fernando Holiday (DEM) parabenizou o proponente do projeto e pediu para ser coautor da medida. “A matéria é de extrema importância para dar o exemplo inicial da gestão. Não haverá tolerância com os que vandalizam a cidade e o patrimônio público. O projeto aprovado é uma maneira de dar mais poder ao cidadão paulistano porque ele poderá denunciar os pichadores”, disse.

O líder do governo na Câmara, vereador Aurélio Nomura (PSDB), sinalizou para a importância da Câmara ter aprovado o projeto. “A prefeitura busca evitar que a cidade seja vandalizada”, argumentou.

A vereadora Sâmia Bomfim (PSOL) foi contrária ao projeto e criticou a maneira como a questão das penas é discutida. “A punição dos pichadores é errônea porque vários deles são colocados em uma universidade do crime [sistema prisional] para se profissionalizar e porque nós, sociedade, não oferecemos espaço de formação e de produção cultural para a juventude participar. Acho que o tema sobre a criminalização e punição da juventude tem que ser melhor discutido, pois temos a necessidade de rever a política punitivista e de encarceramento da juventude negra e periférica”, alegou.

O líder do PT, vereador Antonio Donato (PT), justificou o motivo de a bancada do Partido dos Trabalhadores não participar da votação. “Queríamos que o debate fosse maior e apresentamos três substitutivos, que foram rejeitados, e sabemos que a aprovação do projeto é o cavalo para que uma proposta que desconhecemos seja aprovada. A nossa bancada não votará”, explicou. “O projeto apresentado [pelo Adilson Amadeu] criava simplesmente um Disque-Pichação e o substitutivo deve trazer uma série de mudanças que estão previstas em legislação federal e não funcionam. Vamos fazer uma lei igual para não funcionar”, questionou.

A aprovação deste projeto abre espaço para a apresentação de um substitutivo em segunda votação, que pode apontar, por exemplo, como anuncia o Executivo, a aplicação de multas aos infratores.

Pichação e Grafite

Durante a discussão do projeto, os vereadores deixaram claro que para eles há uma grande diferença entre pichadores e grafiteiros. Os parlamentares foram unânimes ao defender o grafite.“O grafite é arte e os artistas precisam ter oficinas e merecem ter espaços para expor seu trabalho. O pichador faz parte de uma gangue que está solta”, argumentou um dos autores do projeto, vereador Adilson Amadeu.

O líder do governo, vereador Aurélio Nomura, sinalizou que o debate sobre mais áreas para grafiteiros será realizado na Câmara. “Existe uma grande confusão entre pichadores, grafiteiros e muralistas. Os grafiteiros precisam ser estimulados porque são artistas”, pontuou.

O vereador Fernando Holiday concordou com os parlamentares. “Estamos sim diferenciando os pichadores dos grafiteiros. O grafite é arte”, endossou.

O vereador José Police Neto (PSD) sinalizou que colocará novamente em debate a necessidade diferenciar pichadores de grafiteiros. “Precisamos ser inteligentes nesse enfrentamento e inovar ao reconhecer o grafite como arte para que um não seja confundido com o outro. Precisamos preservar as formas de manifestações artísticas nos muros da cidade porque quando colocamos tudo no mesmo ambiente, estamos banindo a capacidade criativa que a cidade tem. Nada se avançou nessa proposta porque reconhece pichação como sendo tudo aquilo que é feito no muro, público ou privado, não autorizado”, disse.

Fonte : Câmara Municipal de São Paulo